Questões de Concurso
Sobre endodontia em odontologia
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I. exame radiográfico para avaliar a extensão e características das fraturas dentárias, bem como das condições ósseas da região ântero-superior. II. irrigação abundante dos lábios e tecidos moles com soro fisiológico para favorecer a limpeza e remoção de corpos estranhos. III. confecção de sutura festonada no lábio superior, permitindo tracionamento homogêneo do tecido e menor acúmulo de resíduos. IV. biopulpectomia nos dentes 21 e 22, visando evitar a reabsorção radicular. V. profilaxia do tétano, por meio de vacina de reforço. VI. orientação para uma dieta inicialmente líquida, progredindo para a pastosa e a sólida, evitando morder alimentos rígidos com os incisivos. VII. reimplante do dente 11, tendo em vista o comprometimento da vascularização periodontal e pulpar. VIII. contenção rígida dos fragmentos ósseos fraturados, visando reduzir a possibilidade de anquilose.
A sequência indicada de procedimentos corretos está em
Uma das técnicas de cirurgia paraendodôntica é a apicetomia combinada. Nesta técnica, além da remoção do ápice radicular, é realizado também o tratamento endodôntico ortógrado ou retrógrado (Puricelli, 2013). Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. A retrocavidade deve ser realizada preferencialmente em visão direta sobre a superfície radicular amputada. Durante a remoção do material obturador, as paredes do conduto são ampliadas.
II. A obturação retrógrada tem como objetivo o selamento da região apical. O material deve apresentar adequado vedamento, compatibilidade biológica, atividade antimicrobiana, radiolucidez e fácil manipulação.
III. Devido à sua facilidade de manipulação, inserção e liberação de flúor o cimento de ionômero de vidro é indicado para vedamento da cavidade apical.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 38 anos de idade, sexo feminino, busca atendimento odontológico com queixa de dor no dente 13. Durante a
breve anamnese, a paciente relata que tem sentido um mal-estar, com perda de apetite, febrícula, náuseas e vômitos. Com relação ao
dente 13, a paciente refere que a dor é intermitente e, ao ingerir bebidas geladas, ela sente dor intensa e prolongada. O exame clínico
mostra uma restauração Classe I I I em resina composta na face mesial do dente 13 com infiltração. O exame radiográfico mostra
uma restauração profunda com recidiva de cárie e aumento do espaço do ligamento periodontal.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 38 anos de idade, sexo feminino, busca atendimento odontológico com queixa de dor no dente 13. Durante a
breve anamnese, a paciente relata que tem sentido um mal-estar, com perda de apetite, febrícula, náuseas e vômitos. Com relação ao
dente 13, a paciente refere que a dor é intermitente e, ao ingerir bebidas geladas, ela sente dor intensa e prolongada. O exame clínico
mostra uma restauração Classe I I I em resina composta na face mesial do dente 13 com infiltração. O exame radiográfico mostra
uma restauração profunda com recidiva de cárie e aumento do espaço do ligamento periodontal.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 41 anos de idade, sexo masculino, queixa-se do aspecto estético da coroa protética no dente 11, confeccionada há cerca de 20 anos. O exame clínico mostra coroa metalocerâmica no dente 11 apresentando infiltração e lesão de cárie secundária. O exame radiográfico mostra fratura do pino metálico na região do terço apical, além de área raciolúcida com bordas delimitadas no ápice do dente 11.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 41 anos de idade, sexo masculino, queixa-se do aspecto estético da coroa protética no dente 11, confeccionada há cerca de 20 anos. O exame clínico mostra coroa metalocerâmica no dente 11 apresentando infiltração e lesão de cárie secundária. O exame radiográfico mostra fratura do pino metálico na região do terço apical, além de área raciolúcida com bordas delimitadas no ápice do dente 11.
A remoção cirúrgica do dente 11 requer o emprego cuidadoso e contido de força na empunhadura e manipulação do elevador e do fórceps durante as manobras de luxação e extração do dente
PORQUE
há maior risco de fratura devido à alteração de propriedades físico-químicas decorrentes do uso de soluções irrigadoras durante o tratamento endodôntico, como redução da dureza flexural, microdureza e módulo de elasticidade.
Estabelecendo-se uma relação entre as asserções acima, é correto afirmar:
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 41 anos de idade, sexo masculino, queixa-se do aspecto estético da coroa protética no dente 11, confeccionada há cerca de 20 anos. O exame clínico mostra coroa metalocerâmica no dente 11 apresentando infiltração e lesão de cárie secundária. O exame radiográfico mostra fratura do pino metálico na região do terço apical, além de área raciolúcida com bordas delimitadas no ápice do dente 11.
A extração do dente 11 deve ser precedida por cuidados com a cadeia asséptica no consultório odontológico, como
I. degermação dos antebraços e mãos dos profissionais da equipe de saúde bucal por meio de escovação com solução de clorexidina.
II . assepsia do paciente pelo uso de gorro, propés, jaleco e calça descartáveis.
III. antissepsia do campo cirúrgico com solução de clorexidina, iniciando pela mucosa e prosseguindo para a pele da região peribucal.
IV. desinfecção do equipo odontológico por meio de fricção com álcool 70%.
V. esterilização dos instrumentos por processo físico utilizando vapor saturado sob pressão (com temperatura entre 121 °C a 127 °C a 1 atm de pressão) por 30 minutos.
A sequência indicada de procedimentos corretos está em
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Paciente com 41 anos de idade, sexo masculino, queixa-se do aspecto estético da coroa protética no dente 11, confeccionada há cerca de 20 anos. O exame clínico mostra coroa metalocerâmica no dente 11 apresentando infiltração e lesão de cárie secundária. O exame radiográfico mostra fratura do pino metálico na região do terço apical, além de área raciolúcida com bordas delimitadas no ápice do dente 11.
O retratamento endodôntico do dente 11 tem algumas contraindicações, como
I. degradação da estrutura dentária remanescente devido à cárie.
II . localização da fratura do pino metálico no terço apical, predispondo à fratura radicular durante a remoção do pino e material obturador.
III . possibilidade de extravasamento do material obturador após o retratamento do conduto radicular.
IV. impossibilidade de remissão da lesão periapical com tratamento não cirúrgico.
Está correto o que se afirma APENAS em
Acerca do diagnóstico de envolvimentos de bi- e trifurcação, julgue o item que se segue.
Radiograficamente, quando houver perda óssea pronunciada ao
redor de uma única raiz em molar, pode-se pressupor que haja
também envolvimento de furca.
Acerca do diagnóstico de envolvimentos de bi- e trifurcação, julgue o item que se segue.
Embora o exame radiográfico seja considerado complementar
ao exame clínico, a ausência de radiolucidez em região de
bi- ou trifurcações indica a inexistência de lesão.
Paciente de sexo masculino, de vinte e dois anos de idade, livre de cárie e doença periodontal, compareceu a serviço odontológico ambulatorial com queixa de fratura coronária total do dente 21 após acidente (cotovelada) durante jogo de futebol, com perda do fragmento. Como se tratava de dente vital, o serviço de urgência que o atendeu durante o final de semana acessou o canal, instrumentou 2/3, colocou curativo de hidróxido de cálcio e fechou o acesso com ionômero de vidro.
Antes da realização do procedimento descrito, foi constatado que o paciente apresentava linha de sorriso alta, fratura ao nível da crista óssea e remanescente radicular de 17 mm, dente 11 com coroa clínica de 9 mm e distância da junção cemento-esmalte à crista óssea de 2,5 mm, e faixa de gengiva queratinizada na região de 4 mm, com biótipo espesso.
Com base no caso clínico precedente, julgue o item subsequente.
Embora idealmente o tratamento endodôntico deva ser
realizado previamente aos procedimentos para a recuperação
de espaço biológico, a ordem pode ser invertida caso não seja
possível realizar isolamento absoluto.
Paciente de sexo masculino, de vinte e dois anos de idade, livre de cárie e doença periodontal, compareceu a serviço odontológico ambulatorial com queixa de fratura coronária total do dente 21 após acidente (cotovelada) durante jogo de futebol, com perda do fragmento. Como se tratava de dente vital, o serviço de urgência que o atendeu durante o final de semana acessou o canal, instrumentou 2/3, colocou curativo de hidróxido de cálcio e fechou o acesso com ionômero de vidro.
Antes da realização do procedimento descrito, foi constatado que o paciente apresentava linha de sorriso alta, fratura ao nível da crista óssea e remanescente radicular de 17 mm, dente 11 com coroa clínica de 9 mm e distância da junção cemento-esmalte à crista óssea de 2,5 mm, e faixa de gengiva queratinizada na região de 4 mm, com biótipo espesso.
Com base no caso clínico precedente, julgue o item subsequente.
Para a recuperação do espaço biológico, pode-se optar tanto
pela cirurgia ressectiva quanto pela extrusão ortodôntica.
Paciente de sexo masculino, de vinte e dois anos de idade, livre de cárie e doença periodontal, compareceu a serviço odontológico ambulatorial com queixa de fratura coronária total do dente 21 após acidente (cotovelada) durante jogo de futebol, com perda do fragmento. Como se tratava de dente vital, o serviço de urgência que o atendeu durante o final de semana acessou o canal, instrumentou 2/3, colocou curativo de hidróxido de cálcio e fechou o acesso com ionômero de vidro.
Antes da realização do procedimento descrito, foi constatado que o paciente apresentava linha de sorriso alta, fratura ao nível da crista óssea e remanescente radicular de 17 mm, dente 11 com coroa clínica de 9 mm e distância da junção cemento-esmalte à crista óssea de 2,5 mm, e faixa de gengiva queratinizada na região de 4 mm, com biótipo espesso.
Com base no caso clínico precedente, julgue o item subsequente.
Será necessário remover no máximo 2 mm da crista óssea ao
redor do remanescente para acomodar o espaço biológico e
preservar a estética para a reabilitação protética.
Assinale a alternativa abaixo que NÃO caracteriza a pulpite aguda irreversível