Questões de Concurso
Comentadas sobre inclusão e exclusão - diversidade, desigualdade e diferença em pedagogia
Foram encontradas 4.661 questões
(Rosita Edler Carvalho)
Dentre as barreiras atidudinais podemos destacar o medo, a rejeição, a piedade, a exaltação do modelo e a adoração do herói. Dos comportamentos registrados nas alternativas abaixo, o que melhor traduz a atitude de “exaltação do modelo” é:
A educação especial é uma modalidade educacional que requer dos sistemas de ensino recursos educativos e organização específicos. Essa modalidade educacional visa atender exclusivamente os alunos do ensino fundamental com necessidades especiais.
linguagem na construção da identidade, destacando-se que esta se
constrói a partir da significação. Desta forma, buscamos trazer
esta discussão para o campo da surdez, levando em conta que o
interlocutor privilegiado da criança surda é o próprio surdo.
Z. M. Gesueli. Língua(gem) e identidade: a surdez em questão. In: Educação e
sociedade. Campinas, v. 27, jan/abril/2006, p. 227 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes.
linguagem na construção da identidade, destacando-se que esta se
constrói a partir da significação. Desta forma, buscamos trazer
esta discussão para o campo da surdez, levando em conta que o
interlocutor privilegiado da criança surda é o próprio surdo.
Z. M. Gesueli. Língua(gem) e identidade: a surdez em questão. In: Educação e
sociedade. Campinas, v. 27, jan/abril/2006, p. 227 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes.
linguagem na construção da identidade, destacando-se que esta se
constrói a partir da significação. Desta forma, buscamos trazer
esta discussão para o campo da surdez, levando em conta que o
interlocutor privilegiado da criança surda é o próprio surdo.
Z. M. Gesueli. Língua(gem) e identidade: a surdez em questão. In: Educação e
sociedade. Campinas, v. 27, jan/abril/2006, p. 227 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes.
segundo a LDB n.º 9.394/96, julgue os itens a seguir.
A prática do crime é tão antiga quanto a humanidade. Mas o crime global, a formação de redes entre poderosas organizações criminosas e seus associados, com atividades compartilhadas em todo o planeta, constitui um novo fenômeno que afeta profundamente a economia no âmbito internacional e nacional, a política, a segurança e, em última análise, as sociedades em geral. A Cosa Nostra siciliana e suas associadas, a máfia norte-americana, os cartéis colombianos e mexicanos, as redes criminosas nigerianas, a Yakuza do Japão, as tríades chinesas, a constelação formada pelas mafiyas russas, os traficantes de heroína da Turquia, as posses jamaicanas e um sem-número de grupos criminosos locais e regionais em todos os países uniram-se em uma rede global e diversificada que ultrapassa fronteiras e estabelece vínculos de todos os tipos.
Manuel Castells. Fim de milênio. São Paulo: Paz e Terra, 1999, p. 203-4 (com adaptações).
Conquanto se saiba que políticas preventivas apresentem custos superiores às de repressão, nas duas últimas décadas o Brasil esforçou-se por aplicar eficientes políticas de inclusão infanto-juvenil. Demonstra-o, no caso da educação, a quase universalização do acesso à etapa básica de escolaridade, a despeito dos problemas de qualidade do ensino ainda não superados.
Mesmo com as potencialidades de um grupo, podem surgir conflitos entre os participantes durante a elaboração do planejamento. Esses conflitos não devem gerar a extinção do grupo, ao contrário, devem estimular a crítica e a exposição das contradições como estratégias para uma prática participativa entre os envolvidos.
Diante dos inúmeros atos violentos e discriminatórios em relação aos adolescentes das classes desfavorecidas nos aspectos econômico, étnico, de cor e de gênero, a educação brasileira tem um papel fundamental, ou seja, criar estratégias para garantir o acesso desses adolescentes à escola e a sua permanência no sistema educacional.
A atitude da professora ao separar os alunos na classe foi adequada, pois ela está preocupada em não prejudicar os que têm condições de seguir para a 2.ª série.