Questões de Concurso
Comentadas sobre dietoterapia em nutrição
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O teste do pezinho diagnostica diferentes doenças em recém-nascidos; entre elas, a fenilcetonúria (PKU), conhecida por ser o erro inato metabólico mais comum entre as hiperfenilalaninemias. Acerca da PKU, julgue o item que se segue.
Alimentos com baixo teor de fenilalanina podem ser ofertados
a crianças de até treze anos de idade conforme a tolerância,
desde que a concentração sanguínea de fenilalanina permaneça
controlada, geralmente com valores séricos entre 2 mg/dL a
6 mg/dL.
O teste do pezinho diagnostica diferentes doenças em recém-nascidos; entre elas, a fenilcetonúria (PKU), conhecida por ser o erro inato metabólico mais comum entre as hiperfenilalaninemias. Acerca da PKU, julgue o item que se segue.
Maçã, arroz e presunto são alimentos com baixos teores de
fenilalanina.
O teste do pezinho diagnostica diferentes doenças em recém-nascidos; entre elas, a fenilcetonúria (PKU), conhecida por ser o erro inato metabólico mais comum entre as hiperfenilalaninemias. Acerca da PKU, julgue o item que se segue.
Alimentos fontes de fenilalanina devem ser restringidos e a
suplementação de tirosina deve ser indicada para indivíduos
com defeito na fenilalanina hidroxilase.
O teste do pezinho diagnostica diferentes doenças em recém-nascidos; entre elas, a fenilcetonúria (PKU), conhecida por ser o erro inato metabólico mais comum entre as hiperfenilalaninemias. Acerca da PKU, julgue o item que se segue.
No paciente com PKU, a fenilalanina não é metabolizada em
tirosina devido à deficiência ou inatividade da fenilalanina
hidroxilase e vias associadas, provocando, como principal
acometimento, a deterioração neurológica da criança.
Tendo em vista que pacientes portadores de câncer no trato gastrintestinal regularmente se submetem a cirurgias para ressecção ou remoção de tumores e partes do trato, com intuito curativo, e que compreender as mudanças no pós-cirúrgico imediato que afetem o trato gastrointestinal desses pacientes é fundamental na prática clínica do nutricionista, julgue o item a seguir.
Diarreia, hiperglicemia e má absorção de gorduras são
sintomas comuns em pacientes pancreatectomizados.
Tendo em vista que pacientes portadores de câncer no trato gastrintestinal regularmente se submetem a cirurgias para ressecção ou remoção de tumores e partes do trato, com intuito curativo, e que compreender as mudanças no pós-cirúrgico imediato que afetem o trato gastrointestinal desses pacientes é fundamental na prática clínica do nutricionista, julgue o item a seguir.
É comum em paciente submetido a gastrectomia total a
manifestação da síndrome de dumping quando ocorre o
consumo excessivo de carboidratos complexos.
Tendo em vista que pacientes portadores de câncer no trato gastrintestinal regularmente se submetem a cirurgias para ressecção ou remoção de tumores e partes do trato, com intuito curativo, e que compreender as mudanças no pós-cirúrgico imediato que afetem o trato gastrointestinal desses pacientes é fundamental na prática clínica do nutricionista, julgue o item a seguir.
Ressecção de tumores na cavidade oral pode levar a
xerostomia e disgeusia.
A esofagite é a inflamação esofágica decorrente do refluxo gastroesofágico excessivo. Acerca da fisiopatologia e da dietoterapia da esofagite, julgue o próximo item. Nesse sentido, considere que a sigla EEI, sempre que empregada, se refere a esfíncter esofágico inferior.
O consumo de leite deve ser estimulado, pois seu pH alcalino
neutraliza a secreção gástrica e diminui os sintomas da
esofagite a longo prazo.
A esofagite é a inflamação esofágica decorrente do refluxo gastroesofágico excessivo. Acerca da fisiopatologia e da dietoterapia da esofagite, julgue o próximo item. Nesse sentido, considere que a sigla EEI, sempre que empregada, se refere a esfíncter esofágico inferior.
Alimentos como café, mate, chá preto, bebidas de cola são
contraindicados, pois diminuem a pressão do EEI.
A esofagite é a inflamação esofágica decorrente do refluxo gastroesofágico excessivo. Acerca da fisiopatologia e da dietoterapia da esofagite, julgue o próximo item. Nesse sentido, considere que a sigla EEI, sempre que empregada, se refere a esfíncter esofágico inferior.
Dietas hipolipídicas são indicadas para pacientes com
esofagite, uma vez que a gordura presente nos alimentos pode
diminuir a pressão do EEI.
A esofagite é a inflamação esofágica decorrente do refluxo gastroesofágico excessivo. Acerca da fisiopatologia e da dietoterapia da esofagite, julgue o próximo item. Nesse sentido, considere que a sigla EEI, sempre que empregada, se refere a esfíncter esofágico inferior.
O controle da pressão do EEI é feito pelos hormônios gastrina
e colecistocinina; o primeiro relaxa o EEI por diminuir a
pressão do esfíncter, e o segundo aumenta a contração por
aumentar a pressão.
Acredita-se que uma dieta rica em oligossacarídios, dissacarídios e monossacarídios fermentáveis e polióis (FODMAP) possa agravar as manifestações da síndrome do intestino irritável (SII). A respeito desse assunto e de aspectos diversos a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.
Adoçantes como manitol, xilitol e sorbitol são ricos em polióis,
e seu consumo deve ser restringido em pacientes com SII.
Acredita-se que uma dieta rica em oligossacarídios, dissacarídios e monossacarídios fermentáveis e polióis (FODMAP) possa agravar as manifestações da síndrome do intestino irritável (SII). A respeito desse assunto e de aspectos diversos a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.
Dietas ricas em queijos brancos e frutas devem ser estimuladas
em pacientes com SII.
Acredita-se que uma dieta rica em oligossacarídios, dissacarídios e monossacarídios fermentáveis e polióis (FODMAP) possa agravar as manifestações da síndrome do intestino irritável (SII). A respeito desse assunto e de aspectos diversos a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.
Os FODMAP são pouco absorvidos pelos enterócitos, sendo
rapidamente fermentados por bactérias intestinais, o que gera
sintomas como flatulência excessiva e desconforto abdominal.
Acerca da avaliação nutricional do paciente com doença hepática crônica (DHC), julgue o item que se segue.
Nos pacientes que manifestem ascite, é recomendando usar,
como indicadores antropométricos, o peso atual e a
circunferência da cintura, em detrimento da mensuração da
gordura subcutânea e da massa magra.
Acerca da avaliação nutricional do paciente com doença hepática crônica (DHC), julgue o item que se segue.
A classificação de child-pugh avalia o grau de disfunção do
fígado e auxilia no dimensionamento das necessidades de
energia e proteína dos pacientes com DHC.
Acerca da avaliação nutricional do paciente com doença hepática crônica (DHC), julgue o item que se segue.
Marcadores séricos como albumina e pré-albumina devem ser
utilizados com cautela em pacientes com DHC, durante a
avaliação bioquímica do estado nutricional.
Acerca da avaliação nutricional do paciente com doença hepática crônica (DHC), julgue o item que se segue.
Em pacientes com DHC de origem alcoólica, o uso do
recordatório alimentar de 24 h é considerado adequado para a
avaliação de consumo alimentar.
A ingestão alimentar, a composição corporal e o padrão de atividade física são fatores que podem influenciar nas funções e reservas do organismo de pacientes com câncer. Em relação à terapia nutricional em pacientes com câncer, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Um homem com cinquenta e nove anos de idade, que está na trigésima sessão de radioterapia para tratamento de câncer de próstata, apresenta quadro de diarreia com cinco evacuações líquidas por dia. Assertiva: Nessa situação, a conduta nutricional deve considerar o estado nutricional do paciente e o controle da diarreia, a fim de prevenir a desidratação e desnutrição proteicoenergéticas e de micronutrientes.
A ingestão alimentar, a composição corporal e o padrão de atividade física são fatores que podem influenciar nas funções e reservas do organismo de pacientes com câncer. Em relação à terapia nutricional em pacientes com câncer, julgue o item subsequente.
Os efeitos colaterais dos tratamentos de radioterapia
e quimioterapia podem ser amenizados, muitas vezes,
com algumas condutas nutricionais. Para amenizar os efeitos
da mucosite, por exemplo, deve-se orientar a utilização
de alimentos com temperatura de morna a quente e ingestão
de alimentos crocantes para estimular a palatabilidade, que,
muitas vezes, também é prejudicada nesses casos.