Questões de Concurso Sobre psicopatologia em psicologia

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Q3017227 Psicologia
O termo psicossomático, na expressão mais comum, pode reportar-se tanto ao quesito da origem psicológica de determinadas doenças orgânicas, quanto às “repercussões afetivas do estado de doença física no indivíduo, como até confundir-se com simulação e hipocondria, onde toma um sentido negativo. (Cardoso, 1995, p.5). Não pode ser considerada uma doença psicossomática:
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Q3016875 Psicologia
Ao trabalhar com um aluno que apresenta dificuldades persistentes na aprendizagem da leitura e escrita, um psicólogo considera a possibilidade de dislexia, especialmente porque há um histórico de membros da família que também enfrentaram desafios semelhantes. Essa perspectiva destaca a importância de explorar fatores genéticos na compreensão da dislexia. É a teoria da aprendizagem que oferece um modelo explicativo para a possível hereditariedade da dislexia:
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Q3016874 Psicologia
Uma adolescente demonstra dificuldade em se concentrar nas aulas e apresenta desmotivação com os estudos. Ao investigar o histórico familiar, observa-se que a mãe também apresentava tais características na mesma idade. Essa possível influência genética na predisposição à TDAH é um fator importante a ser considerado no diagnóstico e tratamento da adolescente. É a teoria da aprendizagem que oferece um modelo explicativo para essa possível hereditariedade do TDAH:
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Q3015712 Psicologia
Se não tivéssemos memória, teríamos problemas de percepção. Ao perceber algo, comparações implícitas certamente estão sendo realizadas. Atividades consideradas automáticas, dependem da capacidade de lembrar. Tão presente em nossas vidas, por isto de suma importância o conhecimento por parte dos Psicólogos, assinale a alternativa correta sobre a memória.
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Q3015711 Psicologia
Os critérios de normalidade e de doença em psicopatologia variam consideravelmente em função dos fenômenos específicos com os quais se trabalham. Em alguns casos pode-se utilizar a associação de vários critérios de normalidade ou doença, de acordo com o objetivo que se tem mente. Mesmo cientes que a adoção de um ou outro critério de normalidade depende, entre outras coisas, de opções filosóficas, ideológicas e pragmáticas do profissional, existem alguns principais critérios utilizados em psicopatologia. Correlacione os critérios com a descrição referente a ele e assinale a alternativa que contemple a sequência, de cima para baixo, correta. 

1. Normalidade ideal
2. Normalidade estatística
3. Normalidade subjetiva
4. Normalidade como ausência de doença

( ) Critério bastante falho, precário e redundante. Define a normalidade não por aquilo que ela supostamente é, mas sim, por aquilo que ela não é.
( ) Identifica norma e frequência. O normal passa a ser aquilo que se observa com mais frequência.
( ) É tomada como uma certa utopia. Depende de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários, e, às vezes, dogmáticos e doutrinários.
( ) É dada maior ênfase à percepção do próprio indivíduo em relação ao seu estado de saúde, às suas vivências. O ponto falho deste critério é que é que muitas pessoas que se sentem bem, apresentam, de fato um transtorno mental grave.
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Q3015710 Psicologia
Para minh’alma triste e sem um sonho
Murmura olhando o prado, o rio, a espuma:
Como isso é pobre, insípido, enfadonho!
Fagundes Varela

As síndromes depressivas são atualmente reconhecidas como um problema prioritário de saúde pública e segundo levantamento da OMS a depressão maior é considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde. Do ponto de vista psicopatológico: 
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Q3014156 Psicologia
Considerando-se a questão etiológica, há grandes dificuldades relativas ao estabelecimento de um modelo causal do autismo, uma vez que, mesmo com acurada pesquisa diagnóstica, a inespecificidade dos dados obtidos é marcante, embora a sua associação com fatores biológicos seja indiscutível. De acordo com os níveis de gravidade dos transtornos do espectro autístico, o nível 3 apresenta a seguinte característica: 
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Q3013250 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Ainda com relação ao caso clínico 49A2-I e às contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item subsequente.

Os maneirismos apresentados pela criança, associados a estereotipia de movimento, constituem critérios para transtorno psicótico. 

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Q3013247 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Ainda com relação ao caso clínico 49A2-I e às contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item subsequente.

O embotamento afetivo apresentado por Luiz constitui critério diagnóstico para transtorno delirante.

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Q3013246 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Ainda com relação ao caso clínico 49A2-I e às contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item subsequente.

Luiz apresenta critérios diagnósticos para transtornos de personalidade.

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Q3013243 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Ainda com relação ao caso clínico 49A2-I e às contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item subsequente.

Luiz apresenta sintomas positivos e negativos.  
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Q3013240 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Considerando o caso clínico 49A2-I e as contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item a seguir. 

Luiz apresenta alucinações místicas.

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Q3013239 Psicologia
Caso clínico 49A2-I


         Luiz, 10 anos de idade, compareceu ao hospital acompanhado pela mãe, que relatou não saber mais o que fazer para ajudar o filho. Ela disse: “Meu filho não come, não dorme e não aceita mais sair de casa. Ele era bonzinho, uma criança feliz. Não sei o que aconteceu de uns tempos para cá. Há mais de seis meses, começou com uma história de que um colega da escola tinha ‘aprontado pra ele’. Desde então, está bem agitado e desconfiado. Só come se eu fizer a comida, e não é todo dia que aceita se alimentar. Diz sentir gosto de veneno quando outra pessoa faz a comida. Não tem aceitado sucos nem vitaminas, pois, segundo ele, é mais fácil de esconderem o veneno em substâncias líquidas. Em sua última noite completa de sono, há, aproximadamente, sete meses, ele disse que teve uma revelação divina: seria o novo Messias e que, para o sucesso dessa missão, fora implantado, em sua cabeça, um dispositivo que permitiria ler pensamentos negativos de outras pessoas. Daí, então, começou a falar que precisaria se afastar das coisas mundanas. Diz que as pessoas são ruins e querem acabar com nossa vida. Como somos de família religiosa, achei, no início, que pudesse ter vivenciado uma experiência maior com Deus. Mas as coisas só foram piorando. Luiz ficou mais calado e começou a passar horas trancado no quarto. Ouvia meu filho falar uma língua que nunca tinha escutado. Fiquei muito assustada. Penso que não é isso que Deus quer da gente. Então comecei a achar que meu filho estaria mesmo precisando de ajuda” (sic). 
Considerando o caso clínico 49A2-I e as contribuições da psicopatologia, do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), julgue o item a seguir. 

A criança apresenta uma experiência com característica associal e de caráter irrefutável.

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Q3010943 Psicologia

A deficiência intelectual é uma denominação atual, que substitui a expressão deficiência mental, e representa um comprometimento orgânico que interfere negativamente no desenvolvimento cognitivo. Não caracteriza uma doença, e sim uma condição de vida. Uma pessoa com deficiência intelectual pode ou não ter outros comprometimentos associados.

(CFP, 2009 p. 136.)


Considerando o texto anterior, leia o caso hipotético descrito a seguir: João, dez anos, está matriculado em uma escola de educação especial, e é atendido pela psicóloga clínica que dá suporte para essa escola. Foi diagnosticado com deficiência intelectual leve e transtorno de fluência da fala (gagueira); um dos fatores contribuintes para o distúrbio da fala são fatores emocionais. Uma das queixas do aluno é sobre a ausência de discurso em sala de aula, afirma que, no momento em que tenta falar, é sempre interrompido pela professora ou pelos colegas de classe, que todos falam com ele, “espera ai, daqui a pouco você fala”. Sobre a deficiência intelectual e a garantia de direitos e acessibilidade, assinale a afirmativa INCORRETA. 

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Q3008968 Psicologia
Alucinações visuais e auditivas são sintomas típicos de diversas formas de psicose.
Esses sintomas são transtornos na área do(a)
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Q3008966 Psicologia
D. Ângela, 64 anos, tem sequelas de um AVC e deixou seu cartão da aposentadoria e a respectiva senha com sua neta Adriana, 18 anos, para a jovem ir todo mês à agência bancária sacar o benefício. Adriana contraiu empréstimos na conta de aposentadoria da avó e adquiriu, com o dinheiro do empréstimo, um celular de última geração.
A situação aqui relatada configura
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Q3008964 Psicologia
A fase da adolescência é especialmente sensível no tocante à imagem corporal. Os transtornos alimentares ligados à imagem corporal são condições psicológicas graves que envolvem distúrbios significativos na percepção do corpo e nos comportamentos alimentares.
De acordo com o DSM 5, são transtornos alimentares ligados à imagem corporal:
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Q3008958 Psicologia
Embora o envelhecimento normal não represente por si só uma condição patológica, verifica-se o aumento da prevalência de demências como a doença de Alzheimer na população acima de 65 anos.
As demências são classificadas na psiquiatria como
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Q3008045 Psicologia
No que se refere a intervenções psicológicas, tratamento e dependência química, assinale a opção correta.
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Q3008044 Psicologia

Texto 17A2-II


    Heitor, com 9 anos de idade, tem tido algumas intercorrências na escola. Professores têm notado que a criança frequentemente está com olhos vermelhos; sempre agitado, inquieto e disperso. Ele tem resistido em fazer as tarefas em sala e as de casa; tem sido agressivo e tem brigado com frequência com os colegas. Passa boa parte do tempo fora de sala de aula ou mesmo no banheiro.

     A família não compareceu ao chamamento. A situação ficou mais grave quando um colega denunciou que Heitor trazia um canivete na mochila.

     Diante da gravidade desse quadro, a equipe escolar, composta por professores, coordenador e psicólogo escolar, decidiu chamar novamente a família para uma reunião juntamente com a psicóloga clínica especialista, que iniciou a avaliação e o acompanhamento de Heitor há duas semanas.

Ainda acerca do caso clínico fictício apresentado no texto 17A2-II, assinale a opção correta, levando em consideração as contribuições da psicopatologia, bem como o papel e a intervenção do psicólogo.  
Alternativas
Respostas
2301: B
2302: D
2303: D
2304: B
2305: A
2306: C
2307: D
2308: E
2309: E
2310: E
2311: C
2312: E
2313: C
2314: D
2315: E
2316: B
2317: C
2318: C
2319: B
2320: B