Questões de Concurso Sobre psicopatologia em psicologia

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Q2246924 Psicologia
Quanto às intervenções para controlar o uso de álcool e de outras drogas, julgue o item subseqüente.

A elaboração de estratégias de enfrentamento para situações de risco é inadequada, pois chama a atenção do indivíduo para a droga e aumenta a probabilidade de recaída.
Alternativas
Q2246905 Psicologia
     Uma funcionária de 25 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha, queixando-se de desânimo, irritabilidade, dor de cabeça matinal e muito desinteresse pelo trabalho. Disse que estava cansada e que não gostava dos colegas nem do chefe, porque eles eram inconvenientes em suas brincadeiras. Nunca participava de reuniões sociais e tinha dificuldade em participar de reuniões de trabalho, porque não conseguia expressar suas opiniões nem recusar tarefas para as quais era indicada, mesmo que estivesse sobrecarregada. Estava com dificuldade para dormir e, à noite, rolava na cama, pensando no quanto trabalhava enquanto seus colegas tinham tempo para um cafezinho e um bate-papo na copa da repartição.
Julgue o item seguinte, relativos ao atendimento psicológico para essa funcionária.
No quadro descrito, a possibilidade de depressão é descartável.

Alternativas
Q2246904 Psicologia
     Uma funcionária de 25 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha, queixando-se de desânimo, irritabilidade, dor de cabeça matinal e muito desinteresse pelo trabalho. Disse que estava cansada e que não gostava dos colegas nem do chefe, porque eles eram inconvenientes em suas brincadeiras. Nunca participava de reuniões sociais e tinha dificuldade em participar de reuniões de trabalho, porque não conseguia expressar suas opiniões nem recusar tarefas para as quais era indicada, mesmo que estivesse sobrecarregada. Estava com dificuldade para dormir e, à noite, rolava na cama, pensando no quanto trabalhava enquanto seus colegas tinham tempo para um cafezinho e um bate-papo na copa da repartição.
Julgue o item seguinte, relativos ao atendimento psicológico para essa funcionária.
Os sintomas descritos indicam a possibilidade de algum transtorno do sono. Nesse caso, a relação pode ser circular, em que os problemas com o sono potencializam os problemas no trabalho, os quais pioram as condições de sono.

Alternativas
Q2246884 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.

Oferecer oportunidades para recordar, verbalizar e discutir experiências traumáticas em ambiente acolhedor, com supervisão profissional, é uma ação preventiva contra reações severas entre policiais, tais como as anteriormente descritas.

Alternativas
Q2246878 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
O fato de o paciente em apreço ser policial traz implícitos pelo menos dois fatores de risco para suicídio. Isso, somado à verbalização de ter pensamentos recorrentes de autoextermínio, implica prioridade máxima para intervenção.

Alternativas
Q2246874 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
O relato do paciente permite concluir que ele sofre de apnéia do sono. 
Alternativas
Q2246873 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.

O paciente considerado, se ainda não abusa, está em risco de abuso de álcool e(ou) outras substâncias.

Alternativas
Q2246872 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
Os sintomas, no contexto relatado, sugerem que o paciente está em surto esquizofrênico.

Alternativas
Q1380540 Psicologia

Julgue o item seguinte quanto às teorias de personalidade e ao tratamento psicológico.


O DSM-IV é fundamental para o diagnóstico de problemas institucionais.

Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STJ
Q1237346 Psicologia
Prochaska e DiClemente identificaram cinco estágios de mudança comportamental entre pacientes em tratamento para abuso de substâncias e propuseram o modelo transteórico de mudança. O reconhecimento dos estágios permite ao psicólogo adequar a intervenção às respostas do paciente e otimizar o tratamento proposto motivando seu paciente de acordo com o estágio em que se encontra. O modelo tem sido utilizado para compreender e descrever mudanças no uso de álcool, tabaco, cocaína e no controle do peso. Julgue o item a seguir, referentes ao conceito e à aplicação dos estágios previstos nesse modelo.
 Na fase de preparação, é importante que surjam oportunidades para a ocorrência do novo comportamento, que a proposta de mudança do paciente seja reforçada e que haja suporte familiar e social, embora a decisão de mudar já esteja tomada. 
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STJ
Q1237322 Psicologia
Prochaska e DiClemente identificaram cinco estágios de mudança comportamental entre pacientes em tratamento para abuso de substâncias e propuseram o modelo transteórico de mudança. O reconhecimento dos estágios permite ao psicólogo adequar a intervenção às respostas do paciente e otimizar o tratamento proposto motivando seu paciente de acordo com o estágio em que se encontra. O modelo tem sido utilizado para compreender e descrever mudanças no uso de álcool, tabaco, cocaína e no controle do peso. Julgue o item a seguir, referentes ao conceito e à aplicação dos estágios previstos nesse modelo.
Durante a contemplação, o paciente nega a existência de um problema específico a ser resolvido. 
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STJ
Q1237256 Psicologia
Prochaska e DiClemente identificaram cinco estágios de mudança comportamental entre pacientes em tratamento para abuso de substâncias e propuseram o modelo transteórico de mudança. O reconhecimento dos estágios permite ao psicólogo adequar a intervenção às respostas do paciente e otimizar o tratamento proposto motivando seu paciente de acordo com o estágio em que se encontra. O modelo tem sido utilizado para compreender e descrever mudanças no uso de álcool, tabaco, cocaína e no controle do peso. Julgue o item a seguir, referentes ao conceito e à aplicação dos estágios previstos nesse modelo.
Na fase de ação, a mudança está acontecendo. O processo terapêutico deve incluir objetivos alcançáveis, reforçadores positivos e treino da autocompetência, do manejo do estresse e de habilidades para recusa. 
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEASTER - PA
Q1234710 Psicologia
Julgue o item subseqüente, relativos a características ou processos comuns em idosos.
A depressão, patologia muito comum entre os idosos, pode ser controlada ou amenizada com a criação de oficinas terapêuticas, onde os idosos têm a oportunidade de resgatar a auto-estima, por meio da reconquista de seu papel social perante a sociedade.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESGRANRIO Órgão: SECAD-TO
Q1232807 Psicologia
Dentre as síndromes neuróticas inclui-se a fobia, que se revela por: 
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HEMOPA
Q1219677 Psicologia
A Psicopatologia tem como objeto o estudo descritivo dos fenômenos psíquicos anormais. Com relação a esse assunto, julgue o item que se seguem
A frustração na realização de desejos e necessidades não é considerada um dos fatores psicossociais e biológicos que  podem conduzir uma pessoa com doença física em direção à psicopatologia.
Alternativas
Q1212106 Psicologia
Um paciente queixa-se de dor de cabeça periódica há 19 anos. Segundo ele, a dor é forte o bastante para inviabilizar o trabalho de qualquer natureza e cada episódio tem duração de pelo menos seis horas, com dor pulsátil unilateral, náuseas e com piora ao subir escadas. O paciente relata também alterações visuais antes de cada episódio doloroso, que ele reconhece como prenúncios de que a dor vai começar.
Julgue o item a seguir, acerca desse caso hipotético.
A dor descrita é crônica recorrente.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Polícia Federal
Q1196910 Psicologia
Um escrivão de polícia aproximou-se de sua mesa para registrar um depoimento quando sentiu uma leve tonteira — que descreveu como se estivesse aéreo ou fora do corpo —, perdeu a noção do espaço, sentiu forte taquicardia, enjôo. Suas vistas ficaram turvas, as mãos, frias e suadas, e o ar parecia não passar por suas narinas. Teve a impressão de que estava sofrendo um infarto, sentiu muito medo e pensou que pudesse morrer naquele momento. Após três ou quatro minutos, os sintomas cederam, deixando um leve formigamento em torno dos lábios e nos pés. Com o auxílio de um colega, o escrivão foi até um posto médico, mas o cardiologista que o examinou não encontrou nenhuma alteração clínica importante. Apenas considerou que o paciente estava muito cansado e tenso e prescreveu-lhe um ansiolítico. Três dias depois, o paciente sentiu novamente os mesmos sintomas e então procurou um psicólogo. 
Considerando o quadro clínico hipotético acima, julgue o item que se segue.
A formulação de caso do paciente considerado requer a investigação de possível abuso de substâncias psicoativas. O uso de relaxamento autógeno é contra-indicado, pois poderia mascarar os sintomas.
Alternativas
Q226837 Psicologia
Trabalhos em grupo podem ser úteis em diferentes situações, com
ganho substancial de benefício para o paciente, redução de tempo
e de custos. Julgue os itens que se seguem referentes a práticas
preventivas e curativas em grupo.

O tratamento da fobia social, em grupo, é uma opção terapêutica adequada e geralmente bem-sucedida.
Alternativas
Q226826 Psicologia
Uma paciente de 22 anos de idade foi encaminhada pelo psiquiatra para acompanhamento psicológico. Ela referiu insônia, esquecimentos, depressão, pensamentos suicidas e sobressaltos freqüentes com recordações vívidas de um seqüestro de que fora vítima cinco anos antes. A paciente não conseguia se lembrar de detalhes do incidente, mas revivia com freqüência as cenas nas quais ela fora espancada e desnuda. Já pediu diversos afastamentos do trabalho para tratamento de saúde e já considerou pedir demissão do trabalho, apesar de precisar dele para a própria manutenção.

Considerando esse caso hipotético, julgue o seguinte item.

Os sintomas sugerem que a paciente seja portadora de estresse pós-traumático com obnubilação da consciência.
Alternativas
Q226820 Psicologia
O chefe de setor encaminhou uma funcionária para o
serviço de psicologia e pediu um laudo com avaliação e
informação sobre a necessidade e duração de eventual tratamento.
A funcionária estava muito lenta no trabalho, a qualidade deixava
a desejar e ela era vista chorando com freqüência. A paciente, de
25 anos de idade, referiu medo de sair de casa sozinha, medo de
entrar em elevadores e medo de lugares fechados ou muito
cheios, com saída difícil, embora nunca tivesse acontecido nada
em ambientes assim. Disse que estava muito preocupada com seu
desempenho no trabalho, mas tinha muita dificuldade de
concentração, ficava ansiosa, às vezes era agressiva e esquecia
coisas importantes com muita facilidade. Geralmente sobrepunha
diferentes atividades que não conseguia concluir e as tarefas
acumuladas ficavam cada vez mais aversivas. Os colegas já
estavam impacientes e não mostravam mais solidariedade porque
a consideravam irresponsável.

Considerando esse caso hipotético, julgue os itens seguintes.

Há indicadores de que a paciente seja portadora de transtorno do deficit da atenção.
Alternativas
Respostas
7001: E
7002: E
7003: C
7004: C
7005: C
7006: E
7007: C
7008: E
7009: E
7010: C
7011: E
7012: C
7013: C
7014: B
7015: E
7016: C
7017: E
7018: C
7019: E
7020: C