Questões de Concurso Sobre educação e cidadania: aspectos da educação brasileira e regional em pedagogia

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Q4354913 Pedagogia
Considerando os fundamentos sociais da educação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4346424 Pedagogia
Em uma turma do Ensino Fundamental, os estudantes apresentam opiniões divergentes sobre uma situação de conflito envolvendo liberdade de expressão e respeito às convicções religiosas. O professor pretende desenvolver uma atividade que contribua para a formação ética e a cultura de paz. A estratégia didática mais pertinente é:
Alternativas
Q4339100 Pedagogia
O texto I abaixo serve de base de análise para a questão.

TEXTO I

    Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Vereda-do-Frangod'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutum. No meio dos Campos Gerais, mas num covoão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o Tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutum, tinha dito: "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."
    Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado.
    Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutum era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia:
    — Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver...
    Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. [...]
    De repente lá vinha um homem a cavalo. Eram dois. Um senhor de fora, o claro da roupa. Miguilim saudou, pedindo a bênção. O homem trouxe o cavalo cá bem junto. Ele era de óculos, corado, alto, com um chapéu diferente, mesmo.
     — Deus te abençoe, pequenino. Como é teu nome?
     — Miguilim. Eu sou irmão do Dito.
     — E seu irmão Dito é o dono daqui?
    — Não, meu senhor. O Ditinho está em glória. O homem esbarrava o avanço do cavalo, que era zelado, manteúdo, formoso como nenhum outro. Redizia:
    — Ah, não sabia, não. Deus o tenha em sua guarda... Mas, que é que há, Miguilim?
    Miguilim queria ver se o homem estava mesmo sorrindo para ele, por isso é que o encarava.
    — Por que você aperta os olhos assim? Você não é limpo de vista? Vamos até lá. Quem é que está em tua casa?
    — É Mãe, e os meninos...
    Estava Mãe, estava Tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. O outro, que vinha com ele, era um camarada.
    O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo:
   — Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?
    Miguilim espremia os olhos. Drelina e a Chica riam. Tomezinho tinha ido se esconder.
    — Este nosso rapazinho tem a vista curta. Espera aí, Miguilim...
    E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o jeito.
    — Olha, agora!
    Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompasso, ele careceu de ir lá dentro, contar à Rosa, à Maria Pretinha, a Mãitina. A Chica veio correndo atrás, mexeu:
    — Miguilim, você é piticego... E ele respondeu:
  — Donazinha... Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. [...]
    Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais.
    — Pra onde ele foi?
    — A foi p´ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s´embora para a cidade. Disse que, você querendo. Miguilim, ele junto te leva... O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. Você mesmo quer ir?
    Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas Mãe disse:
     — Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. Fim do ano, a gente puder, faz a viagem também. Um dia todos se encontram...
    E Mãe foi arrumar a roupinha dele. A Rosa matava galinha, para pôr na capanga, com farofa. Miguilim ia no cavalo Diamante — depois era vendido lá na cidade, o dinheiro ficava pra ele.
    — Mãe, é o mar? Ou é para a banda do Pau-Roxo, Mãe? É muito longe?
   — Mais longe é, meu filhinho. Mas é do lado do Pau-Roxo não. É o contrário... A Mãe suspirava suave.
    — Mãe, mas por que é, então, para que é, que aconteceu tudo?!
   — Miguilim, me abraça, meu filhinho, que eu tenho tanto amor... [...] O doutor chegou. 
    — Miguilim, você está aprontado? Está animoso? Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe que lambia as mãozinhas se asseando. Beijou a mão da mãe do Grivo.
     — Dá lembrança a seo Aristeu... Dá lembrança a seo Deográcias... Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim. E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. Olhou os matos escuros de cima do morro, aqui a casa, a cerca de feijão-bravo e são-caetano; o céu, o curral, o quintal; os olhos redondos e os vidros altos da manhã. Olhou, mais longe, o gado pastando perto do brejo, florido de são-josés, como um algodão. O verde dos buritis, na primeira vereda. O Mutum era bonito! Agora ele sabia. Olhou Mãitina, que gostava de o ver de óculos, batia palmas-de-mão e gritava:
   — Cena, Corinta!... Olhou o redondo de pedrinhas, debaixo do jenipapeiro. Olhava mais era para Mãe. Drelina era bonita, a Chica, Tomezinho. Sorriu para Tio Terêz:
    — Tio Terêz, o senhor parece com o Pai... Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse:
    — Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d´água...
     Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. Sempre alegre, Miguilim... Sempre alegre, Miguilim... Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punhalhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-oPaco falava, alto, falava.

ROSA, Guimarães. Campo Geral. Adaptado.
A partir da leitura do fragmento de Campo Geral no texto I, assinale a alternativa cuja afirmação esteja alinhada com o contexto educacional da época em relação ao ideal que se tem atualmente sobre o papel da Educação na sociedade.
Alternativas
Q4335752 Pedagogia
Em um grupo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, são identificados participantes com diferentes idades, histórias familiares, condições socioeconômicas, culturas e características pessoais. Um dos adolescentes passa a ser alvo de comentários depreciativos relacionados à sua condição social.
Diante da situação, a atuação socioeducativa mais adequada é: 
Alternativas
Q4327779 Pedagogia
Em uma atividade de repertório cultural, o facilitador apresenta uma canção tradicional relacionada à cultura de determinada comunidade. Alguns participantes fazem comentários depreciativos sobre a manifestação cultural representada. Considerando a função educativa e social da música, a atitude mais adequada do facilitador é: 
Alternativas
Q4260916 Pedagogia
No âmbito das discussões contemporâneas sobre a educação social e a atuação do pedagogo em espaços não escolares ou em articulação com a rede de proteção social, a prática pedagógica assume uma dimensão predominantemente:
Alternativas
Q4250995 Pedagogia
Quanto aos aspectos sociolinguísticos do ensino da língua inglesa, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4245833 Pedagogia
A consolidação da escola pública moderna decorreu de diferentes movimentos históricos. Considerando as transformações ocorridas entre os séculos XVIII e XX, assinale a alternativa que melhor expressa uma característica estrutural da institucionalização da educação escolar, apontando a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4229360 Pedagogia
As discussões atuais da Educação Matemática defendem que a aprendizagem matemática pode contribuir para a formação cidadã quando reconhece a diversidade cultural presente na sociedade e promove a participação de todos os estudantes no processo educativo. Nessa perspectiva, conhecimentos matemáticos desenvolvidos em diferentes grupos sociais podem ser considerados recursos pedagógicos relevantes para ampliar o diálogo entre a Matemática escolar, a inclusão e a valorização das diferenças culturais. Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).

(__)A incorporação de práticas de contagem, medição e resolução de problemas presentes em diferentes contextos socioculturais pode favorecer o reconhecimento da diversidade e ampliar as oportunidades de aprendizagem matemática.
(__)A formação para a cidadania no ensino de Matemática envolve a capacidade de interpretar criticamente informações quantitativas, independentemente dos contextos sociais e culturais em que elas são produzidas.
(__)A valorização de diferentes formas de produzir e utilizar conhecimentos matemáticos pode contribuir para práticas pedagógicas mais inclusivas, ao reconhecer experiências e saberes dos estudantes.
(__)Promover a diversidade cultural nas aulas de Matemática significa relativizar todos os conhecimentos matemáticos, atribuindo o mesmo estatuto epistemológico a qualquer procedimento ou explicação.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4229149 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Peru's Nazca lines were paths for prehistoric culture: Japanese researchers


Tokyo, 16 Jan (EFE).- The mysteries shrouding Peru's Nazca Lines have intrigued scientists for decades. Now, a group of Japanese researchers has developed a new theory that the geoglyphs etched into the ground served as paths and routes. The lines forged into myriad figures of animals and plants straddle an area of 1,000 square kilometers of the immense Ica desert in southern Peru. They were created during the Nazca culture, a pre-Columbian archaeological culture that flourished between the 1st and 7th centuries BC. A research team led by Masato Sakai, of the University of Yamagata in western Japan, has discovered, with the help of local archaeologists, aerial images and drones, over 350 new etchings since 2004. Sakai says there are two types of geoglyphs, linear motifs that were created by removing the upper black stones to reveal the white earth underneath and raised lines that give the pictorial representations depth and that archeologists call relief lines. «The linear ones exist at the beginning and end of straight paths and can be used to travel from one valley to another (...) while the relief ones are on the sides of paths that are not straight and are usually etched on a slope,» the expert says. The meaning of the lines has long been up for debate. Some say they represented an astronomical calendar, others considered they were religious figures and some have even suggested that they serve as landing pads for UFOs. «I'm interested in letters,» Sakai says. «Everyone uses alphabets, but in Andean civilization, they didn't have that way of communicating, so I wanted to discover how they did (communicate).» 


The researcher is convinced that the Nazca lines were used as a means of prehistoric communication


Despite their antiquity, the geoglyphs were not discovered until 1930 because these could only be appreciated with an aerial view or from some of the site's surrounding hills. The team of Japanese researchers started the project using satellite and aerial photos, and more recently using drones, and have now identified hundreds of figures, including a spider, a monkey, a hummingbird, a condor, a pelican, a gull, a snail, a whale, a snake and a llama. The team struck a deal with tech giant IBM in 2019 and have tapped into state-of-the-art artificial intelligence (AI) that could help reveal the location of more figures and help with deciphering their meaning. «It is always a hypothesis, but we hope that with AI we can check whether theories are correct or suggest better ones that coincide with the new data,» the expert adds. Finding all the figures, which according to the expert could be in the thousands, is key to their conservation from both the weather and mining and agriculture which is prevalent in the region. «For the people of Nazca, the geoglyphs are a source of pride because the city is not very big, but many people come to see the figures. When we find new ones, we share the information with the local people because we know that they will respect and defend them, because it is the work of their ancestors» Sakai says. EFE


https://efe.com/other-news/2023-01-16/nazca-lines/
When working with the text in an English class, the teacher addresses the Nazca Lines as cultural heritage, discusses Andean forms of communication, considers the participation of local communities in preservation, and analyzes how English circulates scientific and cultural information globally. This approach is consistent with:
Alternativas
Q4221255 Pedagogia
A inclusão social desempenha um papel fundamental no combate à exclusão de grupos que, por diversas razões, encontram-se à margem da sociedade. Diante disso, marque a alternativa que NÃO indica o público-alvo das ações de inclusão escolar.
Alternativas
Q4217377 Pedagogia
A educação relaciona-se à formação ética, ao exercício da cidadania e à vida em sociedade. Considerando essas relações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4204254 Pedagogia
Quando se trata de formação para a cidadania, estamos abordando aspectos legais da Educação em seu formato dinâmico, histórico e social, posto que a Educação é por si, um ato político. Assim, deve a Educação promover de maneira CORRETA: 
Alternativas
Q4188456 Pedagogia
Uma escola municipal identificou, por meio de atividades institucionais e reuniões pedagógicas, que estudantes pertencentes a grupos socialmente vulnerabilizados apresentavam maiores índices de evasão, baixa participação em atividades escolares e dificuldades de aprendizagem. Em resposta a esse cenário, a coordenação pedagógica propôs ações voltadas à inclusão, à valorização da diversidade cultural e à reorganização das práticas pedagógicas desenvolvidas pelos docentes. Considerando os fundamentos das políticas educacionais inclusivas e a relação entre educação, desigualdade social e cidadania, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4187188 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre as principais mudanças históricas e os desafios contemporâneos da educação brasileira, assinalando V para verdadeiro e F para falso.

I. A ampliação do acesso à escola pública representou avanço importante na história educacional brasileira, embora a permanência, a aprendizagem e a redução das desigualdades ainda sejam desafios relevantes.
II. A educação brasileira contemporânea enfrenta desafios relacionados à inclusão, à evasão escolar, à valorização dos profissionais da educação e ao uso pedagógico das tecnologias.
III. As desigualdades educacionais no Brasil foram plenamente superadas com a expansão das matrículas no ensino fundamental.
IV. A escola atual deve lidar não apenas com a transmissão de conteúdos, mas também com a formação cidadã, a convivência democrática e o respeito à diversidade.
V. A história da educação brasileira demonstra que o acesso à escola sempre ocorreu de maneira igualitária entre regiões, classes sociais e grupos populacionais.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q4186984 Pedagogia
Em um projeto de educação popular, os profissionais priorizaram rodas de conversa, escuta ativa e uso de linguagem acessível durante as atividades com a comunidade. Essa abordagem está fundamentada no princípio de que a comunicação deve:
Alternativas
Q4153180 Pedagogia
Dentre as principais condições da formação humana, está a abordagem cidadã. Assim, podemos dizer que a relação entre escola e cidadania pressupõe, de forma CORRETA: 
Alternativas
Q4153023 Pedagogia
Numa perspectiva educacional crítica, podemos entender a Democracia de maneiras diversas, no entanto, alguns quesitos são sempre considerados. Dessa maneira, assinale a alternativa que a compõe de forma CORRETA:
Alternativas
Q4149826 Pedagogia
Regarding the historical evolution of education and the contemporary challenges faced by society, it is CORRECT to state that: 
Alternativas
Q4132305 Pedagogia
A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em parceria com o Ministério da Saúde e com apoio do Ministério da Educação, investigou a saúde de adolescentes de 13 a 17 anos matriculados do 7º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. Entre os resultados, 12,0% dos estudantes relataram ter praticado bullying no ambiente escolar, enquanto 23,0% afirmaram ter se sentido ofendidos ou humilhados por colegas nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os principais motivos apontados, destacaram-se a aparência do corpo, a aparência do rosto e questões relacionadas à cor ou raça.

Fonte: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão. Bullying e convivência escolar: entendendo o fenômeno e os caminhos para uma cultura de paz. 1. ed. Curitiba, 2025.

Sobre o enfrentamento ao bullying, julgue as alternativas abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__)O enfrentamento do bullying no ambiente escolar envolve, entre outros aspectos, o reconhecimento de preconceitos estruturais presentes na sociedade, como racismo, discriminação de gênero e outras formas de intolerância.
(__)As situações que envolvem bullying devem ser tratadas como conflitos interpessoais entre estudantes, sem a devida visibilidade aos agressores ou a devida importância aos fatos ocorridos.
(__)A prevenção e o enfrentamento das violências no contexto escolar demandam ações articuladas e políticas públicas voltadas à promoção da cidadania, do respeito à diversidade e da construção de ambientes mais inclusivos.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo. 
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: B
4: C
5: C
6: C
7: B
8: B
9: D
10: D
11: B
12: E
13: C
14: A
15: A
16: E
17: C
18: C
19: B
20: A