Questões de Concurso
Sobre psicologia hospitalar em psicologia
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I. No caso de pacientes que não podem se comunicar verbalmente, buscam-se alternativas de comunicação por meio de leitura labial, sinalizações, gestos, uso da escrita ou de figuras, incentivando a capacidade de expressão do indivíduo e acessando seu universo subjetivo. II. O paciente em coma não pode receber atendimento psicológico devido à ausência da fala, instrumento imprescindível para o psicólogo. III. No caso de o paciente estar em coma ou sedado, apesar de não ser capaz de falar, o psicólogo pode falar para ele e sobre ele. O psicólogo pode, por exemplo, dizer como está indo o tratamento, o quanto a família deseja sua recuperação e outras coisas positivas e motivadoras.
Assinale a alternativa correta.
I - Atua em instituições de saúde, participando da prestação de serviços de nível primário, secundário ou terciário da atenção a saúde. II - Atua em instituições de ensino superior e/ou centros de estudo e de pesquisa, visando o aperfeiçoamento ou a especialização de profissionais em sua área de competência, ou a complementação da formação de outros profissionais de saúde de nível médio ou superior, incluindo pós-graduação lato e stricto sensu. III - Atende a pacientes, familiares e/ou responsáveis pelo paciente; membros da comunidade dentro de sua área de atuação; membros da equipe multiprofissional e eventualmente administrativa, visando o bem estar físico e emocional do paciente; e, alunos e pesquisadores, quando estes estejam atuando em pesquisa e assistência.
Está(ão) correta(s) somente:
Conforme a assertiva, o conhecimento no setor das atenções se dá na respectiva ordem:
Leia o relato a seguir.
L.W. está em seu terceiro dia de internação e segundo dia de pós-operatório de uma bem-sucedida cirurgia eletiva de retirada da vesícula. Sabe que hoje receberá alta e está contente em ir para casa, mas na noite anterior não pôde dormir por mais de duas horas porque se sentiu extremamente ansiosa e angustiada e não sabe ao certo a razão. Assim que amanhece o dia, pede à enfermeira que chame a psicóloga que a atendeu durante a internação, pois precisa conversar com ela.
Nesse contexto, a psicóloga deve realizar uma psicoterapia
Leia o relato que segue.
G. perdeu a mãe aos onze meses de idade em um acidente automobilístico. Na ocasião, seu pai ficou tão abalado que não saiu do quarto por vários dias e não conseguiu atender às necessidades básicas do filho que era deixado sozinho no berço chorando por horas. Por essa razão, a família achou melhor que G. se mudasse para a casa da avó materna em outra cidade. Um tempo depois da mudança, G. passou a apresentar insônia e irritabilidade, com crises frequentes de birra e choro persistente. Em uma dessas crises, G. teve dificuldade de respirar, dificuldade que persistiu mesmo após cessar o choro. Sua avó achou prudente levá-lo ao hospital onde foi socorrido e, após diversos exames, diagnosticado com asma. Hoje, G. tem treze anos e já retornou para a casa do pai, com quem mantém uma relação muito conturbada. Ainda apresenta ataques de asma que podem surgir inesperadamente, mas são mais frequentes na época das avaliações escolares. Ele faz acompanhamento médico regular para a enfermidade.
Segundo Simonetti (2004), a psicologia hospitalar trata da identificação e do manejo dos aspectos psicológicos envolvidos no adoecimento, independentemente da posição que eles ocupam no processo. Em situações como a descrita no relato, os aspectos psicológicos estão funcionando como
Leia o caso a seguir.
H., de trinta e cinco anos, deu entrada no setor de emergência inconsciente. Depois do almoço, havia reclamado de dor epigástrica e, em seguida, teve crise convulsiva, aparentemente tônico-clônica generalizada, com queda ao solo e traumatismo craniano. Chegou ao hospital em estado de coma, trazida por seus familiares, que relataram bastante angustiados que H. teve convulsões.
Nessa situação, cabe ao psicólogo:
Quando o paciente hospitalizado encontra-se em uma posição de negação da doença, porém aceitando o tratamento oferecido, o psicólogo deve:
Freud propôs que se escutasse sob atenção flutuante, que não se fizesse uma seleção dos elementos do discurso do paciente. Em psicologia hospitalar isso significa que o psicólogo deve: