Questões de Concurso Sobre outros transtornos em psicologia

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Q1868463 Psicologia
Com referência aos processos de desenvolvimento normal e psicopatológico de crianças e adolescentes, assinale a opção correta.
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Q1858524 Psicologia
No transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH): I – Há dificuldade marcante de prestar atenção a estímulos internos e externos, pois o paciente, geralmente, criança ou adolescente, tem a capacidade prejudicada em organizar e completar tarefas, assim como relutância em controlar seus comportamentos e impulsos. II – A atenção constante prejudicada não parece ser o aspecto primário dessa condição. A dificuldade maior ocorre quando se faz necessário um estado de vigilância para detectar informação frequente, sobretudo quanto tal informação é, motivacionalmente, importante para o sujeito. III – Crianças têm prejuízo relacionado à filtragem de estímulos irrelevantes à tarefa (embora seja questionável se a filtragem atencional é ou não o principal problema das pessoas).
Dos itens acima:
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Q1835299 Psicologia
Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, levando em conta as características do Transtorno da Linguagem, conforme o DSM-V. ( ) História familiar positiva para transtornos de linguagem costuma estar presente, como uma característica associada que apoia o diagnóstico. ( ) O Transtorno da Linguagem, em particular as deficiências expressivas, pode ser comórbido com Transtorno da Fala. ( ) Os transtornos da linguagem são muito pouco herdáveis, e membros da família não têm maior propensão a apresentar história de prejuízo na linguagem. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q1830324 Psicologia
De acordo com o Jornal de Brasília (ALVES, 2019), é necessário que o terapeuta da abordagem cognitivo-comportamental identifique os seguintes aspectos relatados pelo paciente: ambiente onde ocorreu o problema; pensamentos envolvidos em relação ao problema; sentimentos e estado de humor em relação ao problema e reação física, comportamental e emocional. Nesta reportagem, Alves relata que os pacientes depressivos “são indivíduos que não conseguem viver o presente, sempre revivendo e repensando situações já acontecidas”. 
Assim, é correto afirmar que são sintomas característicos da depressão
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Q1829521 Psicologia
Não corresponde a uma psicopatologia:
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Q1829518 Psicologia

Sinal indicativo de transtorno de desenvolvimento da linguagem:


I - Apresentar sérias dificuldades para aprender a leitura e escrita.

II - Fala inteligível.

III - Inversão da ordem das palavras.


Dos itens acima:

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Q1817370 Psicologia
Assinale a alternativa que corresponde a Síndrome Infantil de Strauss:
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Q1813174 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
No caso de crianças, o insucesso em obter o ganho de peso esperado pode ser um sintoma, em associação a outros, de transtorno depressivo maior.
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Q1813173 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
Capacidade de concentração diminuída, assim como a apresentada por João, pode caracterizar quadros de transtorno de ansiedade de separação.
Alternativas
Q1813172 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
João apresenta um quadro de distimia, com sintomas que causam sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento social.
Alternativas
Q1813171 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
A relutância de João em sair ou afastar-se de casa condiz com um quadro fóbico.
Alternativas
Q1813170 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
João apresenta sintomas considerados critérios para transtorno depressivo persistente, entre os quais a duração da perturbação por período igual ou superior a um ano.
Alternativas
Q1813169 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
João apresenta sintomas positivos, característicos de quadros psicóticos, em especial, transtorno delirante.
Alternativas
Q1813168 Psicologia
     A escola encaminhou João, 15 anos de idade, para atendimento psicológico após denúncia de colegas de que João estava se automutilando e postando fotos em redes sociais. Diagnosticado com depressão aos 8 anos, ele iniciou acompanhamento psiquiátrico e psicológico à época. Recebeu alta após dois anos de tratamento. Há duas semanas, a pedido da escola, a mãe procurou atendimento psicológico para nova avaliação.
     João compareceu ao atendimento psicológico acompanhado de seus pais, Ana e Antônio, que estavam muito preocupados com o filho. Havia cerca de 10 meses João mostrava-se muito agressivo e explosivo, ficava muito tempo no celular e vinha apresentando baixo rendimento escolar. A mãe relatou que o filho sempre fora vaidoso e preocupado com a aparência, mas que vinha negligenciando a higiene básica. Ele se recusava a tomar banho sozinho e não cortava nem penteava o cabelo. João relatou que tinha medo de tomar banho. João fez o seguinte relato: “muitos pensamentos invadiam no momento em que eu estava sozinho, principalmente no banho. Quando estou envolvido ou prestando atenção em alguma coisa, eles me incomodam menos. Mas parece que no banho, eles tomam conta de mim” (sic). E seguiu, no atendimento individual: “Meus pais nem desconfiam, mas estou mal há mais de um ano. Na verdade, sempre fui desse jeito! Mas tem dois anos que estou pior. Não sinto fome. Tem dia que faço apenas uma refeição. Passo o dia inteiro na escola. Finjo que estudo. Não consigo aprender nem me concentrar em nada. Começo a resolver um exercício e, daqui a pouco, não sei nem o que estou fazendo. Estou levando a escola como posso. Sinto que sou um peso pra todo mundo. Me sinto só em todos os lugares que estou. Mas sempre foi assim. Só está um pouco pior, e não sei nem o porquê. Não sinto vontade de sair da minha cama”(sic).

Considerando o caso clínico apresentado, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V) e diversos aspectos relacionados a psicopatologias, julgue o item seguinte. 
João apresenta personalidade borderline, tendo em vista a apresentação de sintomas psicóticos associados à sua estrutura neurótica.
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Q1804008 Psicologia
Severino, 27 anos, aluno do curso de Enfermagem, procura apoio no setor de assistência ao aluno com queixas de perseguição em sala de aula, ser motivo de comentários maldosos sobre sua sexualidade. Segundo Severino, um de seus professores o persegue ao expor suas limitações e prováveis tendências que o colocam em situações constrangedoras diante da turma. Além disso, o aluno comenta que tem certeza que seus colegas de classe o rejeitam por exalar fortes odores. Por último, relata que isso o levou a ouvir vozes autoritárias que o inibem e que o tem deixado perturbado. Ele acredita que todos seus companheiros de turma conseguem ler seus pensamentos. A hipótese diagnóstica desse caso é:
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Q1804007 Psicologia
Como psicólogo de uma instituição de ensino você é procurado por um aluno que se diz desmotivado por não conseguir controlar seus sintomas como tremor, sudorese, taquicardia, pensamentos recorrentes de morte, dentre outros. Ele evita participar de apresentação de seminários relatando que a sensação será de constrangimento, por não dar conta do recado. Um dos motivos do pedido de ajuda foi a certeza do baixo rendimento e consequente reprovação em seu curso. Essa rápida descrição clínica corresponde:
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Q1803987 Psicologia
Segundo a CID-10, caracteriza-se por autodramatização, teatralidade, expressão exagerada de emoções, sugestionabilidade, afetividade superficial e lábil, busca contínua de excitação, sedução inapropriada em aparência ou comportamento, preocupação excessiva com atratividade física, o transtorno de personalidade:
Alternativas
Q1803983 Psicologia
Em pessoas com transtorno ciclotímico ocorrem episódios relativamente leves e curtos de euforia – hipomania, que se alternam com episódios leves e curtos de tristeza, depressão. Qual afirmativa expressa melhor esse transtorno?
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: FAMEMA Prova: FGV - 2021 - FAMEMA - Terapia Ocupacional |
Q1797443 Psicologia
Associe os critérios diagnósticos da depressão, listados a seguir, aos itens a eles relacionados, que devem ser considerados na avaliação dos profissionais de saúde.
1. Sintomas psíquicos. 2. Sintomas fisiológicos. 3. Alterações de comportamento.
( ) Alterações do sono, do apetite e redução do interesse sexual. ( ) Anedonia, redução da capacidade de pensar e de se concentrar. ( ) Retardo ou agitação psicomotora, retraimento social e crises de choro.
Assinale a opção que apresenta a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: FAMEMA Prova: FGV - 2021 - FAMEMA - Psicologia |
Q1797259 Psicologia
Um paciente atendido na emergência de um hospital com queixa de taquicardia é encaminhado ao serviço de psicoterapia, depois de exames que descartaram comprometimento físico.
Ao longo das sessões, relata retraimento social desde a infância, referindo lembranças de isolamento em várias situações sociais. Quando se sentia observado por uma ou mais pessoas, era progressivamente acometido por tique motor caracterizado pela contração da musculatura da face e, por isso, procurava esconder parte do rosto com as mãos, se esquivando ou encerrando contato social para sair do local. O mal-estar aumentava subitamente frente à ideia de ser observado e de crítica alheia, levando a sudorese e vertigem.
Face à descrição apresentada, assinale a opção que identifica corretamente o transtorno em questão.
Alternativas
Respostas
421: B
422: D
423: D
424: A
425: E
426: D
427: A
428: C
429: E
430: C
431: E
432: C
433: E
434: E
435: D
436: B
437: D
438: C
439: B
440: C