Questões de Concurso Sobre psicopatologia em psicologia

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Q411348 Psicologia
Assinale a opção incorreta acerca do tratamento do transtorno do pânico com agorafobia.
Alternativas
Q411347 Psicologia
No que se refere a transtorno do pânico com agorafobia, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q411346 Psicologia
Texto II


       Jorge é um rapaz de 26 anos de idade, recém-formado em economia e recém-admitido em um órgão público, após aprovação em disputado concurso de nível nacional. Após dois meses de trabalho, Jorge procurou o serviço de psicologia do órgão com queixas de depressão e exaustão física e mental. Jorge relatou à psicóloga que sempre teve dificuldades para ficar mais de uma hora fazendo a mesma tarefa ou para ficar sentado em um mesmo lugar; que esquece compromissos com facilidade, perde seus pertences miúdos como chave, telefone celular e óculos de sol; e que deixa de guardar livros e papéis porque se o fizer não consegue encontrá-los. Ao relatar sobre a infância, Jorge disse ter sido uma criança muito falante e ativa que brincava o tempo todo, subia em muros, árvores e armários, tendo como conseqüência disso uma série de cicatrizes pelo corpo e um braço comprometido, resultado de quatro fraturas sucessivas. Sua mãe sempre se queixava da desorganização que ele promovia pela casa e da desobediência, dizendo que falar com ele era o mesmo que não falar - mas ele diz nunca ter tido a intenção de desobedecer. Jorge relatou também algumas reprovações em seu histórico escolar, mas não reconhece dificuldade especial em nenhuma disciplina. Agora que se formou e conseguiu seu primeiro emprego, diz que não consegue se concentrar, esquece reuniões e tarefas e está muito cansado, desestimulado, sentindo- se incompetente e sem perspectiva de futuro. Acha que está deprimido e solicita atendimento psicoterápico.


Considerando o texto II, assinale a opção correta acerca do tratamento comportamental-cognitivo indicado para Jorge.
Alternativas
Q411345 Psicologia
Texto II


       Jorge é um rapaz de 26 anos de idade, recém-formado em economia e recém-admitido em um órgão público, após aprovação em disputado concurso de nível nacional. Após dois meses de trabalho, Jorge procurou o serviço de psicologia do órgão com queixas de depressão e exaustão física e mental. Jorge relatou à psicóloga que sempre teve dificuldades para ficar mais de uma hora fazendo a mesma tarefa ou para ficar sentado em um mesmo lugar; que esquece compromissos com facilidade, perde seus pertences miúdos como chave, telefone celular e óculos de sol; e que deixa de guardar livros e papéis porque se o fizer não consegue encontrá-los. Ao relatar sobre a infância, Jorge disse ter sido uma criança muito falante e ativa que brincava o tempo todo, subia em muros, árvores e armários, tendo como conseqüência disso uma série de cicatrizes pelo corpo e um braço comprometido, resultado de quatro fraturas sucessivas. Sua mãe sempre se queixava da desorganização que ele promovia pela casa e da desobediência, dizendo que falar com ele era o mesmo que não falar - mas ele diz nunca ter tido a intenção de desobedecer. Jorge relatou também algumas reprovações em seu histórico escolar, mas não reconhece dificuldade especial em nenhuma disciplina. Agora que se formou e conseguiu seu primeiro emprego, diz que não consegue se concentrar, esquece reuniões e tarefas e está muito cansado, desestimulado, sentindo- se incompetente e sem perspectiva de futuro. Acha que está deprimido e solicita atendimento psicoterápico.


Assinale a opção que apresenta o diagnóstico de base mais provável do paciente descrito no texto II.
Alternativas
Q411343 Psicologia
Texto I


       1. Sérgio é um servidor público que buscou o serviço de psicologia do órgão onde trabalha queixando-se de investir muito tempo na realização de tarefas escritas, como redação de documentos e preenchimento de formulários, e que seu chefe imediato já havia lhe chamado a atenção mais de uma vez pela demora na realização dessas tarefas. O funcionário informou que o motivo de sua demora é o cuidado e o critério de qualidade que adota no trabalho que realiza.
       2. Para garantir a qualidade de seu trabalho, Sérgio disse revisar cada documento seis ou sete vezes, embora não se recorde de ter jamais encontrado um erro, mas sempre encontra uma forma de melhorar a qualidade do texto digitado ou a letra de forma manuscrita nos formulários preenchidos. Nesse último caso, ele preenche um novo formulário e descarta o anterior para o lixo.
       3. Quando seus colegas saem para o intervalo de café, Sérgio continua trabalhando e sempre é o último a sair do trabalho ao final do dia. Em casa, freqüentemente dorme mal pensando ter cometido algum engano. No dia seguinte não revisa o trabalho do dia anterior e até esquece dele, mas à noite tem a mesma preocupação com o trabalho realizado no dia.
       4. Sérgio queixou-se também de sonolência diurna, porque suas preocupações o mantêm acordado até tarde da noite e no dia seguinte ele precisa levantar muito cedo para o trabalho. Seu banho matinal dura em torno de 50 a 60 minutos e, após chegar ao local onde seu carro fica estacionado, Sérgio sempre volta à casa três ou quatro vezes para verificar se as janelas e portas estão todas trancadas e o gás desligado.
       5. Após detalhada avaliação, o psicólogo diagnosticou transtorno obsessivo-compulsivo e informou ao paciente que ele seria tratado com a técnica de exposição e prevenção de resposta.

Considerando ainda o texto I, assinale a opção incorreta acerca do tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo.
Alternativas
Q411342 Psicologia
Texto I


       1. Sérgio é um servidor público que buscou o serviço de psicologia do órgão onde trabalha queixando-se de investir muito tempo na realização de tarefas escritas, como redação de documentos e preenchimento de formulários, e que seu chefe imediato já havia lhe chamado a atenção mais de uma vez pela demora na realização dessas tarefas. O funcionário informou que o motivo de sua demora é o cuidado e o critério de qualidade que adota no trabalho que realiza.
       2. Para garantir a qualidade de seu trabalho, Sérgio disse revisar cada documento seis ou sete vezes, embora não se recorde de ter jamais encontrado um erro, mas sempre encontra uma forma de melhorar a qualidade do texto digitado ou a letra de forma manuscrita nos formulários preenchidos. Nesse último caso, ele preenche um novo formulário e descarta o anterior para o lixo.
       3. Quando seus colegas saem para o intervalo de café, Sérgio continua trabalhando e sempre é o último a sair do trabalho ao final do dia. Em casa, freqüentemente dorme mal pensando ter cometido algum engano. No dia seguinte não revisa o trabalho do dia anterior e até esquece dele, mas à noite tem a mesma preocupação com o trabalho realizado no dia.
       4. Sérgio queixou-se também de sonolência diurna, porque suas preocupações o mantêm acordado até tarde da noite e no dia seguinte ele precisa levantar muito cedo para o trabalho. Seu banho matinal dura em torno de 50 a 60 minutos e, após chegar ao local onde seu carro fica estacionado, Sérgio sempre volta à casa três ou quatro vezes para verificar se as janelas e portas estão todas trancadas e o gás desligado.
       5. Após detalhada avaliação, o psicólogo diagnosticou transtorno obsessivo-compulsivo e informou ao paciente que ele seria tratado com a técnica de exposição e prevenção de resposta.

Com relação ao diagnóstico para o caso apresentado no texto I, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2246929 Psicologia
     Um escrivão de polícia aproximou-se de sua mesa para registrar um depoimento quando sentiu uma leve tonteira — que descreveu como se estivesse aéreo ou fora do corpo —, perdeu a noção do espaço, sentiu forte taquicardia, enjôo. Suas vistas ficaram turvas, as mãos, frias e suadas, e o ar parecia não passar por suas narinas. Teve a impressão de que estava sofrendo um infarto, sentiu muito medo e pensou que pudesse morrer naquele momento. Após três ou quatro minutos, os sintomas cederam, deixando um leve formigamento em torno dos lábios e nos pés. Com o auxílio de um colega, o escrivão foi até um posto médico, mas o cardiologista que o examinou não encontrou nenhuma alteração clínica importante. Apenas considerou que o paciente estava muito cansado e tenso e prescreveu-lhe um ansiolítico. Três dias depois, o paciente sentiu novamente os mesmos sintomas e então procurou um psicólogo.
Considerando o quadro clínico hipotético acima, julgue o item que se segue.
Para o quadro clínico considerado, seria útil o uso de técnicas interoceptivas, com registros das sensações iniciais do paciente e de possíveis pensamentos automáticos ocorridos durante a exposição interoceptiva.

Alternativas
Q2246928 Psicologia
     Um escrivão de polícia aproximou-se de sua mesa para registrar um depoimento quando sentiu uma leve tonteira — que descreveu como se estivesse aéreo ou fora do corpo —, perdeu a noção do espaço, sentiu forte taquicardia, enjôo. Suas vistas ficaram turvas, as mãos, frias e suadas, e o ar parecia não passar por suas narinas. Teve a impressão de que estava sofrendo um infarto, sentiu muito medo e pensou que pudesse morrer naquele momento. Após três ou quatro minutos, os sintomas cederam, deixando um leve formigamento em torno dos lábios e nos pés. Com o auxílio de um colega, o escrivão foi até um posto médico, mas o cardiologista que o examinou não encontrou nenhuma alteração clínica importante. Apenas considerou que o paciente estava muito cansado e tenso e prescreveu-lhe um ansiolítico. Três dias depois, o paciente sentiu novamente os mesmos sintomas e então procurou um psicólogo.

Considerando o quadro clínico hipotético acima, julgue o item que se segue.


Os sintomas descritos são típicos de personalidade borderline, e o tratamento deve incluir treino de assertividade.

Alternativas
Q2246926 Psicologia
Quanto às intervenções para controlar o uso de álcool e de outras drogas, julgue o item subseqüente.

Na sensibilização do paciente para evitar o consumo de álcool ou de outra droga, deve também ser estimulada sua competência para estabelecer e alcançar objetivos viáveis a curto prazo.
Alternativas
Q2246925 Psicologia
Quanto às intervenções para controlar o uso de álcool e de outras drogas, julgue o item subseqüente.

Quando o paciente negar a dependência do álcool ou de outras drogas, deve ser clara e diretamente confrontado para que o tratamento possa ser iniciado.
Alternativas
Q2246924 Psicologia
Quanto às intervenções para controlar o uso de álcool e de outras drogas, julgue o item subseqüente.

A elaboração de estratégias de enfrentamento para situações de risco é inadequada, pois chama a atenção do indivíduo para a droga e aumenta a probabilidade de recaída.
Alternativas
Q2246905 Psicologia
     Uma funcionária de 25 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha, queixando-se de desânimo, irritabilidade, dor de cabeça matinal e muito desinteresse pelo trabalho. Disse que estava cansada e que não gostava dos colegas nem do chefe, porque eles eram inconvenientes em suas brincadeiras. Nunca participava de reuniões sociais e tinha dificuldade em participar de reuniões de trabalho, porque não conseguia expressar suas opiniões nem recusar tarefas para as quais era indicada, mesmo que estivesse sobrecarregada. Estava com dificuldade para dormir e, à noite, rolava na cama, pensando no quanto trabalhava enquanto seus colegas tinham tempo para um cafezinho e um bate-papo na copa da repartição.
Julgue o item seguinte, relativos ao atendimento psicológico para essa funcionária.
No quadro descrito, a possibilidade de depressão é descartável.

Alternativas
Q2246904 Psicologia
     Uma funcionária de 25 anos de idade procurou o serviço de psicologia do órgão em que trabalha, queixando-se de desânimo, irritabilidade, dor de cabeça matinal e muito desinteresse pelo trabalho. Disse que estava cansada e que não gostava dos colegas nem do chefe, porque eles eram inconvenientes em suas brincadeiras. Nunca participava de reuniões sociais e tinha dificuldade em participar de reuniões de trabalho, porque não conseguia expressar suas opiniões nem recusar tarefas para as quais era indicada, mesmo que estivesse sobrecarregada. Estava com dificuldade para dormir e, à noite, rolava na cama, pensando no quanto trabalhava enquanto seus colegas tinham tempo para um cafezinho e um bate-papo na copa da repartição.
Julgue o item seguinte, relativos ao atendimento psicológico para essa funcionária.
Os sintomas descritos indicam a possibilidade de algum transtorno do sono. Nesse caso, a relação pode ser circular, em que os problemas com o sono potencializam os problemas no trabalho, os quais pioram as condições de sono.

Alternativas
Q2246884 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.

Oferecer oportunidades para recordar, verbalizar e discutir experiências traumáticas em ambiente acolhedor, com supervisão profissional, é uma ação preventiva contra reações severas entre policiais, tais como as anteriormente descritas.

Alternativas
Q2246878 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
O fato de o paciente em apreço ser policial traz implícitos pelo menos dois fatores de risco para suicídio. Isso, somado à verbalização de ter pensamentos recorrentes de autoextermínio, implica prioridade máxima para intervenção.

Alternativas
Q2246874 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
O relato do paciente permite concluir que ele sofre de apnéia do sono. 
Alternativas
Q2246873 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.

O paciente considerado, se ainda não abusa, está em risco de abuso de álcool e(ou) outras substâncias.

Alternativas
Q2246872 Psicologia
       Um policial com 35 anos de idade, há 12 anos no serviço, casado, com três filhos, de 13, 11 e 9 anos de idade, procurou o serviço de psicologia da sua corporação e, constrangido, relatou estar envergonhado por buscar esse tipo de auxílio, que reconhecia ser sinal de fraqueza e incompetência, mas que estava com seus recursos pessoais exauridos. Chorando, o agente informou acreditar que os filhos e a esposa, antes orgulhosos dele, agora se envergonhavam e que o mesmo acontecia entre seus superiores e colegas. O histórico relatado incluiu as seguintes informações: há dois anos o policial começou a ter dificuldade para dormir à noite e pesadelos noturnos; desde então, diante de qualquer ruído dentro ou fora da casa, durante a noite, ele se levanta e verifica repetidamente todos os cômodos da casa. Às vezes, obriga os filhos a dormirem em seu quarto para ficar mais tranqüilo quanto à segurança da família. Raramente adormece antes das 4 horas da manhã e às 7 horas está de pé para trabalhar, sempre cansado e sonolento. Costuma reviver nitidamente os eventos traumáticos ocorridos ao longo da carreira. Durante essas vívidas recordações, experimenta medo, tremor nas mãos e falta de ar. Em especial, sente muita tristeza e culpa ao relembrar um episódio no qual houve uma morte cruel e desnecessária, que ele poderia ter evitado se tomasse decisões acertadas. Costuma ficar absorto em seus pensamentos enquanto dirige e com freqüência percebe que está em lugar diferente daquele para o qual se dirigia. Sente muita irritação e evita a companhia de pessoas, o que tem resultado em discussões domésticas causadas pelo fato de ele não aceitar acompanhar a esposa em eventos sociais. Enfatiza que não é anti-social, mas que prefere ficar em casa com os filhos, mesmo que isso implique um isolamento cada vez maior. Sente-se mal com as próprias reações, como quando a filha veio beijá-lo enquanto ele dormia e ele saltou da cama, assustando a menina; de outra feita, avançou de punho fechado contra a esposa quando ela deitou-se a seu lado para dormir. Há alguns dias, teve a impressão de ouvir um tiro na sala, vasculhou a casa, mas não encontrou ninguém. Refere que, após dois anos lidando com essas reações, não tem mais condições de continuar vivendo. Não se sente confortável com a família, não interage com colegas, não sente prazer em mais nada e tem tido pensamentos recorrentes de auto-extermínio.
Com relação à situação hipotética acima, julgue o item seguir.
Os sintomas, no contexto relatado, sugerem que o paciente está em surto esquizofrênico.

Alternativas
Q1380540 Psicologia

Julgue o item seguinte quanto às teorias de personalidade e ao tratamento psicológico.


O DSM-IV é fundamental para o diagnóstico de problemas institucionais.

Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STJ
Q1237346 Psicologia
Prochaska e DiClemente identificaram cinco estágios de mudança comportamental entre pacientes em tratamento para abuso de substâncias e propuseram o modelo transteórico de mudança. O reconhecimento dos estágios permite ao psicólogo adequar a intervenção às respostas do paciente e otimizar o tratamento proposto motivando seu paciente de acordo com o estágio em que se encontra. O modelo tem sido utilizado para compreender e descrever mudanças no uso de álcool, tabaco, cocaína e no controle do peso. Julgue o item a seguir, referentes ao conceito e à aplicação dos estágios previstos nesse modelo.
 Na fase de preparação, é importante que surjam oportunidades para a ocorrência do novo comportamento, que a proposta de mudança do paciente seja reforçada e que haja suporte familiar e social, embora a decisão de mudar já esteja tomada. 
Alternativas
Respostas
6801: E
6802: B
6803: D
6804: A
6805: C
6806: C
6807: C
6808: E
6809: C
6810: E
6811: E
6812: E
6813: C
6814: C
6815: C
6816: E
6817: C
6818: E
6819: E
6820: C