Questões de Concurso Sobre música
Foram encontradas 3.810 questões
O dodecafonismo serial é uma técnica de composição criada por Arnold Schoenberg nas primeiras décadas do século XX, inaugurando uma nova linguagem musical responsável por muitos desenvolvimentos posteriores da música de concerto. A respeito do dodecafonismo, julgue o item seguinte.
Uma vez iniciada a execução da série, é permitido repetir livremente qualquer nota da escala cromática para dar destaque a um motivo melódico antes que todas as 12 notas tenham sido apresentadas.
O dodecafonismo serial é uma técnica de composição criada por Arnold Schoenberg nas primeiras décadas do século XX, inaugurando uma nova linguagem musical responsável por muitos desenvolvimentos posteriores da música de concerto. A respeito do dodecafonismo, julgue o item seguinte.
O dodecafonismo serial, estabelece como regra fundamental que uma série deve utilizar as 12 notas da escala cromática em uma ordem específica.
A respeito das fontes sonoras e propriedades do som, julgue o item a seguir.
Suponha‑se que ao explicar a relação entre a série harmônica e a formação de acordes, um professor tenha afirmado que os primeiros harmônicos de uma nota fundamental formam um acorde maior completo, contendo a fundamental, a terça maior e a quinta justa do acorde. Nesse caso, é correto afirmar que o professor está certo.
A respeito das fontes sonoras e propriedades do som, julgue o item a seguir.
A classificação de instrumentos musicais de Hornbostel‑Sachs, amplamente utilizada na organologia, categoriza os instrumentos com base na forma como o som é produzido. Nessa classificação, o saxofone, por ser feito de metal e possuir chaves, é classificado como um membranofone.
A respeito das fontes sonoras e propriedades do som, julgue o item a seguir.
A qualidade sonora que permite diferenciar dois sons de mesma frequência fundamental e mesma intensidade, emitidos por fontes distintas, como um violino e um piano, é denominada timbre e está diretamente relacionada à combinação e à intensidade dos harmônicos que compõem o som.

Fonte: https://musescore.com/user/23289181/scores/26941885. Acesso em: 23 de setembro de 2025.
OBS 1 : O símbolo (%) está representando “repetição do compasso anterior” OBS 2 : Maj7 (Cifra “americana”) = 7M (acorde maior com sétima maior) OBS 3 : m7(b5) (Cifra “americana”) = Ø (acorde meio diminuto)
É correto afirmar que a análise das funções harmônicas relativas aos compassos 17 a 24, utilizando-se como referência o centro tonal de SOL MAIOR, resultaria em:

Fonte: https://musescore.com/user/23289181/scores/26941885. Acesso em: 23 de setembro de 2025.
As funções harmônicas dizem respeito ao papel que cada acorde desempenha em um determinado contexto tonal, como, por exemplo, a função de tônica, dominante ou subdominante. Já a modulação corresponde ao processo de mudança de tonalidade, podendo ocorrer tanto para regiões próximas quanto para regiões mais distantes, modificando a percepção estrutural da peça. Por fim, a tonicização refere-se ao estabelecimento temporário de uma nova tonalidade — o chamado “tom do momento” (ou tonalidade passageira ou, ainda, armadura imaginária) — que passa a ser percebida como centro tonal durante um trecho limitado, antes de retornar à tonalidade principal.
Esses conceitos, articulados entre si, permitem compreender de forma mais ampla como a harmonia se organiza e se movimenta, seja em repertórios da tradição erudita, seja nas práticas da música popular contemporânea.
OBS 1 : Considere as abreviações:
(M.) = “Modulação para” = muda de centro tonal e o reafirma. (T. ) = “Tonicização para” = muda de centro tonal sem reafirmar o novo centro.
OBS 2 : Maj7 (Cifra “americana”) = 7M (acorde maior com sétima maior) OBS 3 : m7(b5) (Cifra “americana”) = Ø (acorde meio diminuto)
Tomando as proposições dadas, podemos concluir que os momentos de 'Modulação' e 'Tonicização' da Harmonia da música 'Madalena' (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza), disposta na transcrição apresentada, em suas respectivas partes A-B-C-D & CODA, estariam nos respectivos centros tonais:
“O serialismo não foi a única força propulsora da música pelo final dos anos 40 e início dos anos 50: o advento do gravador de fita finalmente tornara possível a música eletrônica. Os instrumentos musicais elétricos como as ondas martenot e o trautonium haviam permitido a produção de alguns novos timbres e as fitas davam ao compositor versatilidade e flexibilidade na gravação e estocagem de sons, permitindo-lhe manipular sua altura e ritmo pela alteração de velocidade de gravação, sobrepô-los uns aos outros e organizá-los na ordem desejada.
Proliferaram nesse período rapidamente os estúdios de música eletrônica, sobretudo em estações de rádio, onde já havia disponibilidade de equipamentos. Entre as primeiras a firmar autoridade no campo estiveram a Radiodiffusion Française em Paris e a Nordwestdeutscher Rundfunk em Colônia, cujos estúdios logo se tornariam centros de facções opostas de compositores eletrônicos. Em Paris impôs-se a musique concrète (Pierre Schaeffer, 1910 - 1995) e em Colônia a Música Eletrônica (Stockhausen, 1928 - 2007)”.
Fonte: GRIFFITHS, Paul. A Música Moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2011.
Não tardou para que essas técnicas composicionais de “música nova” chegassem (e permanecessem) ao Brasil. Aqui, alguns compositores as incorporaram tanto nos gêneros de “música de concerto”, como também nas músicas populares. Os autores brasileiros que confirmam esta afirmação são
Considere a lista apresentada a seguir.

Fonte: FARIA, Nelson. Acordes Arpejos E Escalas: para violão e guitarra. (editado por Almir Chediak). Ed. FONTE: Lumiar/Irmãos Vitale, 1999.
A cifragem correta para um acorde cuja Fundamental seja a nota “sib” e as demais notas sejam, nesta mesma ordem, as notas “ré - fá - láb - dó# - sol” é:
“Escala nordestina é uma denominação popular para alguns tipos de escalas musicais comuns nos estilos musicais da região Nordeste do Brasil. Visto que não se conhecem outras referências ao termo, na prática, ele pode representar três escalas distintas, duas modais em seu formato moderno e uma exótica.
Na maioria dos casos, ao usar o termo escala nordestina, busca-se caracterizar o modo mixolídio. Algumas exceções aplicam tal denominação ao modo dórico (que pode ser visto, nos estilos nordestinos, como uma forma menor da escala mixolídia) ou ainda, a escala conhecida como Lídio b7 (pronuncia-se lídio bemol 7, ou lídio bemol, ou mesmo lídio com sétima menor), sendo que qualquer uma das referências está correta (por tratar-se de formas populares para designar tais escalas).
A opção que melhor representa uma análise dos contornos melódicos modais utilizados, levando em consideração o(s) acorde(s) implícito(s) na melodia, é:

Fonte: https://brasilsonoro.com/mille-regretz/ Acesso em: 23 de setembro de 2025.