Questões de Concurso Sobre desenvolvimento sustentável em meio ambiente

Questões Discursivas

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Q4211089 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4210686 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)

De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Q4204902 Meio Ambiente

Em uma aula sobre sustentabilidade, um professor de Geografia do 8º ano propõe que os alunos utilizem uma calculadora digital para estimar sua pegada ecológica. Após a atividade, o docente promove um debate sobre os diferentes padrões de consumo, os impactos ambientais e a capacidade de regeneração dos recursos naturais, relacionando os resultados com a realidade local e global.


Imagem associada para resolução da questão


Acesso em 02/05/2026 https://pontobiologia.com.br/qual-e-a-sua-pegada-ecologica. 


 

Considerando a charge acima, o conceito de pegada ecológica e sua aplicação no ensino de Geografia, assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q4204000 Meio Ambiente
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Eles estão divididos em prioridades, integrando as esferas social, ambiental e econômica. Entre esses objetivos, NÃO está o(a):
Alternativas
Q4202539 Meio Ambiente
É uma modalidade econômica caracterizada pelo equilíbrio entre a busca de resultados financeiros e a promoção de soluções para problemas sociais e ambientais, por meio de empreendimentos com impacto socioambiental positivo, que permitam a regeneração, a restauração e a renovação dos recursos naturais e a inclusão de comunidades, e contribuam para um sistema econômico inclusivo, equitativo e regenerativo. O trecho refere-se a qual conceito?
Alternativas
Q4202398 Meio Ambiente
O conceito Triple Bottom Line (Tripé da Sustentabilidade) estabelece princípios que devem orientar a atuação sustentável das empresas. São princípios desse conceito e suas respectivas definições:

I. People (Pessoas): o desempenho social deve considerar o impacto das empresas sobre comunidades, funcionários, clientes e fornecedores, garantindo que suas práticas contribuam positivamente para todos os envolvidos.
II. Planet (Planeta): o impacto ambiental deve ser reduzido ao máximo, e as empresas devem buscar práticas sustentáveis que não apenas minimizem a poluição, mas que também auxiliem na reconstrução e preservação do meio ambiente.
III. Profit (Lucro): empresas sustentáveis devem prosperar economicamente, mas sem negligenciar suas responsabilidades com a sociedade e o planeta.
IV. Power (Poder): as empresas devem fortalecer sua capacidade de influenciar decisões estratégicas e políticas relacionadas ao desenvolvimento sustentável.

Quais estão corretos?
Alternativas
Q4202396 Meio Ambiente
A sustentabilidade é orientada por princípios que buscam prevenir danos ambientais, promover a responsabilidade pelos impactos causados e assegurar medidas de reparação quando necessário. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU, 2007), assinale a alternativa que apresenta corretamente um princípio basilar da sustentabilidade e sua definição.
Alternativas
Q4202276 Meio Ambiente
Considerando a Agenda 2030 e os ODS, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4197317 Meio Ambiente
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) contabilizou 18.451 focos de calor no Brasil em 2025, o menor índice desde o início do monitoramento, em 1998. O Estado do Mato Grosso foi o que apresentou mais focos de queimada, seguidos por Maranhão, Tocantins, Bahia e Pará. As queimadas podem ser causadas por fatores naturais ou pela intervenção humana, resultando na destruição da biodiversidade local, além da emissão de fumaça e partículas tóxicas na atmosfera. Com relação às consequências socioambientais causadas pelas queimadas, analise as afirmativas abaixo.

I. As partículas tóxicas afetam principalmente os mais vulneráveis, como crianças menores de 5 anos, gestantes, idosos e pessoas com comorbidades.
II. As queimadas podem ocasionar o deslocamento populacional de comunidades, gerando insegurança em populações de menor renda per capita.
III. O impacto das queimadas não se intensifica para os que habitam o Mato Grosso, pois os ventos alísios mudam de direção frequentemente.
IV. A fumaça contém partículas finas, monóxido de carbono e outros gases tóxicos, e pode provocar infarto e acidente vascular cerebral, especialmente em pessoas com doenças preexistentes.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q4196721 Meio Ambiente
Nas últimas décadas, a intensificação das mudanças climáticas tem impulsionado a adoção de compromissos ambientais por governos, empresas e organizações internacionais, incluindo iniciativas nas quais se destacam estratégias voltadas à transformação dos modelos de produção e consumo. Nesse contexto, qual é a relação entre a tendência de neutralidade de carbono e o desenvolvimento sustentável?  
Alternativas
Q4194097 Meio Ambiente
O desenvolvimento sustentável envolve a integração entre crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. No contexto das mudanças climáticas, governos têm adotado estratégias para reduzir emissões e promover fontes de energia mais limpas. Essas ações buscam conciliar desenvolvimento com responsabilidade ambiental. Considerando esse cenário, qual medida está alinhada aos princípios do desenvolvimento sustentável? 
Alternativas
Q4192271 Meio Ambiente

Considerando os conceitos de silvicultura e o disposto no Código Florestal, julgue o item a seguir. 


Sistemas agrícolas diversificados, como as agroflorestas, apresentam potencial para ampliar a provisão simultânea de múltiplos serviços ecossistêmicos, o que contribui para maior sustentabilidade e resiliência dos agroecossistemas. 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: DEPSEC Órgão: UNIFAP Prova: DEPSEC - 2026 - UNIFAP - Economista |
Q4186122 Meio Ambiente
A partir do avanço da modernidade e da intensificação dos processos de desenvolvimento econômico e tecnológico, surgiram novos desafios relacionados aos impactos das ações humanas sobre o meio ambiente e a  sociedade. Nesse sentido, a teoria da sociedade de risco, desenvolvida por Ulrich Beck, descreve uma fase em que o próprio progresso científico e a geração de riqueza passaram a produzir riscos globais, complexos e de difícil previsão, tais como as mudanças climáticas e as crises econômicas. Em resposta a esse cenário, consolidou-se ainda mais o conceito de sustentabilidade, entendido como a utilização racional e consciente dos recursos naturais, visando atender às necessidades da geração presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazerem suas próprias demandas.
Com base nessas informações e em seus conhecimentos sobre desenvolvimento sustentável e sociedade contemporânea, assinale a alternativa que melhor se coaduna com o contexto descrito:
Alternativas
Q4185964 Meio Ambiente
A poluição da água é resultado das alterações de sua qualidade, o que a torna imprópria para o consumo e prejudicial aos organismos vivos que nela habitam. Como as suas propriedades são alteradas, a água poluída traz prejuízos ao ambiente natural e ao homem. Considerando a gestão de bacias hidrográficas, assinale o significado do termo autodepuração.
Alternativas
Q4184832 Meio Ambiente
Leia a notícia abaixo e, em seguida, responda ao que se pede.
Fontes de urânio e terras raras são descobertas na Bacia do Parnaíba
Estudo revela potencial para impulsionar mineração estratégica no país Descoberto potencial inédito para exploração de terras raras e urânio na Bacia do Rio Parnaíba, no Piauí e Ceará. Ao todo, o Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou 39 novas ocorrências com altos teores de fósforo, urânio e elementos terras raras, impulsionando a mineração estratégica no país. Com isso, a região pode abrigar grande potencial para esses minerais essenciais para a transição energética e o avanço tecnológico [...] foram identificadas concentrações recordes de elementos estratégicos, com grandes níveis de fósforo (16%) e elementos terras raras (com até 2,3%). Os índices das amostras examinadas colocam a Bacia do Parnaíba entre as mais ricas do mundo. [...] A possível extração em solo brasileiro reduziria a dependência de fontes internacionais, como a China, que controla a maior parte da oferta mundial desses minerais.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencianacional/economia/audio/2025-07/fontes-de-uranio-e-terras-raras-saodescobertas-na-bacia-do-parnaiba As descobertas evidenciam a importância estratégica dos recursos minerais na economia contemporânea.
Nesse contexto, um dos principais desafios relacionados à possível exploração desses recursos consiste em
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Q4184829 Meio Ambiente
O Ceará destaca-se como um dos principais produtores e exportadores de frutas do Nordeste, especialmente melão, manga e banana. A expansão da agricultura irrigada contribuiu para a geração de empregos e para o crescimento das exportações. Entretanto, organizações ambientais e pesquisadores apontam que o uso intensivo de agrotóxicos pode provocar contaminação do solo, dos recursos hídricos e afetar a saúde das populações que vivem próximas às áreas de cultivo. Esse cenário tem ampliado os debates sobre modelos agrícolas mais sustentáveis e sobre a necessidade de conciliar produção econômica e preservação ambiental.
A situação descrita no texto evidencia um dos principais desafios relacionados à produção agrícola contemporânea. Nesse contexto, o debate sobre o uso de agrotóxicos na fruticultura cearense está associado à necessidade de 
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Q4181184 Meio Ambiente
Em uma obra de recuperação de calçadas, a equipe de operários separou restos de concreto, tijolos e blocos provenientes de demolições, que foram encaminhados a uma área de triagem de resíduos da construção civil mantida pelo município. Sobre esse procedimento, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I.Restos de concreto, tijolos e blocos podem ser reaproveitados, após triagem e britagem, como agregado em obras de pavimentação e em outras aplicações.
PORQUE II.
O reaproveitamento dos resíduos da construção civil aumenta o volume de material enviado a aterros e amplia a necessidade de extração de novas matérias-primas da natureza.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: C
4: C
5: D
6: D
7: C
8: B
9: C
10: C
11: D
12: E
13: D
14: D
15: C
16: C
17: C
18: D
19: D
20: D