Questões de Concurso
Sobre psicologia da saúde em psicologia
Foram encontradas 6.890 questões
( ) Para o Conselho Federal, a atuação de psicólogos na prevenção ao suicídio não deve extrapolar as intervenções estritamente individuais e evitar a compreensão das condições de vida;
( ) O papel da psicologia é acolher e ressignificar esses sofrimentos, a partir do entendimento de como são produzidos nas instâncias sociais, históricas e culturais, sempre em diálogo com outros campos do saber;
( ) Ao debater o suicídio, se deve desconsiderar o atual cenário político brasileiro, de retrocessos na Política de Saúde Mental, com o retorno à lógica manicomial e a alteração na Lei de Drogas, que permite a internação involuntária de usuários de drogas sem a necessidade de autorização judicial, reforçando o modelo de abstinência e das comunidades terapêuticas em detrimento da Política de Redução de Danos e dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD);
( ) As práticas de exclusão social em curso nas políticas públicas devem ser consideradas no contexto do sofrimento mental e prevenção aos suicídios.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa que contém a sequência correto:
Atendimento de urgência na psicologia:
I- O cliente que enfrenta uma urgência psicológica precisa lidar com um acontecimento que não faz parte da rotina normal de uma pessoa, e essa situação provoca um quadro de stress e trauma;
II- Pode ser considerada uma urgência psicológica um acidente grave, uma situação de violência (sequestro, assalto, etc.), a morte súbita de um ente querido, entre outras;
III- O atendimento de urgência nunca é preventivo, trabalhando com o cliente com o principal objetivo de avaliar o impacto da situação traumática e evitar a consolidação de sintomas.
Dos itens acima:
I- Tristeza materna, blues puerperal ou baby blues: É definido como estado depressivo mais brando, transitório, que aparece em geral no terceiro dia do pós-parto e tem duração aproximada de duas semanas. Caracteriza-se por fragilidade, hiperemotividade, alterações do humor, falta de confiança em si própria, sentimentos de incapacidade. A equipe deve fornecer apoio à mulher e monitorar a evolução do quadro;
II- Depressão puerperal: os sintomas associados incluem perturbação do apetite, do sono, decréscimo de energia, sentimento de desvalia ou culpa excessiva, pensamentos recorrentes de morte e ideação suicida, sentimento de inadequação e rejeição ao bebê, humor deprimido, redução da autoconfiança e auto-estima, pessimismo, ansiedade e choro fácil, necessitando de abordagem multiprofissional e interconsulta com psiquiatra e/ou psicólogo;
III- Psicose pós-parto: manifestação mais rara, ocorre entre 1,1 e 4 puérperas para cada 1.000 nascimentos. O início é abrupto e os sintomas surgem até 2 ou 3 semanas pós-parto, ou seja, quando já se encontra fora da maternidade.
Dos itens acima:
Analise as enunciações seguintes:
I. "Capacidades intelectuais como: raciocinar, perceber, atentar, julgar, lembrar ou comunicar - são severamente afetadas".
II. "A conduta desvia-se muito dos padrões sociais aceitáveis".
Os elementos necessários nas enunciações, identifica, respectivamente:
Esta é a definição do conceito de:
COLUNA A I. Anseio e protesto. II. Desespero. III. Recuperação. IV. Entorpecimento
COLUNA B ( ) O enlutado deixa de procurar pela pessoa perdida e reconhece a imutabilidade da perda. O enlutado duvida de que qualquer coisa que valha a pena na vida possa ser preservada. É comum que ocorram afastamento das pessoas e das atividades, falta de interesse e inabilidade para se concentrar em funções rotineiras ou para iniciar atividades. Os sintomas somáticos persistem, incluindo falta de sono, perdas de apetite, peso e distúrbios gastrointestinais. ( ) É a reação inicial à perda por morte, em que ocorre choque, entorpecimento e descrença. A duração pode ser de poucas horas ou de muitos dias. A pessoa recentemente enlutada sente-se aturdida, atordoada, desamparada, imobilizada e perdida. Há também possíveis evidências de sintomas somáticos, como respiração curta e suspirante, rigidez no pescoço e sensação de vazio no estômago. Nessa fase, há a tentativa de automaticamente continuar vivendo como antes. ( ) Emoções fortes, com muito sofrimento psicológico e agitação física. À medida que se desenvolve a consciência da perda, há muito anseio de reencontrar a pessoa morta, com crises de profunda dor e espasmos incontroláveis de choro. Apesar da consciência da perda irreversível, o desejo de recuperar a pessoa, às vezes, é insuperável. Há momentos em que o indivíduo tem a viva sensação da presença do falecido. Às vezes, a culpa é dirigida contra outras pessoas, principalmente aquelas que oferecerem ajuda e consolo ao enlutado que, também, pode dirigir a raiva ao próprio morto por tê-lo abandonado. A pessoa enlutada vivencia inquietude como em busca do morto (principal característica dessa fase) e mostra-se obsessivamente preocupada com lembranças, pensamentos e objetos do falecido. Ocorrem também sentimentos contrários ou incompatíveis como esperança e desapontamento. ( ) A depressão e a desesperança começam a se entrelaçar a sentimentos mais positivos e menos devastadores. A pessoa enlutada pode aceitar as mudanças em si e na situação. Vem daí uma nova identidade que lhe permite desistir da ideia de recuperar a pessoa morta. Dá-se o retorno da independência e da iniciativa. Mesmo com o processo de recuperação ainda em andamento, é comum a volta de sintomas que haviam cedido, particularmente em datas que ativam lembranças, como dias de nascimento, morte e casamento.
Marque a alternativa que indica a sequência CORRETA.
A respeito dessa Lei, esta assegura que:
A promoção da saúde envolve estratégias pensadas com o intuito de evitar o surgimento de doenças, o que envolve o papel central do profissional de saúde enquanto produtor e disseminador do conhecimento.
Ações concernentes à educação constituem o eixo do trabalho de prevenção realizado nas unidades básicas.
A oferta de educação continuada, assim como o apoio a equipes de saúde prisional, não são atribuições que competem aos psicólogos da equipe, mas aos gestores.
Cabe ao psicólogo atuar na construção de planos de cuidado e projetos terapêuticos singulares.
Cabe ao psicólogo que atua na atenção básica à saúde o contato ativo e permanente com a população, ainda que de maneira indireta.