Questões de Concurso Sobre desenvolvimento sustentável em meio ambiente

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Q4240575 Meio Ambiente

A respeito das práticas sustentáveis e da ética, governança e compliance na gestão de projetos, julgue o item subsequente.


A avaliação de impacto social e ambiental fornece métricas e metodologias para medir e entender o impacto de projetos, o que ajuda a garantir que os esforços mobilizados realmente contribuam para a resolução de problemas relevantes. 

Alternativas
Q4232212 Meio Ambiente

Determinada escola desenvolveu uma campanha permanente de educação ambiental envolvendo estudantes, professores, servidores administrativos e equipe de apoio. Entre as ações abaixo, aquela que mais contribui simultaneamente para a sustentabilidade ambiental e para a formação cidadã dos estudantes é:  

Alternativas
Q4232207 Meio Ambiente

Durante o recolhimento dos resíduos produzidos na escola, o Auxiliar de Serviços Diversos identificou recipientes contendo restos de alimentos, embalagens de papel, garrafas plásticas e fragmentos de vidro quebrado.

Considerando os princípios da coleta seletiva, da segurança no trabalho e da sustentabilidade ambiental, a conduta mais adequada é: 

Alternativas
Q4231807 Meio Ambiente
Uma equipe multidisciplinar recebeu a tarefa de formular diretrizes para o desenvolvimento de Amélia Rodrigues. O diagnóstico preliminar apontou:

1. Território de aproximadamente 166,872 km²;
2. População de 24.138 habitantes no Censo de 2022;
3. Localização próxima a importantes municípios do eixo Salvador–Feira de Santana;
4. Trajetória histórica vinculada à cana-de-açúcar;
5. Necessidade de articulação entre expansão urbana, mobilidade, saneamento, geração de renda e proteção da memória local.

Entre as propostas apresentadas, assinale a que melhor corresponde a uma abordagem integrada e sustentável.
Alternativas
Q4229183 Meio Ambiente
A preservação ambiental passou a ocupar posição de destaque nas discussões contemporâneas devido aos impactos causados pelas atividades humanas sobre os ecossistemas naturais. Problemas como desmatamento, 
poluição, descarte inadequado de resíduos e emissão excessiva de gases poluentes afetam diretamente a qualidade de vida da população e o equilíbrio ambiental. Nesse contexto, políticas públicas e ações individuais tornam-se fundamentais para minimizar danos ambientais e promover sustentabilidade.

Assinale a alternativa que apresenta uma prática ambientalmente adequada. 
Alternativas
Q4229181 Meio Ambiente
O desenvolvimento sustentável tornou-se tema central nos debates internacionais devido aos impactos ambientais provocados pelo crescimento urbano, industrial e populacional. A busca por modelos de desenvolvimento capazes de conciliar crescimento econômico, preservação ambiental e justiça social exige participação conjunta do poder público, das empresas e da sociedade civil. Nesse cenário, atitudes individuais também possuem relevância para a redução dos impactos ambientais e para a preservação dos recursos naturais.
Com base nos princípios do desenvolvimento sustentável, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4227980 Meio Ambiente

A preservação ambiental tornou-se uma preocupação mundial devido aos impactos causados pela degradação da natureza. O desmatamento, a poluição e o descarte inadequado de resíduos provocam danos ambientais que afetam diretamente a qualidade de vida da população.


Uma prática ambientalmente correta é: 

Alternativas
Q4227412 Meio Ambiente
Diante dos desafios ambientais relacionados ao consumo excessivo de recursos naturais e ao aumento da geração de resíduos, novas estratégias de desenvolvimento sustentável passaram a buscar a redução do desperdício e o reaproveitamento de materiais. Esse modelo propõe substituir a lógica tradicional de “extrair, produzir, consumir e descartar” por um sistema em que produtos e recursos permanecem em uso pelo maior tempo possível, por meio da reutilização, reparação, reciclagem e reinserção de materiais na cadeia produtiva. O modelo econômico descrito no enunciado é denominado Economia:
Alternativas
Q4223345 Meio Ambiente
Considerando o aproveitamento integral dos alimentos e as práticas de sustentabilidade, assinale a alternativa que apresenta uma prática coerente com a sustentabilidade na produção gastronômica. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: MPE-ES Prova: FGV - 2026 - MPE-ES - Agente Técnico - Biólogo |
Q4222342 Meio Ambiente

Uma sociedade empresária, buscando reduzir sua pegada ecológica corporativa, realizou uma auditoria interna. Esta afirmou que o maior impacto está associado ao consumo de carne bovina no refeitório da sociedade empresária.

Com base nesse cenário e com o cuidado de garantir a segurança alimentar dos trabalhadores, assinale a opção que irá permitir a redução da pegada ecológica da corporação.  

Alternativas
Q4220550 Meio Ambiente
O conceito de Desenvolvimento Sustentável pressupõe uma visão de sistema complexo, em que as dimensões social, econômica e ambiental não podem ser tratadas de forma isolada.
Assinale a opção que indica o modelo conceitual que melhor descreve a falha intrínseca do pensamento que tenta resolver os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apenas com intervenções tecnológicas, sem abordar as estruturas de poder e os modelos produtivos subjacentes.  
Alternativas
Q4220187 Meio Ambiente
Na formulação de políticas públicas, a valoração ambiental busca atribuir valores monetários a bens e serviços ecossistêmicos que não possuem preço de mercado.
Entre as categorias que compõem o Valor Econômico Total (VET) de um recurso ambiental, destacam-se valores associados ao uso atual, ao uso potencial futuro e ao não uso.
Relacione as categorias listadas a seguir aos respectivos exemplos ou definições.
(1) Valor de Uso Direto (2) Valor de Opção (3) Valor de Existência
( ) Valor atribuído à preservação de um ecossistema para manter a possibilidade de seu uso no futuro, ainda que ele não seja utilizado no presente.

( ) Valor derivado da satisfação de saber que uma espécie, como a baleia-jubarte, continua a existir, independentemente de qualquer intenção de uso presente ou futuro.

( ) Valor obtido por meio da extração de recursos naturais, como madeira, ou de atividades recreativas, como visitação a parques nacionais.



Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada. 
Alternativas
Q4218998 Meio Ambiente

Acerca da Responsabilidade Socioambiental das Organizações, analise as afirmativas a seguir:


I. A incorporação da responsabilidade socioambiental ao planejamento estratégico permite que as organizações identifiquem riscos e oportunidades relacionados às dimensões econômica, social e ambiental durante o processo decisório.


II. O diálogo com as partes interessadas constitui mecanismo relevante para identificar expectativas, avaliar impactos das atividades organizacionais e aperfeiçoar as práticas de gestão.


III. A adoção de indicadores de desempenho socioambiental reduz a relevância do acompanhamento dos resultados econômicos, uma vez que a sustentabilidade prioriza objetivos sociais e ambientais.


IV. A responsabilidade socioambiental limita-se às ações desenvolvidas pela alta administração, não influenciando os processos operacionais executados pelas diferentes unidades organizacionais.


Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:  

Alternativas
Q4218997 Meio Ambiente
A responsabilidade socioambiental das organizações tem assumido papel estratégico na gestão contemporânea, envolvendo a integração de aspectos econômicos, sociais e ambientais às decisões organizacionais, bem como o relacionamento ético com as partes interessadas. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Engenheiro Agrônomo |
Q4216553 Meio Ambiente
A Agronomia e as Ciências Ambientais dialogam diretamente na busca por sistemas produtivos sustentáveis, conciliando produtividade agrícola e preservação dos recursos naturais. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Administrador |
Q4216267 Meio Ambiente
A adoção de práticas sustentáveis na gestão de recursos públicos representa uma diretriz contemporânea da administração pública. Sob essa perspectiva, a sustentabilidade na gestão de materiais implica:
Alternativas
Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209338 Meio Ambiente
Em uma campanha interna de responsabilidade socioambiental, um órgão público orienta seus servidores a adotarem atitudes sustentáveis no dia a dia de trabalho. O auxiliar de serviços gerais participa da campanha adotando hábitos que contribuem para a preservação ambiental. Assinale a alternativa que apresenta uma atitude sustentável no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Respostas
21: C
22: D
23: B
24: E
25: C
26: A
27: C
28: B
29: D
30: D
31: B
32: A
33: B
34: E
35: B
36: A
37: C
38: C
39: A
40: D