Questões de Concurso
Sobre psicologia hospitalar em psicologia
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De acordo com Romano (1999), existem basicamente quatro tipos de relações que interessam ao psicólogo hospitalar. Nesse contexto, relaciona a COLUNA I com a COLUNA II.
COLUNA I
1. Pessoa com pessoa.
2. Paciente com grupos.
3. Paciente com o processo do adoecer e com a situação da hospitalização.
4. Paciente consigo mesmo.
COLUNA II
( ) Família, equipe multidisciplinar, outros pacientes.
( ) Quem é o paciente e quem é o cuidador.
( ) Personalidade, necessidades, mitos e fantasias.
( ) Local físico onde o paciente se encontra.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Em relação às funções do psicólogo hospitalar, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Fazer com que o indivíduo aproprie-se de si mesmo, descubra-se, “cujo fim é o alargamento de suas possibilidades de compreensão de si e de auto – determinação”. (AVILA, 1995).
( ) Possibilitar que o paciente coparticipe para atingir qualidade de vida.
( ) Estimular a autonomia desse sujeito submetido a ações.
( ) Participar das decisões, no apropriar-se de informações.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Sobre o psicólogo hospitalar, assinale a alternativa INCORRETA:
A fase de depressão aparece vinculada tanto à possibilidade de morte real quanto simbólica, sendo esta ligada às perdas impostas em caráter permanente pela doença.
A busca por tratamentos alternativos, práticas religiosas de cura e dietas milagrosas diz respeito ao estágio emocional de barganha
No estágio da revolta, está em jogo um processo que envolve raiva, marcado pelo mecanismo psíquico da introjeção.
O chamado “pacto de silêncio”, em que familiares procuram não falar sobre a doença com o paciente, costuma, em geral, ser benéfico para o enfermo.
A negação é uma defesa temporária, nem sempre total, pois pode ocorrer de um paciente falar sobre sua doença, mas não se relacionar com ela, como se o doente fosse outra pessoa.
Em casos de maus-tratos a crianças e adolescentes, a fim de preservar a privacidade, o psicólogo que atua no hospital será obrigado a manter o sigilo.
No trabalho em equipe multiprofissional no hospital, todos os membros da equipe de saúde precisam, e devem, ter acesso a todas as informações sobre os pacientes.
A psico-oncologia parte do pressuposto de que, no tratamento do câncer, a doença segue seu curso, independentemente do estado emocional e social dos pacientes, e a única atuação do psicólogo nesse sentido deve ser a oferta de acolhimento e suporte emocional.
Em oncologia pediátrica, o psicólogo pode estar presente desde a entrada do paciente e da família no hospital, participando da comunicação do diagnóstico do tratamento, da alta e dos cuidados paliativos.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cuidados paliativos consistem na assistência que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais.
A psico-oncologia é uma área de atuação multidisciplinar, embora seja, no Brasil, desenvolvida sobretudo por psicólogos
O psicólogo não deve esperar que o paciente se aproprie de sua doença e participe das decisões, pois isso traria ao paciente mais responsabilidades, o que poderia agravar sua condição.
Não é possível atuar no nível psicoterapêutico como psicólogo hospitalar.
O psicólogo deve abster-se de intervir na relação equipe/paciente a fim de minimizar conflitos.