Questões de Concurso
Sobre abordagem centrada na pessoa em psicologia
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Julgue o item que se segue.
O modelo humanista parte da hipótese de que as
emoções, os comportamentos e a fisiologia de uma
pessoa são influenciados pela própria percepção dos
eventos; assim, a interpretação de uma situação pode
levar a pensamentos automáticos que geram uma
reação.
I. O organismo, psicologicamente concebido, é o foco de toda a experiência. II. O self é um dos construtos centrais. III. O modelo se baseia na suposição de que os organismos têm um motivo fundamental para melhorar.
Está(ão) CORRETO(S):
Os pilares do processo psicoterapêutico da ACP são
A Abordagem Centrada na Pessoa – ACP é um tipo de abordagem em psicologia desenvolvida por Carl Rogers na década de 1940, nos Estados Unidos. A partir das influências do gestaltismo, do funcionalismo americano, das teorias do self e da psicanálise, Rogers desenvolve uma psicoterapia caracterizada pela crença nas potencialidades do desenvolvimento psicológico em condições realistas, sensíveis e compreensivas.
O pensamento rogeriano pode ser distinguido a partir de três fases. Assinale a alternativa que apresenta essas fases.
Sobre a Terapia Central na Pessoa, analise, abaixo, as assertivas:
1. O terapeuta atua como facilitador do processo de desenvolvimento do cliente.
2. A terapia é centrada nas demandas e no ritmo do cliente, não sendo conduzida pelo terapeuta, baseando-se no princípio da não-diretividade.
3. De acordo com Rogers, as atitudes de empatia, consideração positiva incondicional e congruência, quando presentes em qualquer relacionamento interpessoal, promovem a liberação desta tendência atualizante.
4. Para a Abordagem Centrada na Pessoa, há três tipos de intervenções verbais que podem ajudar o cliente a esclarecer os seus sentimentos, estimulando os seus pensamentos, sem distorcer aquilo que o cliente está trazendo. São elas a reiteração, o reflexo de sentimentos e a elucidação.
Estão corretas:
1 - Carl Rogers.
2 - C.G. Jung.
3 - Skinner.
4 - Adler.
5 - Bandura.
( ) Este autor sempre afirmou que a melhor forma de estudar o comportamento é observar como ele se relaciona a eventos antecedentes, além disso argumentava que em uma análise funcional do comportamento não há nenhum imperativo de se examinar mecanismos que poderiam atuar dentro do organismo.
( ) Acreditava que o interesse social é inato, as pessoas são sociais por natureza, não por hábito. Todavia, como qualquer outro potencial natural, essa predisposição inata não se desenvolve espontaneamente, mas carece ser orientada e habilitada para se realizar.
( ) Afirmou, que ao representar simbolicamente implicações previsíveis, as pessoas podem transformar futuros efeitos em motivadores atualizados do comportamento, logo, a maior parte das ações está largamente sob controle antecipatório.
( ) Preconizava que todas as decisões importantes na vida solicitam que seja dado um devido apreço aos fatores inconscientes, e também aos conscientes, para que haja êxito, disse ainda, que inadequação e infelicidade se explicam pelo desenvolvimento unilateral da personalidade, ao ignorar aspectos sombrios da natureza humana, essas facetas descuidadas geram perturbações na psique.
( ) Este autor levantava a hipótese que quando os clientes (pacientes) percebem que o terapeuta tem uma consideração positiva incondicional por eles e uma compreensão empática de sua estrutura interna de referência, é iniciado um processo de mudança. No decorrer de tal processo, estão cada vez mais conscientes de seus verdadeiros sentimentos e experiências, e seu autoconceito se contorna mais congruente com as experiências totais do organismo.