Questões de Concurso
Sobre legislação de psicologia e resoluções do conselho federal de psicologia em psicologia
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O conflito existente entre o funcionário e o responsável pela área não deve ser administrado pelo setor de qualidade de vida no trabalho, mas pela alta administração da empresa, por se tratar de comportamento antiético, passível de demissão.
Um ambiente de trabalho agradável pode melhorar o relacionamento interpessoal e a produtividade dos funcionários, reduzir acidentes e doenças, bem como o absenteísmo e a rotatividade de pessoal.
Caso o psicólogo seja demitido ou transferido do seu posto de trabalho, ele deverá repassar todo o material ao psicólogo substituto, porém, não havendo outro profissional habilitado para substituí-lo, deverá encaminhar todos os arquivos lacrados à direção da empresa.
O psicólogo que atendeu o funcionário deve considerar as relações de poder existentes no ambiente organizacional e se posicionar de forma crítica, conforme os princípios do código de ética profissional, mesmo que estes sejam contrários aos interesses da empresa.
A declaração expedida pelo psicólogo visa informar as condições do atendimento prestado, tais como o tempo de acompanhamento, o dia e a hora de sua realização.
O parecer psicológico consiste em documento produzido em decorrência de avaliação psicológica que deve ser fundamentado em referencial teórico-científico e em dados colhidos e analisados.
Os documentos produzidos pelo psicólogo, que consistem em meios de informar a ocorrência de fatos ou situações relacionadas ao atendimento psicológico, têm caráter definitivo, técnico e objetivo.
No processo de avaliação psicológica, os contextos histórico e social são os principais fatores a serem considerados no objeto de investigação, uma vez que os aspectos econômicos e políticos extrapolam a esfera psicológica.
No atestado psicológico, não devem ser registrados os sintomas ou os estados psicológicos da pessoa atendida, a fim de se resguardar a integridade desta.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e das abordagens teóricas da psicologia.
O longo tempo de acompanhamento psicológico, mais de dez anos, indica a gravidade do quadro psicótico apresentado pela jovem, principalmente no que diz respeito à dependência, à passividade e ao transtorno de humor.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e das abordagens teóricas da psicologia.
A jovem estabeleceu relação simbiótica com sua mãe, sendo esta a causa principal de sua dificuldade em desenvolver protagonismo e autonomia, características essenciais para o desenvolvimento da vida adulta.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e das abordagens teóricas da psicologia.
Nesse caso, para iniciar o tratamento, quando a jovem era ainda criança, o psicólogo necessitou de autorização de ambos os responsáveis — pai e mãe —, dada a previsão desta determinação no Código de Ética Profissional do Psicólogo.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo e das abordagens teóricas da psicologia.
Nesse caso, o psicólogo deve levar em consideração, segundo as contribuições de Jacob Moreno, a força de coesão tele, o inconsciente e o sistema de defesa psíquico da paciente.
Uma jovem de vinte e três anos de idade, filha primogênita, em acompanhamento psicológico desde os nove anos de idade, em virtude de passividade exacerbada nos relacionamentos interpessoais, mostrou-se, no início do tratamento, ansiosa e com dependência significativa de sua mãe. Ao longo do seu desenvolvimento, apresentou outras queixas, tais como alteração repentina de humor, agressividade, insegurança e angústia. As manifestações clínicas mais recentes relatadas pela jovem foram dificuldade na tomada de decisões e na iniciação de projetos pessoais, sentimentos de desamparo ao estar sozinha e preocupação exacerbada com a possibilidade de deixar de receber cuidado e apoio das pessoas que considera em seu rol de amizade.
A maneira de pensar e de processar informações da jovem contribui para a fomentação e a manutenção do comportamento dependente, de acordo com a perspectiva da psicologia cognitiva.