Questões de Concurso Sobre meio ambiente
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A cidade de Fortaleza pode ficar 4 °C mais quente e ter 40% mais chuvas extremas até 2100, segundo informa o portal de estudos científicos sobre meteorologia e hidrologia Climate Information. Os moradores de áreas próximas às desembocaduras de rios, com terrenos mais rebaixados e as comunidades mais pobres serão os mais afetados, afirma o professor-pesquisador Paulo Sousa do Instituto de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará. Nas ruas e becos do Pirambu, um dos bairros mais vulneráveis de Fortaleza, a população já sente as dores das chuvas intensas e da elevação do nível do mar. Algumas comunidades do bairro se formaram em cima das dunas e atualmente muitas casas ainda estão em situação de precariedade. Contudo, existem ações do poder público para a remoção de moradias coladas com a faixa de areia do mar e construção de calçadão vinculado ao projeto Vila do Mar.
FALCONERY, Lucas. 9 bairros de Fortaleza já estão com índices mais altos de riscos para mudanças climáticas. Diário do Nordeste, Fortaleza, 17 de outubro de 2023.
Considerando o trecho acima apresentado, é correto afirmar que
A COP30, realizada em Belém em novembro de 2025, foi marcada por ampla participação social e avanços em agendas específicas, embora o resultado final tenha sido considerado insuficiente diante da urgência climática. Entre os pontos de destaque, houve a incorporação inédita de determinados temas em documentos oficiais da Convenção do Clima. Considerando os resultados da conferência, é correto afirmar que:
Leia o texto a seguir.
Goiás mantém diversas unidades de conservação ambiental. Um desses parques é ocupado principalmente por florestas estacionais semideciduais e matas de galeria, ecossistemas florestais que estão entre os mais devastados do mundo. É cortado pela rodovia BR-060/153, que é a principal via de acesso. O local está inserido nos municípios de Teresópolis, Goianápolis, Nerópolis e Goiânia e conta com sítios arqueológicos que abrigam vestígios da presença de povos indígenas agricultores-ceramistas da tradição Aratu, que viveram na região pelo menos até meados do século XIV. O local ainda protege um reservatório que é a principal fonte de água para a Região Metropolitana de Goiânia.