Questões de Concurso
Comentadas sobre métodos diretos e indiretos de avaliação do estado nutricional em nutrição
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A alternativa que preenche corretamente as lacunas respectivamente é:
Seguem os dados antropométricos de uma criança de 6 anos:
⋅ Peso: 28 kg (Peso para idade – P/I = +2,03)
⋅ Estatura: 125 cm (Estatura para idade – E/I = +1,93)
⋅ IMC: 17,9 kg/m² (IMC para idade – IMC/I = +1,44)
Para a determinação do escore-z, foram adotadas como referência as curvas de crescimento propostas pela Organização Mundial da Saúde em 2006.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do estado nutricional dessa criança.
I. O índice de estatura para idade é o que melhor indica o efeito cumulativo de situações adversas sobre o crescimento da criança.
II. O peso para idade não diferencia o comprometimento nutricional atual ou agudo dos pregressos ou crônicos.
III. Para a avaliação dos índices antropométricos da criança (peso por idade, estatura por idade ou índice de massa corporal), é necessário saber com precisão sua idade em anos.
IV. Para acompanhamento e crescimento da criança, o Ministério da Saúde recomenda que esta seja avaliada no primeiro ano de vida em cinco consultas (1º semana, 2º mês, 4º mês, 6º mês e aos 12 meses).
I – Índice de 18,5 ou abaixo: levemente abaixo do peso
II – Índice de 40 ou mais: obesidade grau III
III – maior que 18,5 e menor que 25: peso ideal
Está correto o que se diz em:
I – A avaliação dietética tem como objetivo inicial identificar a ingestão alimentar e, posteriormente, avaliá-la com relação às recomendações nutricionais para a obtenção de uma dieta equilibrada. Essa avaliação permite identificar a ingestão deficiente ou excessiva de energia, os macronutrientes e micronutrientes e o padrão de consumo habitual.
II – A avaliação antropométrica tem como objetivo investigar as variações na constituição do corpo humano por meio de exames ou medições individuais. O conjunto dessa investigação possibilita a indicação do estado nutricional do indivíduo, da população ou da comunidade.
III – A avaliação clínica é composta pela história médica e pelo exame físico com o objetivo de detectar sinais e sintomas físicos associados à nutrição inadequada.
IV – A avaliação bioquímica pode ser definida como a investigação realizada por meio de amostra sanguínea para a detecção de doenças associadas a carências e/ou excesso de determinados nutrientes e outras substâncias presentes no sangue.
I – A hipertensão arterial sistêmica (HAS), também chamada somente de hipertensão, é uma condição clínica multicausal caracterizada por elevação sustentada dos níveis de pressão arterial ≥ 140 mmHg (sistólica) e/ou 90 mmHg (diastólica). Com frequência, está associada a distúrbios metabólicos e alterações funcionais e/ou estruturais de órgãos-alvo (rins, coração, encéfalo e vasos sanguíneos), podendo ser agravada pela presença de outros fatores de risco, como dislipidemias, obesidade abdominal, intolerância à glicose e diabetes melito.
II – O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para a hipertensão arterial sistêmica, principalmente com excesso de gordura na região abdominal. O excesso de gordura intra-abdominal ou visceral é considerado um fator de risco maior do que o excesso de peso corporal total para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis.
III – O excesso de potássio e iodo elevam a pressão arterial por aumentar a volemia e, consequentemente, o débito cardíaco. Depois, por mecanismos de autorregulação, há aumento da resistência vascular periférica, mantendo elevados os níveis de pressão arterial.