Questões de Concurso
Sobre endodontia em odontologia
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I- O primeiro passo consiste na remoção completa de tecidos cariados e restaurações defeituosas que impeçam o adequado acesso ao sistema de canais.
II- A abertura coronária deve ser direcionada de modo a localizar a entrada dos canais radiculares e permitir a exploração inicial dos canais radiculares com brocas de haste longa.
III- O desgaste da cavidade de acesso deve ser feito de forma aleatória, sem relação com a anatomia externa do dente, uma vez que a anatomia interna é independente.
IV- Após a penetração na câmara pulpar, deve-se realizar a ampliação e o refinamento da cavidade de acesso, eliminando interferências que possam dificultar a instrumentação.
V- O objetivo final do acesso endodôntico é proporcionar isolamento absoluto, mas não influenciará na instrumentação e na obturação.
É CORRETO o que se afirma em:
Fontes: PARSEK, M. R.; SINGH, P. K. Bacterial biofilms: an emerging link to disease pathogenesis. Annual Review of Microbiology, v. 57, p. 677–701, 2003. HALL-STOODLEY, L.; STOODLEY, P. Evolving concepts in biofilm infections. Cellular Microbiology, v. 11, n. 7, p. 1034–1043, 2009. RICUCCI, D.; SIQUEIRA JR., J. F. Biofilms and apical periodontitis: study of prevalence and association with clinical and histopathologic findings. Journal of Endodontics, v. 36, n. 8, p. 1277–1288, 2010.
Fonte: VERTUCCI, F. J. Root canal anatomy of the human permanent teeth. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, v. 58, n. 5, p. 589–599, 1984.
I- O Tipo II apresenta dois canais distintos que deixam a câmara pulpar, mas convergem próximo ao ápice em um único canal (configuração 2-1).
II- O Tipo IVcorresponde a dois canais distintos que se estendem da câmara pulpar até o ápice (configuração 2).
III- O Tipo Vdescreve um canal que sai da câmara e, próximo ao ápice, divide-se em dois canais distintos (configuração 1-2).
IV- O Tipo VII caracteriza-se por três canais distintos que se estendem da câmara pulpar até o ápice (configuração 3).
V- O Tipo VIII descreve um canal que sai da câmara, divide-se em dois, funde-se e depois se divide novamente em dois canais próximos ao ápice (configuração 1-2-1-2).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I. Eliminar toda a cárie antes de atingir a câmara pulpar: essa manobra diminuirá a contaminação do interior do sistema de canais radiculares.
II. Eliminar restaurações preexistentes: antes de atingir a câmara pulpar e realizar o acesso propriamente dito, é necessário remover a restauração preexistente, seja ela de amálgama, resina ou uma restauração indireta.
III. Preservar a estrutura dentária sadia: desgastes desnecessários devem ser evitados para impedir o enfraquecimento e a fratura da estrutura dental remanescente.
IV. Evitar a remoção do teto da câmara pulpar: áreas de teto totalmente removidas podem servir de reservatório para tecido necrótico, microrganismos e materiais obturadores, sendo causa do escurecimento do elemento dentário e de contaminação.
(___) O tratamento imediato deve ser direcionado para drenagem da coleção purulenta e eliminação do foco de infecção.
(___) Em casos de abscesso periapical agudo, a drenagem purulenta pode se dar via canal radicular ou por incisão da mucosa, ou ambos.
(___) Analgésicos e/ou anti-inflamatórios são usualmente prescritos. O emprego de antibiótico nunca deverá ser realizado, nem mesmo em casos de comprometimento sistêmico.
(___) Todas as lesões radiolúcidas com características radiográficas devem ser submetidas à excisão cirúrgica.
I. No caso de cáries ou fraturas coronárias não complicadas (sem exposição pulpar), a curetagem da dentina infectada e a desinfecção da cavidade devem ser realizadas primeiro.
II. Se possível, nas cáries, realizar remoção da camada superficial da polpa doente (pulpotomia parcial), o que pode ser alcançado pela remoção de toda a polpa coronária até o nível do orifício do canal radicular.
“Em alguns casos, ______________ é a única opção, devido à coexistência de doença periodontal, problemas de restaurabilidade, fatores relacionados a custos e valor estratégico do dente no plano geral de tratamento.”
(TORABINEJAD, Mahmoud; FOUAD, Ashraf F.; SHABAHANG, Shahrokh. Endodontia: princípios e práticas. 6. ed. Rio de Janeiro: GEN/ Guanabara Koogan, 2022. p. 45.)