Questões de Concurso Sobre psicodiagnóstico e avaliação psicológica em psicologia

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Q3104820 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item que se segue, relativos à avaliação psicológica e a teorias psicoterápicas. 
Em se tratando de avaliação em saúde mental, a escolha dos instrumentos e técnicas a serem utilizados pelo psicólogo, no caso de Lívia, deve considerar, entre outros aspectos, o construto e o método de avaliação. 
Alternativas
Q3104819 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item que se segue, relativos à avaliação psicológica e a teorias psicoterápicas. 
Caso Lívia seja atendida por um psicólogo em ambulatório individual, é adequado que o profissional se utilize da entrevista semiestruturada, seguindo um roteiro padronizado na avaliação de um possível diagnóstico. 
Alternativas
Q3104816 Psicologia

        Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 


Considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue os itens a seguir. 

Por se tratar de uma avaliação inicial multidisciplinar que já contempla a escuta de um psicólogo, é vedada a participação ou intervenção de outro psicólogo na prestação de serviços psicológicos no atendimento ou na proposta de trabalho multidisciplinar com Lívia e sua família. 
Alternativas
Q3103482 Psicologia
Um estudante de 8 anos com TDAH foi submetido à avaliação neuropsicológica utilizando a Escala Wechlser (WISC-IV). Qual dos seguintes índices é mais provável que represente seu melhor desempenho?
Alternativas
Q3103481 Psicologia
A avaliação psicológica é um processo técnico e científico que requer metodologias específicas. Assim, avalie as proposições:

I. A avaliação psicológica deve considerar os condicionantes históricos e sociais e seus efeitos no psiquismo.
II. A testagem psicológica é sinônimo de avaliação psicológica.
III. A avaliação psicológica pode ser realizada sem planejamento prévio.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103469 Psicologia
Durante uma avaliação com a Escala Wechsler (WISC-IV), uma criança de 6 anos diagnosticada com TDAH apresentou dificuldades significativas em um dos subtestes. Qual subteste é mais provável que tenha sido o mais desafiador para essa criança?
Alternativas
Q3103395 Psicologia
Os testes projetivos revelam algumas características da personalidade, como:

(__) - Dinamismo e iniciativa;
(__) - Relacionamento interpessoal;
(__) - Sociabilidade;
(__) - Introversão.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência das proposições acima é: 
Alternativas
Q3102180 Psicologia
Para que seja realizada uma avaliação psicológica, o avaliador deve cumprir algumas regras de forma que a avaliação seja cumprida de maneira ordeira e chegue ao ponto ápice do desejo do paciente. Considerando isso, avalie as afirmativas a seguir relativas às competências do avaliador.

I- Ser capaz de estar presente, no sentido de que a formatação remota não é correlacionada à visão entrevista/entrevistado numa avaliação psicodiagnóstica.
II- Reconhecer defesas e modos de estruturação do paciente, especialmente quando atuam diretamente entre o entrevistador e o entrevistado.
III- Buscar entender a dinâmica do entrevistado a fim de avaliar seu contexto social demográfico e suas inteirações políticas, sendo assim avaliado como um ser biopsicossocial.
IV- Ajudar o paciente a sentir-se à vontade facilitando de forma que a pessoa compreenda os motivos que a fez procurar ajuda, mas nunca perder a oportunidade de confrontação e sinalização de esquiva, gentilmente.
Fonte: CUNHA, Jurema Alcides. Psicodiagnóstico V. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

Está CORRETO apenas o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095559 Psicologia
A avaliação neuropsicológica da linguagem busca entender déficits linguísticos e comunicativos de maneira ampla, considerando aspectos como funções linguísticas, atividades comunicativas e fatores psicossociais. Sobre os procedimentos e ferramentas dessa abordagem, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095558 Psicologia
A avaliação neuropsicológica envolve o estudo intensivo do comportamento por meio de entrevistas, questionários e testes normatizados que permitam obter desempenhos relativamente precisos. Os objetivos da avaliação neuropsicológica são:

I. Auxílio diagnóstico.
II. Auxílio no prognóstico.
III. Auxílio para planejamento da reabilitação.
IV. Perícia.

Quais estão corretos?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095552 Psicologia
De acordo com as concepções de Jurema Alcides Cunha (2007), o processo do psicodiagnóstico pode ter um ou vários objetivos, dependendo dos motivos alegados ou reais do encaminhamento e/ou da consulta, que norteiam o elenco de hipóteses inicialmente formuladas, e delimitam o escopo das avaliações. Com base no exposto, analise as afirmações abaixo:

1. O objetivo da avaliação compreensiva considera o caso em uma perspectiva mais global, determinando o nível de funcionamento da personalidade, examinando funções do ego, em especial quanto ao insight, para indicação terapêutica ou, ainda, para estimativa de progressos ou resultados de tratamento.
2. O objetivo de entendimento dinâmico pode ser considerado como uma forma de avaliação compreensiva, já́ que enfoca a personalidade de maneira global. Através do exame, procura-se entender a problemática de um sujeito, com uma dimensão mais profunda, na perspectiva histórica do desenvolvimento, investigando fatores psicodinâmicos, identificando conflitos.
3. O exame do estado mental do paciente é um tipo de recurso diagnóstico que envolve a exploração da presença de sinais e sintomas, eventualmente utilizando provas muito simples, não padronizadas, para uma estimativa sumária de algumas funções, como atenção e memória.
4. O diagnóstico diferencial investiga irregularidades e inconsistências do quadro sintomático e/ou dos resultados dos testes para diferenciar categorias nosológicas, níveis de funcionamento, etc.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095545 Psicologia
Sobre a avaliação neurológica do paciente com transtorno mental, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A avaliação neurológica depende de anamnese bem escolhida e de exame neurológico objetivo que, bem realizado, visa identificar topograficamente uma possível lesão ou disfunção no sistema nervoso central e/ou periférico.
II. A avaliação neurológica baseia-se sobretudo no exame neurológico. Neste, a presença de sinais neurológicos claramente patológicos, como o reflexo de Ferguson e as simetrias, são aspectos muito relevantes.
III. A avaliação neurológica inclui a assimetria da força muscular nos membros, dos reflexos miotáticos profundos e musculocutâneos superficiais, como também as diversas alterações sensitivas (tátil, dolorosa, vibratória, térmica, etc.).
IV. De particular importância em neuropsiquiatria são alguns sinais e reflexos neurológicos, ditos primitivos, indicadores de lesão cerebral difusa, encefalopatia, ou lesões frontais difusas sem que haja, necessariamente, outros sinais localizatórios.
Alternativas
Q3092234 Psicologia

        Margarida, de 72 anos de idade, foi levada por sua filha, Ângela, ao pronto-socorro, por apresentar quadro de desorientação temporal e espacial, anosognosia, agressividade e recusa alimentar. Segundo Ângela, há alguns meses sua mãe vem apresentando prejuízos de memória e de aprendizagem; inicialmente, associou o declínio de Margarida à perda de uma amiga muito próxima e até levou a mãe à consulta com geriatra, que solicitou alguns exames laboratoriais complementares à avaliação clínica. Nesse contexto, Margarida iniciou medicação para o tratamento de possível quadro depressivo. Tendo percebido a fraqueza da mãe devido à recusa alimentar e sua piora progressiva em pouco tempo, Ângela resolveu levá-la ao pronto-socorro, onde Margarida está internada há dois dias, para melhor investigação do quadro. 


Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, referente ao processo de envelhecimento, a doenças crônicas e degenerativas e à saúde mental na terceira idade. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, referente ao processo de envelhecimento, a doenças crônicas e degenerativas e à saúde mental na terceira idade. 


Testes cognitivos de rastreio são recomendados no caso de Margarida, apesar de não permitirem uma avaliação global de sua cognição.

Alternativas
Q3092233 Psicologia

        Margarida, de 72 anos de idade, foi levada por sua filha, Ângela, ao pronto-socorro, por apresentar quadro de desorientação temporal e espacial, anosognosia, agressividade e recusa alimentar. Segundo Ângela, há alguns meses sua mãe vem apresentando prejuízos de memória e de aprendizagem; inicialmente, associou o declínio de Margarida à perda de uma amiga muito próxima e até levou a mãe à consulta com geriatra, que solicitou alguns exames laboratoriais complementares à avaliação clínica. Nesse contexto, Margarida iniciou medicação para o tratamento de possível quadro depressivo. Tendo percebido a fraqueza da mãe devido à recusa alimentar e sua piora progressiva em pouco tempo, Ângela resolveu levá-la ao pronto-socorro, onde Margarida está internada há dois dias, para melhor investigação do quadro. 


Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, referente ao processo de envelhecimento, a doenças crônicas e degenerativas e à saúde mental na terceira idade. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, referente ao processo de envelhecimento, a doenças crônicas e degenerativas e à saúde mental na terceira idade. 


Eventual avaliação cognitiva de Margarida consistirá em uma avaliação neuropsicológica a ser realizada por médico em conjunto com psicólogo, a fim de que sejam identificados os domínios prejudicados e proposta, multidisciplinarmente, a devida intervenção. 

Alternativas
Q3092219 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


A pouca idade de Beto inviabiliza a utilização de métodos projetivos em sua avaliação psicológica. 

Alternativas
Q3092218 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


O contexto escolar deverá ser levado em consideração na avaliação psicológica de Beto. 

Alternativas
Q3092217 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


Na avaliação psicológica de Beto, devem ser considerados não apenas o seu nível de desenvolvimento infantil, mas também suas possíveis alterações, bem como seu nível cognitivo, sua afetividade, sua atenção, seu humor, suas habilidades sociais, entre outros aspectos. 

Alternativas
Q3092215 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


A avaliação psicológica de Beto deverá fornecer informações cientificamente embasadas e fundamentadas que orientem as tomadas de decisão, com base no funcionamento psicológico da criança. 

Alternativas
Q3092214 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


Para a avaliação psicológica de Beto, é essencial a inclusão de testes padronizados para a investigação de autismo, dadas as características da criança relatadas tanto pelos pais quanto pela professora. 

Alternativas
Q3092208 Psicologia

 Beto, de 4 anos de idade, foi levado por seus pais a avaliação psicológica por encaminhamento escolar.


        De acordo com o relato dos pais, “Beto sempre teve problemas para comer. Ele é de época. Tem épocas em que só quer comer batata frita. Passa a fase e ele só aceita carne vermelha ou biscoito de arroz — e tem que ser da marca que ele gosta. Caso contrário, é muito choro e muito grito. Verdura ou fruta não adianta nem tentar. Nunca aceitou. Beto sempre foi uma criança tranquila, sempre dormiu bem. Desde pequeno, era capaz de adormecer sem auxílio. Mas sempre foi muito chorão. Na escola, participa pouco das atividades em conjunto. Temos a impressão de que é por ele ter dificuldade em dividir, em ser contrariado e falar de maneira que o outro entenda” (sic).


        Segundo relato da professora, “Beto é uma criança agressiva, que passa a maior parte do tempo isolada, com baixa habilidade de corrida e dificuldade no manejo da tesoura, e ainda apresenta dificuldade em atender a comandos. Se deixar, ele passa o dia todo desenhando suas garatujas e agrupando blocos de mesma cor” (sic).


Considerando o caso hipotético apresentado, julgue o seguinte item, referente à psicologia do desenvolvimento e a teorias e técnicas psicoterápicas.


Os objetivos da avaliação psicológica de Beto estarão intrinsecamente relacionados ao motivo do encaminhamento. 

Alternativas
Respostas
1021: C
1022: C
1023: E
1024: C
1025: B
1026: D
1027: D
1028: D
1029: C
1030: E
1031: E
1032: E
1033: E
1034: E
1035: E
1036: C
1037: C
1038: C
1039: E
1040: C