Questões de Concurso
Sobre paulo freire em pedagogia
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aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula
é, assim, um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos
cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas
de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas
incertezas.
Paulo Freire. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997, p. 96 (com adaptações).
A respeito da relação professor/aluno, abordada no texto acima,
julgue os próximos itens.
educação.
Paulo Freire (2003, p. 36) afirma que “a promoção da ingenuidade à criticidade não pode e não deve ser feita à distância de uma rigorosa formação ética ao lado sempre da estética. Decência e boniteza de mãos dadas.” O agir pedagógico coerente com essa assertiva pressupõe a capacidade
I – Paulo Freire II – Durkheim III – Marx IV – Platão V – Weber e os newliberianos
( ) A educação bancária é monológica e conduz à opressão; nela os estudantes são objetos.
( ) A educação desenvolve, na força de trabalho, habilidades e atitudes convenientes às estruturas econômica e de poder.
( ) A educação é vista como o mecanismo básico para a constituição de sistemas sociais e de manutenção e perpetuação destes em forma de sociedades.
( ) Reserva à educação um papel de fundamental importância na sociedade. Para este pensador, o governo deveria ser controlado pelos filósofos, os únicos realmente capazes de solucionar os problemas sociais com sabedoria e justiça.
( ) A educação pode servir de marca de identificação de um grupo de status, assim como critério de seleção que não está, necessariamente, ligado à competência.
A sequência correta é:
( ) São elementos de um plano de ensino: objetivos, conteúdos, procedimentos (estratégias), recursos didáticos e avaliação.
( ) Segundo Paulo Freire “Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua produção ou a sua construção”.
( ) Para um melhor desempenho do processo ensino-aprendizagem, o professor pode utilizar de vários instrumentos disponíveis como: mídia, jogos, recursos tecnológicos, livros didáticos e paradidáticos, entre outros para realização da atividade docente.
( ) A LDBEN No 9394/96 exige uma carga horária mínima de 800 horas distribuídas por um mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar.
Assinale a alternativa que representa a seqüência correta, de cima para baixo:
1. Perspectiva Compartimentada.
2. Perspectiva Globalizada.
( ) O conhecimento é concebido como instrumento para compreensão do mundo e possível intervenção da realidade.
( ) O professor intervém no processo de aprendizagem dos alunos, criando situações problematizadoras.
( ) O aluno é visto como sujeito dependente, que recebe passivamente o conteúdo transmitido pelo professor.
( ) O conteúdo a ser estudado determina o problema.
( ) Há uma sequenciação rígida dos conteúdos das disciplinas, com pouca flexibilidade no processo de aprendizagem.
( ) O problema determina o conteúdo a ser estudado.
( ) O conhecimento é visto como acúmulo de fatos e informações isoladas.
( ) O aluno é visto como sujeito ativo que usa sua experiência e conhecimento para resolver problemas.
A sequência está correta em:
TEXTO 1
A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. (...)
Este movimento dinâmico é um dos aspectos centrais, para mim, do processo de alfabetização. Daí que sempre tenha insistido em que as palavras com que organizar o programa da alfabetização deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando a sua real linguagem, os seus anseios, as suas inquietações, as suas reivindicações, os seus sonhos. Deveriam vir carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador. A pesquisa do que chamava universo vocabular nos dava assim as palavras do Povo, grávidas de mundo. (...)
De alguma maneira, porém, podemos ir mais longe e dizer que a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa forma de “escrevê-lo” ou de “reescrevê-lo”, quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente.
(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam - texto adaptado)
Com base no TEXTO 1, responda à questão.
O TEXTO 1 expressa a convicção do autor de que a
educação:
TEXTO 1
A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. (...)
Este movimento dinâmico é um dos aspectos centrais, para mim, do processo de alfabetização. Daí que sempre tenha insistido em que as palavras com que organizar o programa da alfabetização deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando a sua real linguagem, os seus anseios, as suas inquietações, as suas reivindicações, os seus sonhos. Deveriam vir carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador. A pesquisa do que chamava universo vocabular nos dava assim as palavras do Povo, grávidas de mundo. (...)
De alguma maneira, porém, podemos ir mais longe e dizer que a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa forma de “escrevê-lo” ou de “reescrevê-lo”, quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente.
(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam - texto adaptado)
Com base no TEXTO 1, responda à questão.
Paulo Freire representa um marco na educação popular do
Brasil por sua proposta, retratada no TEXTO 1, de uma
educação libertária, na qual:
TEXTO 1
A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. (...)
Este movimento dinâmico é um dos aspectos centrais, para mim, do processo de alfabetização. Daí que sempre tenha insistido em que as palavras com que organizar o programa da alfabetização deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando a sua real linguagem, os seus anseios, as suas inquietações, as suas reivindicações, os seus sonhos. Deveriam vir carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador. A pesquisa do que chamava universo vocabular nos dava assim as palavras do Povo, grávidas de mundo. (...)
De alguma maneira, porém, podemos ir mais longe e dizer que a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa forma de “escrevê-lo” ou de “reescrevê-lo”, quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente.
(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam - texto adaptado)
Com base no TEXTO 1, responda à questão.
O primeiro parágrafo do TEXTO 1 remete diretamente à
expressão:
TEXTO 1
A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. (...)
Este movimento dinâmico é um dos aspectos centrais, para mim, do processo de alfabetização. Daí que sempre tenha insistido em que as palavras com que organizar o programa da alfabetização deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando a sua real linguagem, os seus anseios, as suas inquietações, as suas reivindicações, os seus sonhos. Deveriam vir carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador. A pesquisa do que chamava universo vocabular nos dava assim as palavras do Povo, grávidas de mundo. (...)
De alguma maneira, porém, podemos ir mais longe e dizer que a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa forma de “escrevê-lo” ou de “reescrevê-lo”, quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente.
(FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam - texto adaptado)
Com base no TEXTO 1, responda à questão.
A proposta de Paulo Freire comentada no TEXTO 1 evidencia
que ele acata os princípios teóricos de:
Com relação às concepções educacionais de importantes pensadores e educadores do século XX, que influenciaram atividades educacionais no âmbito formal e não-formal, analise as afirmativas a seguir.
I. Paulo Freire, ao analisar o comportamento das crianças, propôs a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: Sensório-motor, Pré-operacional (Pré-Operatório), Operatório concreto e Operatório formal. O desenvolvimento se dá através do equilíbrio entre a assimilação e a acomodação, resultando em adaptação.
II. A teoria de Lev Vigotski postula a origem predominantemente sócio-histórica na estrutura cognitiva do ser humano: o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida.
III. A pedagogia de Jean Piaget tem como um de seus pilares básicos a inserção do educando como sujeito da ação educativa e não como mero objeto passivo desta. Um elemento essencial e norteador das relações educador-educando é o “diálogo" e seu objetivo maior é a “conscientização".
Assinale:
Assinale a alternativa que se encontra em consonância com esse princípio.
“Não se pode falar de educação sem amor".
(Paulo Freire)
Paulo Freire, 1996.
No texto apresentado acima, os processos de ensino e de aprendizagem são analisados pelo autor sob o ponto de vista:
1. da educação humanista
2. da educação libertadora.
3. da educação dialógica
4. da educação problematizadora
Está(ão) correta(s):
Não é de surpreender, então, que, nesta visão ‘bancária’ da educação, os homens sejam considerados como seres destinados a se adaptar, a se ajustar. Quanto mais os alunos se empenham em arquivar os ‘depósitos’ que lhes são entregues, tanto menos eles desenvolvem em si a consciência crítica que lhes permita inserir-se no mundo como agentes de sua transformação, como sujeitos. Quanto mais se lhes impõe a passividade, tanto mais, de maneira primária, ao invés de transformar o mundo, eles tendem a se adaptar à realidade fragmentada contida nos ‘depósitos’ recebidos.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1974)
Para Paulo Freire, o ensino “bancário”:
(FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra: 2004, p.22-23)
Nesse sentido, ensinar não é transferir conhecimento e conteúdos, porque: