Questões de Concurso
Sobre clareamento intracoronário em odontologia
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O diagnóstico das alterações pulpares e periapicais apoia-se nas características da dor e na resposta aos testes. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)A pulpite irreversível caracteriza-se por dor espontânea e prolongada após a remoção do estímulo térmico.
(__)A necrose pulpar cursa com ausência de resposta aos testes de sensibilidade pulpar.
(__)O abscesso periapical agudo apresenta-se, na radiografia, como extensa área radiopaca circunscrita no periápice.
(__)A pulpite reversível manifesta-se por dor espontânea, contínua e de difícil localização pelo paciente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Paciente adulto compareceu à consulta odontológica com queixa de dor intensa à mastigação no dente 35 há cerca de 48 horas. Relata sensação de “dente alto” e dificuldade para ocluir.
Ao exame clínico, observou-se restauração extensa, dor exacerbada à percussão vertical e leve sensibilidade à palpação apical, sem presença de edema ou fístula. Os testes de sensibilidade pulpar ao frio e ao calor apresentaram resposta negativa. Ao exame radiográfico, notou-se discreto espessamento do espaço do ligamento periodontal, sem evidência de lesão radiolúcida definida.
Com base no quadro clínico e radiográfico apresentado, assinale a opção que indica corretamente o diagnóstico provável e a conduta clínica mais adequada.
A presença de trajeto fistuloso na mucosa próxima à região periapical de um dente constitui um importante achado clínico no diagnóstico das alterações perirradiculares de origem endodôntica, indicando a drenagem contínua de exsudato purulento proveniente de um processo infeccioso.
Com base nesse contexto, assinale a opção que apresenta a condição patológica mais comumente associada à presença de fístula.
Paciente de 32 anos compareceu ao atendimento de urgência com dor intensa, espontânea e pulsátil no dente 36, com piora à mastigação.
Ao exame clínico e radiográfico, foi diagnosticada necrose pulpar associada a abscesso apical agudo localizado, com edema restrito à região vestibular, sem sinais sistêmicos como febre ou mal-estar. Após a realização da drenagem via canal e o início do tratamento endodôntico, o Cirurgião-Dentista decidiu instituir terapia medicamentosa adjuvante. Considerando o quadro clínico descrito, assinale a opção que apresenta a conduta farmacológica adequada para esse caso.
Paciente de 45 anos compareceu ao atendimento de urgência relatando dor intensa, contínua e progressiva no dente 16, há 3 dias. O quadro evoluiu com o aumento de volume facial difuso na região submandibular, grande limitação de abertura bucal (trismo), febre (39°C) e mal-estar geral.
Ao exame clínico, observou-se extensa destruição coronária, dor à percussão, ausência de resposta aos testes térmicos e discreta flutuação em fundo de vestíbulo. Não foi possível realizar o exame radiográfico, devido à limitação na abertura bucal.
Diante desse quadro clínico, assinale a opção que apresenta a conduta emergencial mais adequada
Com base nas principais vias de infecção pulpar, assinale a afirmativa correta.
I. Em dentes que apresentam lesões endo-periodontais combinadas verdadeiras, o tratamento deve ser iniciado prioritariamente pela terapia endodôntica.
PORQUE
II. Os subprodutos bacterianos e as toxinas do sistema de canais radiculares podem continuar alimentando a lesão periodontal através dos canais acessórios e do forame apical, impedindo a cicatrização do periodonto.
A respeito dessas asserções, pode-se afirmar que:
Paciente do sexo masculino, 42 anos, sem comorbidades sistêmicas relevantes, comparece ao consultório com queixa de dor persistente à mastigação no elemento 26, mesmo após tratamento endodôntico realizado há aproximadamente 6 meses.
Ao exame clínico, observa-se sensibilidade à percussão vertical e discreto desconforto à palpação. Radiograficamente, o tratamento endodôntico apresenta-se aparentemente adequado em três canais. Entretanto, há área de rarefação óssea persistente associada à raiz mésiovestibular.
Diante do quadro clínico e radiográfico, a hipótese diagnóstica mais provável é: