Questões de Concurso Sobre meio ambiente

Questões Discursivas

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Q4217716 Meio Ambiente
Para a avaliação da poluição sonora em áreas habitadas, a norma técnica especifica os procedimentos e os descritores acústicos necessários para a determinação da conformidade dos níveis de pressão sonora. De acordo com os fundamentos normativos, qual é o descritor acústico básico utilizado para expressar o nível de pressão sonora, equivalente ao período de tempo da medição, e qual grandeza deve ser aplicada como critério de avaliação ambiental? 
Alternativas
Q4217713 Meio Ambiente
Considere que um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO precisa delimitar, em ambiente SIG, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) marginais de uma bacia hidrográfica para instruir um laudo pericial. O profissional possui a rede de drenagem vetorizada em linhas e deve aplicar os limites métricos fixados na legislação vigente. Qual operação de geoprocessamento deve ser executada sobre o vetor dos cursos d’água para gerar o polígono com a largura legal dessas APPs? 
Alternativas
Q4211089 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4210686 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)

De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209293 Meio Ambiente
Em novembro 2025, aconteceu em Belém, capital do Pará, a 30ª Conferência das Partes (COP30). A Conferência foi criada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC) como órgão responsável por tomar as decisões necessárias para implementar compromissos assumidos pelos países no combate à mudança do clima.
Sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, analise as assertivas a seguir.
I- Apoluição causada pelos automóveis a combustão, a contaminação dos rios e oceanos e o desmatamento estão entre as principais atividades humanas que afetam o clima.
II- O derretimento de geleiras e o aumento do nível do mar são exemplos de consequências globais da emissão de Gases do Efeito Estufa (GEEs).
III- As políticas ambientais e climáticas fazem parte da agenda ideológica de países estrangeiros que objetivam impedir o desenvolvimento do Brasil.
IV- As atividades humanas não afetam o aumento dos níveis dos oceanos, pois o aumento da temperatura global é um fenômeno estritamente natural.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4208091 Meio Ambiente
Em determinadas condições atmosféricas, principalmente em grandes centros urbanos, pode ocorrer um fenômeno que dificulta a dispersão dos poluentes, fazendo com que uma camada de ar frio fique próxima à superfície e uma camada de ar quente permaneça acima dela. Esse fenômeno contribui para o aumento da concentração de poluentes no ar e é denominado: 
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Q4207287 Meio Ambiente
Considerando ações de preservação ambiental nas cidades, é correto afirmar:
Alternativas
Q4205004 Meio Ambiente
 Nas últimas décadas, a temperatura média do planeta tem aumentado em consequência da intensificação do efeito estufa, principalmente devido ao aumento da concentração de gases como dióxido de carbono (CO), metano (CH) e óxido nitroso (NO), liberados por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento.
Um grupo de pesquisadores analisou uma região costeira ao longo de 30 anos e observou os seguintes fenômenos:
• aumento da temperatura média anual;
• maior frequência de ondas de calor;
• redução da disponibilidade de água doce;
• avanço do nível do mar sobre áreas costeiras;
• diminuição da biodiversidade em ecossistemas locais.
Conclui-se que esses impactos estão relacionados principalmente ao fato de que: 
Alternativas
Q4204902 Meio Ambiente

Em uma aula sobre sustentabilidade, um professor de Geografia do 8º ano propõe que os alunos utilizem uma calculadora digital para estimar sua pegada ecológica. Após a atividade, o docente promove um debate sobre os diferentes padrões de consumo, os impactos ambientais e a capacidade de regeneração dos recursos naturais, relacionando os resultados com a realidade local e global.


Imagem associada para resolução da questão


Acesso em 02/05/2026 https://pontobiologia.com.br/qual-e-a-sua-pegada-ecologica. 


 

Considerando a charge acima, o conceito de pegada ecológica e sua aplicação no ensino de Geografia, assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q4204008 Meio Ambiente

De acordo com o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, a temperatura média do planeta aumentou 0,7 °C ao longo do século XX, provocando diversos impactos negativos. Nesse contexto, são exemplos desses impactos:



I. Elevação do nível dos oceanos.


II. Aumento na frequência de eventos climáticos extremos.


III. Contribuição para a desertificação.


IV. Redução da biodiversidade.



Quais estão corretos?

Alternativas
Q4204000 Meio Ambiente
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Eles estão divididos em prioridades, integrando as esferas social, ambiental e econômica. Entre esses objetivos, NÃO está o(a):
Alternativas
Q4202539 Meio Ambiente
É uma modalidade econômica caracterizada pelo equilíbrio entre a busca de resultados financeiros e a promoção de soluções para problemas sociais e ambientais, por meio de empreendimentos com impacto socioambiental positivo, que permitam a regeneração, a restauração e a renovação dos recursos naturais e a inclusão de comunidades, e contribuam para um sistema econômico inclusivo, equitativo e regenerativo. O trecho refere-se a qual conceito?
Alternativas
Q4202398 Meio Ambiente
O conceito Triple Bottom Line (Tripé da Sustentabilidade) estabelece princípios que devem orientar a atuação sustentável das empresas. São princípios desse conceito e suas respectivas definições:

I. People (Pessoas): o desempenho social deve considerar o impacto das empresas sobre comunidades, funcionários, clientes e fornecedores, garantindo que suas práticas contribuam positivamente para todos os envolvidos.
II. Planet (Planeta): o impacto ambiental deve ser reduzido ao máximo, e as empresas devem buscar práticas sustentáveis que não apenas minimizem a poluição, mas que também auxiliem na reconstrução e preservação do meio ambiente.
III. Profit (Lucro): empresas sustentáveis devem prosperar economicamente, mas sem negligenciar suas responsabilidades com a sociedade e o planeta.
IV. Power (Poder): as empresas devem fortalecer sua capacidade de influenciar decisões estratégicas e políticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável.

Quais estão corretos?
Alternativas
Q4202396 Meio Ambiente
A sustentabilidade é orientada por princípios que buscam prevenir danos ambientais, promover a responsabilidade pelos impactos causados e assegurar medidas de reparação quando necessário. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU, 2007), assinale a alternativa que apresenta corretamente um princípio basilar da sustentabilidade e sua definição.
Alternativas
Q4202276 Meio Ambiente
Considerando a Agenda 2030 e os ODS, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4198854 Meio Ambiente
Em épocas de estiagem, é comum que os órgãos públicos promovam campanhas para conscientizar a população sobre o uso racional da água. Pequenas atitudes no dia a dia podem fazer grande diferença para evitar o desperdício.
Qual das alternativas apresenta uma atitude de uso consciente da água? 
Alternativas
Q4198852 Meio Ambiente
Em muitas cidades brasileiras, campanhas educativas incentivam a população a separar corretamente o lixo produzido em casa. Essa prática contribui para a preservação do meio ambiente e para a redução da quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1: X
2: E
3: C
4: C
5: C
6: C
7: E
8: C
9: D
10: E
11: C
12: D
13: D
14: C
15: B
16: C
17: C
18: D
19: C
20: B