Questões de Concurso Sobre psicologia

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Q1691685 Psicologia
Uma das modalidades de psicoterapia é a psicoterapia em grupo.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. O interesse por essa modalidade aparece na década de 1940, com a Segunda Guerra Mundial.
2. O grupo pode oportunizar a interação entre o terapeuta e o paciente e entre os demais integrantes.
3. O próprio grupo pode funcionar como fator de mudança.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
Alternativas
Q1691684 Psicologia
Analise as afirmativas abaixo a respeito da teoria de Will Schutz sobre o desenvolvimento grupal.
1. No desenvolvimento grupal existem três fases de necessidades interpessoais que são: a inclusão, o controle e a abertura.
2. Para o teórico, apesar de descritas as fases de necessidades, nem todos os grupos passam por elas.
3. Os ciclos de fases repete-se várias vezes durante a vida de um grupo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1691683 Psicologia
Analise as afirmativas abaixo quanto à entrevista clínica.
1. Tem grande diversidade de tipos, de acordo com o que se propõe, podendo variar entre triagem, anamnese, diagóstica, entre outros.
2. Podem ser realizadas em consultórios e unidades básicas de saúde, por exemplo.
3. Nos hospitais, podem acontecer nos leitos e nos blocos cirúrgicos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1691682 Psicologia
A entrevista psicológica, quanto a sua estrutura, pode ser compreendida como aberta, estruturada ou semiestruturada.
Relacione as colunas abaixo em relação ao assunto.
Coluna 1 Estrutura
1. Estruturada 2. Aberta 3. Semiestruturada
Coluna 2 Descrição
( ) Também chamada de Informal, não há direcionamento quanto às repostas. O entrevistador intervém a partir daquilo que o entrevistado fala.
( ) Conhecida como formal, possui questionamentos preestabelecidos. Os dados obtidos podem ser considerados com maior precisão para fins de análise.
( ) Contém algumas perguntas preestabelecidas, como dados da pessoa entrevistada, e a partir delas se dará o direcionamento da entrevista.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1691681 Psicologia
Segundo Tatagiba & Filártiga (2008) a dinâmica de grupo pode ser abrodada como um processo ou utilizada como técnica-instrumento.
É correto afirmar, segundo as mesmas autoras:
1. Trabalho de grupo e dinâmica de grupo podem ser considerados sinônimos.
2. A técnica de dinâmica de grupo deve favorecer o movimento do grupo, facilitando a sua dinâmica.
3. A dinâmica de grupo auxilia no diagnóstico de necessidade grupais.
4. O facilitador não deve operar com o que emerge nas interações do processo do grupo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1691680 Psicologia
Uma entrevista psicológica pode acontecer no contexto organizacional, pois na empresa o psicológo pode ser demandado a realizar essa tarefa.
Em relação a esse contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1690023 Psicologia
A missão primordial de um código de ética profissional não é de normatizar a natureza técnica do trabalho, e, sim, a de assegurar, dentro de valores relevantes para a sociedade e para as práticas desenvolvidas, um padrão de conduta que fortaleça o reconhecimento social daquela categoria. São princípios fundamentais, EXCETO:
Alternativas
Q1690022 Psicologia
Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. A garantia de prioridade compreende, EXCETO:
Alternativas
Q1690021 Psicologia
A proteção social especial oferece um conjunto de serviços e programas especializados de média e alta complexidade a famílias e indivíduos, inclusive a pessoas idosas e a pessoas com deficiência, em situação de risco ou com direitos violados. A PSE está voltada às famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social, por violação dos direitos humanos. Alguns grupos são particularmente vulneráveis à vivência das situações de violência e violação de direitos, tais como, EXCETO:
Alternativas
Q1690020 Psicologia
A atividade do psicólogo inclui o processo de coleta de dados, cuja realização inclui métodos e técnicas de investigação. No contexto clínico, a avaliação psicológica é denominada de ___________, que, por sua vez, é definido como processo científico, que parte de um levantamento prévio de hipóteses que serão confirmadas ou não através de passos predeterminados e com objetivos precisos, sendo um processo limitado no tempo, que utiliza métodos e técnicas psicológicas, para entender problemas à luz de pressupostos teóricos.
Complete a lacuna acima de forma CORRETA:
Alternativas
Q1690019 Psicologia
De acordo com o Catálogo Brasileiro de Ocupações (CBO), são inúmeras as aplicações da Psicologia dentro da área da Educação. O psicólogo pode ajudar na criação e avaliação de planos de ensino, planejar o ambiente de modo que ele favoreça a aprendizagem, lidar com alunos com necessidades especiais de educação e elaborar planos de estudo. Ainda de acordo com o CBO, algumas das temáticas de estudo, pesquisa e atuação profissional no campo da psicologia educacional são:
I. Pesquisa, diagnóstico e intervenção psicopedagógico (modelo clínico). II. Estudo dos educadores e do educando em relação ao sistema educacional (avaliação institucional). III. Planejamento e execução de pesquisas relacionadas à compreensão do processo de ensino e aprendizagem. IV. Análise das características do indivíduo portador de NEE. Recomendando programas comuns de ensino compostos de currículos e técnicas inadequadas à condição intelectual e de saúde mental.
Quais dos itens acima estão corretos?
Alternativas
Q1678776 Psicologia
No que se refere à atuação do psicólogo na atenção básica em saúde, julgue o item a seguir.

A promoção da saúde envolve estratégias pensadas com o intuito de evitar o surgimento de doenças, o que envolve o papel central do profissional de saúde enquanto produtor e disseminador do conhecimento.
Alternativas
Q1678775 Psicologia
No que se refere à atuação do psicólogo na atenção básica em saúde, julgue o item a seguir.

Ações concernentes à educação constituem o eixo do trabalho de prevenção realizado nas unidades básicas.
Alternativas
Q1678774 Psicologia
No que se refere à atuação do psicólogo na atenção básica em saúde, julgue o item a seguir.

A oferta de educação continuada, assim como o apoio a equipes de saúde prisional, não são atribuições que competem aos psicólogos da equipe, mas aos gestores.
Alternativas
Q1678773 Psicologia
No que se refere à atuação do psicólogo na atenção básica em saúde, julgue o item a seguir.

Cabe ao psicólogo atuar na construção de planos de cuidado e projetos terapêuticos singulares.
Alternativas
Q1678772 Psicologia
No que se refere à atuação do psicólogo na atenção básica em saúde, julgue o item a seguir.

Cabe ao psicólogo que atua na atenção básica à saúde o contato ativo e permanente com a população, ainda que de maneira indireta.
Alternativas
Q1678771 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Considerando as contribuições da psicanálise, julgue o item subsequente, referente ao caso clínico 13A1-I.

Forclusão é defesa apresentada por Denis frente à castração.
Alternativas
Q1678769 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Considerando as contribuições da psicanálise, julgue o item subsequente, referente ao caso clínico 13A1-I.

Denis apresenta o recalque como saída possível diante da falta.
Alternativas
Q1678768 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Considerando as contribuições da psicanálise, julgue o item subsequente, referente ao caso clínico 13A1-I.

A estrutura apresentada por Denis é uma consequência da incidência da castração que marca a falta na mãe e no pai.
Alternativas
Q1678766 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Ainda com relação ao caso clínico 13A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com o DSM-V, a CID-10 e a psicopatologia.

Denis não apresenta delirium.
Alternativas
Respostas
27421: E
27422: D
27423: E
27424: C
27425: D
27426: B
27427: C
27428: E
27429: D
27430: C
27431: A
27432: E
27433: C
27434: E
27435: C
27436: C
27437: C
27438: E
27439: E
27440: C