Questões de Concurso
Comentadas sobre psicopatologia em psicologia
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Henrique foi encaminhado para atendimento psicológico após se envolver em acidente de trânsito, quando dirigia alcoolizado.
A intervenção breve, com uso de técnicas da entrevista motivacional, tem como princípios básicos
As alterações na área da senso-percepção estão presentes como sintomas de muitos transtornos mentais, sendo critérios importantes na avaliação clínica, diagnóstico e orientação dos tratamentos.
Sobre as alterações na senso-percepção, assinale a afirmativa correta.
O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, transtorno que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro, é celebrado no dia 02 de abril.
Sobre os critérios essenciais para o diagnóstico desse transtorno, presentes nas suas diferentes formas de manifestação, analise os itens a seguir.
I. Altas habilidades e inteligência acima da média.
II. Padrões restritos e repetitivos de comportamento.
III. Déficits na comunicação e na interação social.
IV. Surgimento dos sintomas na primeira infância
Está correto o que se afirma em
O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos, não é, de modo geral, baseado em possíveis mecanismos etiológicos supostos pelo entrevistador.
Esse diagnóstico é quase sempre emitido com base, preponderantemente, nos dados pessoais
Há inúmeras alterações no quadro depressivo.
Dentre elas, temos o mutismo que se apresenta como uma alteração
No curso dos episódios de transtorno mental há quatro termos utilizados.
Aquele que diz respeito ao surgimento de um novo episódio é a
Na busca da qualidade de vida do trabalhador, a inter-relação das dimensões biológica, psicológica e social é inerente a cada ser humano.
Cada uma dessas dimensões contém aspectos que se diferenciam em termos funcionais e modos de reação, podendo configurar o que chamamos de abordagem
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Caso clínico 6A1AAA
Mônica, mãe de Cícero, com quinze anos de idade, compareceu ao atendimento psicológico em um centro de referência para atendimento interdisciplinar de adolescentes queixando-se da falta de respeito, da desobediência, da agressividade e do mau comportamento do filho. Informou que desconfiava que o filho estivesse fazendo uso de droga e que já tivesse iniciado sua vida sexual. Ela disse: “Não sei o que faço. Desde que nasceu, sou sozinha com esse menino. Parei tudo para cuidar dele. O pai nunca apareceu; sumiu quando contei para ele da gravidez. Desde cedo deu problema na escola. Demorou para ler e escrever. Era agitado demais; não parava quieto; incomodava todo mundo. Com cinco anos de idade ele foi diagnosticado com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e chegou a tomar remédio por quase cinco anos. Vi pouca melhora, mas ele conseguia passar de ano. Agora, de uns tempos para cá, só pensa em ficar na rua e em meninas. Quando o vejo com os amigos, é um outro Cícero. Não se parece em nada com aquele lá de casa. Descobri que está vendo vídeos de sexo proibidos para sua idade na Internet. Quase não deixo ele sair com medo de que ele apronte. Cheiro ele toda vez que volta da rua ou da escola. Um dia desses encontrei um cigarro na mochila dele. Não sei mais o que faço. Não tenho ninguém. Só tenho ele, e ele, só a mim” (sic).
Considerando o caso clínico 6A1AAA e as contribuições psicanalíticas, piagetianas e o processo de adolescência, julgue os itens a seguir.
I A avaliação do processo de adolescer de Cícero deverá levar em consideração os aspectos individuais, culturais, sociais e o histórico desde o qual se manifesta.
II De acordo com as concepções psicanalíticas, a constituição do esquema corporal de Cícero é efeito intrapsíquico da realidade vivenciada por ele.
III Cícero adota uma identidade ocasional quando está na presença de amigos, o que pode ser explicado por uma possível situação de segurança e autonomia que o grupo provoca nele.
IV De acordo com as contribuições piagetianas, Cícero encontra-se no período das operações formais, apesar de não ter adquirido todos os instrumentos lógicos necessários para enfrentar a vida adulta.
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