Questões de Concurso Sobre o meio ambiente em meio ambiente

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Q4409764 Meio Ambiente
O Estado do Maranhão apresenta uma configuração ecológica singular no cenário brasileiro, sendo considerado uma verdadeira "encruzilhada biogênica" ou zona de transição. Essa característica não apenas define a biodiversidade local, mas também pautou as políticas de ocupação territorial e os conflitos socioambientais ao longo da história, especialmente com a expansão da fronteira agrícola na região do MATOPIBA. Sobre a ecologia maranhense e suas vinculações históricas e geográficas, assinale a alternativa que descreve corretamente a distribuição dos biomas e sua relação com o contexto estadual:
Alternativas
Q4408276 Meio Ambiente
“Na Europa, a introdução do guaxinim-norte-americano (Procyon lotor) para fornecimento de pele e para caça tem gerado preocupações crescentes. Originalmente levados para caça e para fazendas de peles no século XX, os guaxinins escaparam e estabeleceram populações autossustentáveis. Esses animais impactam a biodiversidade ao consumir ovos de aves e colmeias e transmitir doenças zoonóticas, o que representa desafios ecológicos e de manejo para a fauna europeia.”
Dias, R. Lumen et Virtus, São José dos Pinhais, v. 16, n. 46, p. 2566-2582, 2025. Adaptado.
Na situação apresentada no texto, a espécie Procyon lotor é caracterizada como:  
Alternativas
Q4405081 Meio Ambiente
Em 2024, cidades como Belém (PA) e Manaus (AM), paradoxalmente situadas em regiões de abundância hídrica, enfrentaram crises de abastecimento de água potável. Simultaneamente, ocorreu crise hídrica no Rio São Francisco impactando o semiárido nordestino. No cenário internacional, países como Egito e Etiópia protagonizaram tensões diplomáticas em torno da Grande Represa do Renascimento Etíope no rio Nilo.
Sobre o acesso e a gestão dos recursos hídricos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4401319 Meio Ambiente

Leia a seguinte manchete publicada na Gazeta de São Paulo (Porto, 2026):


Imagem associada para resolução da questão


A intensificação do efeito estufa tem provocado o aquecimento global. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4398337 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
Segundo o texto, o fenômeno denominado “chicote hidroclimático” contribui para a ocorrência de grandes incêndios pois: 
Alternativas
Q4398336 Meio Ambiente
TEXTO


FLORESTAS DE MONOCULTURA AGRAVAM INCÊNDIOS NA EUROPA


   Incêndios florestais quase sempre precisam de uma faísca para começar, seja por um raio, incêndio criminoso ou pelo contato do escapamento quente de um carro com a vegetação seca.
   No caso dos incêndios florestais históricos do verão de 2026 na Europa, a principal causa apontada foi o contato de máquinas com a vegetação seca. Na França, autoridades acreditam que uma máquina de roçagem que operava próxima a uma linha de alta tensão tenha dado início ao fogo. Na Espanha, as investigações atribuem a tragédia a máquinas pesadas e suas faíscas. Mas essas conclusões explicam apenas como os incêndios começaram, e não por que eles se transformaram nos megaincêndios que devastaram o continente no verão.
    Uma combinação de mudanças climáticas, planejamento insuficiente e florestas plantadas de maneira que favorece a rápida propagação das chamas foram, estas sim, as principais causas do fenômeno, segundo especialistas. “Não é que os incêndios florestais sejam algo mágico e simplesmente comecem. É preciso haver as condições climáticas para isso”, disse Silvia Abruscato, coordenadora da FoRISK, uma rede europeia de gestão de riscos florestais.
     Os cientistas apontam três fatores que determinam se um incêndio florestal se espalhará rapidamente: a quantidade de vegetação disponível para queimar, o grau de ressecamento dessa vegetação e as condições meteorológicas ao redor do fogo.
      “Quando essas três condições são altamente favoráveis aos incêndios e coincidem, então você tem esse tipo de evento”, disse Francesca Di Giuseppe, coordenadora de um projeto de previsão de incêndios no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo.
     As mudanças climáticas estão tornando essas condições mais comuns e mais intensas. Uma análise rápida do grupo World Weather Attribution concluiu que o aquecimento global tornou muito mais provável a ocorrência das condições meteorológicas extremas que favoreceram os incêndios de verão na Espanha e na França.
    Uma das razões é um fenômeno chamado “chicote hidroclimático”, no qual ecossistemas alternam abruptamente entre condições úmidas e secas. Em essência, à medida que o planeta aquece, a atmosfera retém mais umidade, intensificando as chuvas que estimulam o crescimento da vegetação. “Isso criou uma abundância de biomassa que depois secou rapidamente durante uma sequência de ondas de calor”, disse Di Giuseppe.
      Na primavera, uma atmosfera mais quente retira água do solo e das plantas. A seca se agrava, a vegetação resseca e as paisagens tornam-se muito mais fáceis de incendiar. Em termos simples, invernos úmidos produzem combustível, e primaveras secas transformam esse combustível em material ideal para pegar fogo.
     No verão de 2026, isso significou incêndios surgindo quase simultaneamente na França, Espanha, Grécia e Turquia, todos impulsionados pelo mesmo padrão generalizado de calor e seca. Nesse ciclo, os próprios incêndios acabam agravando o aquecimento global. Segundo dados da União Europeia, os incêndios de 2026 emitiram em torno de 18 milhões de toneladas de CO₂, gás que contribui para o problema.
    Depois que um incêndio começa, milhares de bombeiros podem levar dias ou semanas para controlar as chamas. Isso ocorre, em parte, por causa da forma como as florestas foram manejadas ao longo de décadas. Em partes da Europa, grandes áreas foram plantadas como monoculturas, dominadas por uma única espécie cultivada para produção rápida de madeira.
    “Alguns dos incêndios que estamos vendo na França e na Espanha ocorrem em locais onde existem árvores altamente inflamáveis, relativamente finas e que frequentemente crescem muito próximas umas das outras, de modo que o fogo se espalha com muita facilidade”, disse Doug Kelley, modelador de superfícies terrestres do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido.
       Mais de três quartos da floresta Landes de Gascogne, no sudoeste da França são compostos por pinheiro-marítimo. Criada depois que Napoleão 3 ordenou, em 1857, a drenagem dos pântanos da região e o plantio de pinheiros, ela se tornou a maior floresta artificial da Europa. 
     Mas essa espécie de pinheiro perde agulhas grossas que cobrem o solo da floresta, fornecendo grande quantidade de combustível para incêndios. Como as árvores têm idade e altura semelhantes em vastas áreas, elas são particularmente vulneráveis a incêndios de rápida propagação.
      Outra árvore de crescimento rápido usada para produção de madeira é o eucalipto. Em Portugal, essa espécie rica em óleo, que representa mais de um quarto da área florestal do país, queimou extensamente durante a mortal temporada de incêndios de 2017.
      “Em algumas regiões da Europa, terras agrícolas e áreas de arbustos com menor biomassa foram substituídas por espécies de coníferas ou eucaliptos, mais propensas a incêndios e de maior rentabilidade econômica, aumentando o risco de fogo”, escreveu a Comissão Europeia em um relatório de estudo de caso sobre os incêndios portugueses de 2017.
    Isso inclui a Espanha, onde cerca de 3 milhões de hectares de antigas áreas agrícolas e pastagens foram plantados com pinheiros e eucaliptos durante e após a ditadura de Francisco Franco, que durou de 1939 a 1975.
    Os bombeiros continuarão desempenhando um papel crucial no combate aos incêndios florestais. Mas especialistas afirmam que reduzir o risco antes que os incêndios comecem é igualmente importante. Isso passa por enfrentar as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas e intensificam eventos meteorológicos extremos.
     “Tentar evitar, antes de tudo, que a paisagem se torne tão inflamável é uma das formas mais eficazes de evitar esse tipo de comportamento extremo do fogo”, afirmou Di Giuseppe. Substituir monoculturas por florestas mistas também ajudaria significativamente. Florestas com maior diversidade de espécies costumam resistir melhor à seca, tempestades de vento, surtos de insetos e incêndios, porque diferentes árvores reagem de maneiras distintas aos estresses ambientais.
      A Alemanha oferece um caso instrutivo de manejo florestal. A demanda por madeira após a Segunda Guerra Mundial levou ao plantio de abetos em cadeias montanhosas como a região do Harz, na antiga Alemanha Oriental. Mas essas monoculturas mostraram-se vulneráveis à seca e à infestação por besouros da casca. Atualmente, engenheiros florestais trabalham para convertê-las em florestas mistas e aumentar sua resiliência.
      O plantio de árvores caducifólias de folhas largas, como carvalhos, faias ou bordos, também pode ajudar, pois elas normalmente armazenam mais umidade do que as coníferas. Árvores com casca grossa, menos galhos baixos e maior teor de umidade tendem a ser mais resistentes ao fogo.
    Um estudo de simulação realizado após os incêndios de 2017 em Portugal constatou que incêndios que superaram a capacidade de resposta dos bombeiros em áreas de pinheiros e eucaliptos, com chamas superiores a quatro metros de altura, poderiam ser contidos em florestas de árvores de folhas largas, onde as chamas ficavam abaixo de um metro e meio.
      Especialistas em silvicultura também recomendam criar espaços entre as fileiras de árvores para desacelerar a propagação do fogo, bem como podar os galhos mais baixos para impedir que as chamas alcancem rapidamente as copas. Limpar o solo florestal de folhas secas inflamáveis e madeira morta, além de realizar queimadas controladas para reduzir a vegetação rasteira antes da temporada de incêndios, também ajuda. “Precisamos manejar nossas florestas adequadamente para evitar que desastres tão grandes aconteçam. Portanto, prevenção, prevenção, prevenção”, disse Abruscato.



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/florestas-demonocultura-agravam-incêndios-na-europa/a-78214751. Adaptado. Acesso em: 2 de setembro de 2026.
De acordo com as informações do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4395991 Meio Ambiente
Os ecossistemas dependem da interação entre os componentes bióticos e abióticos, bem como das relações estabelecidas entre as atividades humanas e os processos naturais. A compreensão dessas interações constitui um dos fundamentos da Educação Ambiental desenvolvida em perspectiva interdisciplinar.

O estudo da ecologia contribui para a Educação Ambiental ao
Alternativas
Q4395939 Meio Ambiente
Em um remanescente de Mata Atlântica, pesquisadores observaram um grupo de bugios alimentando-se dos frutos de uma figueira que abrigava bromélias as quais acumulavam água entre suas folhas, servindo de abrigo para anfíbios e invertebrados. No mesmo ambiente, registraram elevada umidade do ar, solo rico em matéria orgânica e baixa incidência de luz no sub-bosque.

Ao discutir a dinâmica desse ecossistema, um dos pesquisadores destacou a importância da integração entre fatores abióticos e bióticos, uma vez que
Alternativas
Q4393655 Meio Ambiente
Entre os principais fatores de pressão sobre a vegetação nativa de Rondônia, destaca-se:
Alternativas
Q4383701 Meio Ambiente
A outorga de direito de uso de recursos hídricos transfere ao outorgado a propriedade da água e possui prazo indeterminado, desde que o uso permaneça compatível com o plano de recursos hídricos.
Alternativas
Q4383686 Meio Ambiente
Em ecologia, o nicho ecológico abrange o modo pelo qual uma espécie utiliza recursos e interage com fatores bióticos e abióticos, não se confundindo com o habitat, que corresponde ao local em que ela vive. 
Alternativas
Q4380953 Meio Ambiente
A condução econômica e ambientalmente responsável inclui evitar acelerações e frenagens desnecessárias, manter o veículo regulado e observar a calibragem recomendada dos pneus, medidas que podem reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes. 
Alternativas
Q4380919 Meio Ambiente
Pilhas e baterias usadas podem ser misturadas ao lixo comum da escola sempre que estiverem externamente intactas, pois somente unidades com vazamento exigem destinação específica.
Alternativas
Q4380146 Meio Ambiente
A respeito dos fatores espaciais que influenciam a dinâmica das comunidades florestais, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Disponibilidade de luz.
(2) Topografia.
(3) Paisagem regional.

( ) Está associada à elevação, à declividade e ao aspecto do terreno, podendo influenciar as condições edáficas e o recrutamento vegetal.
( ) Pode ser avaliada por medidas como índice de área foliar, radiação e abertura do dossel.
( ) Determina o conjunto de espécies disponíveis para colonização e dispersão, sendo influenciada pela presença de florestas maduras adjacentes.
Alternativas
Q4379555 Meio Ambiente
Preencha a sequência a seguir com os termos adequados:

“LIMPEZA é a ______ de qualquer corpo indesejável, visível ou não, de uma superfície, sem alteração das características _________ do item que está sendo limpo, e onde o processo utilizado não seja nocivo ao _________.” 
Alternativas
Q4379347 Meio Ambiente

Considere as condutas abaixo relacionadas ao consumo de combustível e à preservação ambiental:



I. Manter o veículo regulado e realizar manutenção preventiva;


II. Evitar acelerações e frenagens desnecessariamente bruscas;


III. Deixar o motor funcionando durante longas esperas sem necessidade operacional, para evitar uma nova partida.



Em relação às práticas que favorecem o uso consciente de combustível, está correto o que consta em:

Alternativas
Q4379303 Meio Ambiente
Associe os fenômenos e impactos ambientais listados na Coluna 1 às suas respectivas causas e consequências geoambientais apresentadas na Coluna 2.

Coluna 1: Fenômenos e Impactos Ambientais
1. Voçorocamento.
2. Assoreamento.
3. Acidificação dos solos.
4. Intoxicação por agrotóxicos

Coluna 2: Causas e Consequências Geoambientais
(__) Acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios e lagoas decorrente da erosão laminar, reduzindo a profundidade e a capacidade de vazão do canal.
(__) Estágio avançado de erosão linear em sulcos profundos que atingem o lençol freático, causado pelo desmatamento e manejo inadequado da terra.
(__) Degradação química provocada pela remoção contínua de bases solúveis por lixiviação intensa e pelo uso desequilibrado de fertilizantes nitrogenados.
(__) Contaminação dos aquíferos e contaminação da fauna aquática pelo uso intensivo de defensivos agrícolas sintéticos na monocultura de exportação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo.          
Alternativas
Q4378611 Meio Ambiente
Existem dois tipos de energia: renovável e não renovável. Diante disso, assinalar a alternativa que contém apenas exemplos de energias renováveis. 
Alternativas
Q4372062 Meio Ambiente
O conceito de bioma foi desenvolvido com base nos ecossistemas terrestres, nos quais as formas de crescimento da vegetação dominante refletem determinadas condições climáticas. Entretanto, os sistemas aquáticos apresentam características que exigem critérios descritivos próprios.
Fonte: RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. (adaptado)
Considerando os critérios empregados na classificação dos ambientes aquáticos, analise os itens a seguir:
I. A classificação dos sistemas aquáticos considera a salinidade, o movimento da água e a profundidade como critérios complementares à estrutura formada pelos produtores primários predominantes.
II. A ausência de uma estrutura de vegetação comparável à dos ambientes terrestres favorece a adoção de propriedades como salinidade, movimento da água e profundidade na diferenciação dos sistemas aquáticos.
III. Águas correntes, lagos, estuários e oceanos constituem categorias amplas de ambientes aquáticos, passíveis de subdivisões estabelecidas a partir de outros fatores.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4365272 Meio Ambiente
Em uma obra, uma retroescavadeira realiza sucessivos períodos de escavação e carregamento. Durante os intervalos, o operador mantém o motor funcionando em rotação acima da necessária, mesmo quando não há previsão de movimentação imediata. Ao final do turno, também identifica pequena quantidade de lubrificante derramada durante um procedimento de manutenção. Considerando a conservação da máquina, o consumo de combustível e a proteção ao meio ambiente, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Respostas
21: D
22: E
23: B
24: B
25: A
26: A
27: C
28: D
29: A
30: E
31: C
32: C
33: E
34: B
35: A
36: E
37: D
38: B
39: D
40: D