Questões de Concurso
Comentadas sobre educação e ludicidade em pedagogia
Foram encontradas 1.642 questões
I - As brincadeiras e os jogos fazem com que a criança estabeleça vínculos sociais, ajustando-se ao grupo viabilizando a aceitação da participação de outras crianças com os mesmos direitos.
II - As brincadeiras e os jogos fazem a criança aprender a ganhar, mas também a perder.
III - As brincadeiras e os jogos permitem uma experiência lúdica a criança, cultivando a fantasia, vivenciando a amizade e a solidariedade, traços imprescindíveis para se desenvolver uma cultura solidária.
IV - Para Piaget (1976), as brincadeiras e os jogos são atividades lúdicas que são o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança.
V - As brincadeiras e os jogos não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas os meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.
Estão CORRETAS as afirmativas.
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
I. Enquanto brincam, as crianças constroem conhecimentos e vivem relações sociais específicas, repletas de valores e significados. II. As brincadeiras de faz de conta possibilitam às crianças treinarem sua entrada no mundo adulto e expressarem suas vivências afetivas. III. Brincar permite à criança desenvolver algumas capacidades importantes, como a de viver sem regras ou linguagens.
Estão corretas as afirmativas:
I. localização e acessibilidade adequadas. II. segurança e salubridade; III. estética e luminosidade; IV. competência e comprometimento.
Estão corretas as afirmativas:
I - Quando as crianças brincam livremente, o professor não deve interferir; assim, é uma boa oportunidade para ele descansar. II - Ele deveria se envolver com as crianças nas brincadeiras, partilhando a construção das regras e desta forma fortalecendo o vínculo entre elas.
Os “Jogos de Inteligência e Criatividade Tática” fazem parte do processo de aprendizagem tática, configurando como mais um pilar que deve ser oportunizado ao aluno a partir dos oito anos de idade. Nele, procura-se apresentar aos educandos jogos que tenham muita dinâmica, grande variabilidade de situações (táticas), alternância constante dos processos cognitivos de atenção–percepção–decisão, constituindo assim o conhecimento tático do jogo.
Analise as afirmativas a seguir.
Os “Jogos de Inteligência e Criatividade Tática”:
I. são jogos em que é necessário que o professor tenha presente as características das modalidades, em relação, por exemplo, às fases do jogo de basquetebol, como defesa / ataque e retorno defensivo ou contra-ataque. Na fase de compreensão tática, com o objetivo de defender ou de atacar, devem ser encontradas formas de criar ou diminuir o espaço de jogo.
II. enfatizam as exigências nos processos cognitivos de atenção, percepção, tomada de decisão, memória e reconhecimento de padrões.
III. são jogos que exigem do participante recorrer às formas de pensamento divergente e convergente, base da criatividade tática para encontrar soluções às situações do jogo.
Estão corretas as afirmativas:
Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criado- ras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar-me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.
Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.
O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)
14. No texto, é exemplo de linguagem figurada a expressão destacada em:
Ao deparar-me com o vendaval poético das crianças de 1o grau, na época em que servi de animadora dos Ateliês de Literatura no Colégio Internacional de Curitiba, fiquei entre espantada e admirada com a ao comportamento negligente das pessoas frente aos prejuízos que podem ser causados pelo uso excessivo do celular. porosidade infantil diante do universo das palavras e do contato com o universo em geral. Não houve nenhum “abracadabra” mágico que servisse para provocar a expressão poética infantil. Se tive alguma contribuição nesta vivência, foi a de percebê-las curiosas, criado- ras, articuladoras e poetas. O privilégio de poder sintonizar-me poeticamente com as crianças e poder fruir momentos inesquecíveis de criação, percepção e descoberta no campo da poesia devo, sem dúvida alguma, à educação poética recebida nos primeiros anos de vida, no ambiente familiar.
Na sala de aula, tudo era motivo para o acontecimento poético surpreender-me: “(...) cai uma folha; algo passa voando / o que olham os olhos criado seja / e a alma do ouvinte tremendo esteja (...)”. A voz do poeta [Vicente Huidobro] parecia constatar comigo a atmosfera de criação e fruição poética em sala de aula. E, para que isso aconteça, apenas é necessário permitir que criança e palavra re-unam-se, na sala de aula, como era uma vez. E que o professor, mediador desse encontro, seja capaz de rememorar sua própria infância, que não é tão diferente da infância de poetas e escritores. O fascínio pelas palavras afeta indistintamente a todos os seres humanos.
O espaço para o exercício lúdico prestava-se para a intervenção espontânea e imprevisível dos alunos. Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
(Glória Kirinus. Criança e poesia na Pedagogia Freinet. Adaptado)
13. Considere a passagem:
Numa oportunidade, diante do poema de Sidônio Muralha – “Quando um tatu / encontra outro tatu / tratam-se por tu...” –, um dos alunos recriou: “Quando um boi encontra outro boi, tratam-se por ‘oi’”.
Sobre a passagem, é correto afirmar que: