Questões de Concurso
Sobre psicodiagnóstico e avaliação psicológica em psicologia
Foram encontradas 4.305 questões
I. Em todas as atividades clínicas, e dentre elas se inclui o psicodiagnóstico, é necessário partir de um enquadre.
II. Alguns profissionais afirmam que trabalham sem enquadre. Esta afirmação, no entanto, encerra uma falácia, pois essa posição de não enquadre já é por si só uma forma de enquadre, em todo caso do tipo laissez-faire.
III. A qualidade e o grau da patologia do consultante nos obrigam a adaptar o enquadre a cada caso. Não é possível trabalhar da mesma forma com um paciente neurótico, com um psicótico, ou com um psicopata grave.
IV. A idade do paciente não influi no enquadre escolhido; é impossível trabalhar sem um enquadre. Entretanto, não existe um único enquadre.
Está correto o que se afirma apenas em
I. “O exame compara a amostra do comportamento do examinando com os resultados de outros sujeitos da população geral ou de grupos específicos, com condições demográficas equivalentes; esses resultados são fornecidos em dados quantitativos, classificados sumariamente, como em uma avaliação de nível intelectual”.
II. “Pressupõe um nível mais elevado de inferência clínica, havendo uma integração de dados com base teórica. Permite chegar a explicações de aspectos comportamentais nem sempre acessíveis na entrevista, à antecipação de fontes de dificuldades na terapia e à definição de focos terapêuticos etc.”.
III. “Hipóteses iniciais são testadas, tomando como referência critérios diagnósticos”.
IV. “É determinado o nível de funcionamento da personalidade, são examinadas as funções do ego, compreensiva em especial a de insight, condições do sistema de defesas, para facilitar a indicação de recursos terapêuticos e prever a possível resposta aos mesmos”.
V. "Ultrapassa a classificação simples, interpretando diferenças de escores, identificando forças e fraquezas e descrevendo o desempenho do paciente, como em uma avaliação de déficits neuropsicológicos”.
A opção CORRETA com os nomes dos objetivos citados acima, respectivamente, é:
Qual definição a seguir, não condiz com o termo que está definindo:
“A [...] pressupõe uma reconstituição global da vida do paciente, como um marco referencial em que a problemática atual se enquadra e ganha significação. Frequentemente, a [...] é delineada de forma mais sistemática e formal, produzindo um acúmulo de dados que não contribuem para o entendimento do caso. Um enfoque puramente normativo pode ter sentido quando há suspeitas de desvios de desenvolvimento numa criança. Caso contrário, muitas vezes, a série de dados, conseguidos exaustivamente, em busca de uma precisão cronológica, pode ser resumida, porque os dados são importantes, em vista de sua ‘possível conexão com a enfermidade corrente’, como lembram MacKinnon & Yudofsky (1988, p.17).”
O trecho acima se refere a:
O autor está se referindo a:
( ) Procurar solver questões relacionadas com inimputabilidade, como aptidão para o exercício de funções de cidadão, avaliação de inépcia ou de barreiras psicopatológicas.
( ) Especificar prognóstico e diagnóstico referencial.
( ) Captar dados sobre a história clínica e história pessoal, buscando distinguir denominadores comuns com a circunstância atual, do ponto de vista psicopatológico e dinâmico.
( ) Estabelecer um plano de avaliação.
( ) Proceder com o exame do estado mental do paciente (subjetivo), eventualmente completado por outras fontes (exame objetivo).
“O fato de o terapeuta jogar livremente com a criança (...) tem grande importância para o sucesso da técnica, pois não dá à criança a impressão de que está sendo avaliada, como ocorre, com frequência, quando lhe é aplicado um teste psicológico”.
Nesse trecho, Araújo (2007) refere-se ao