Questões de Concurso
Comentadas sobre engenharia florestal em engenharia ambiental e sanitária
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Acerca de manejo florestal sustentável e recuperação de áreas degradadas, julgue o item a seguir.
A regeneração natural vegetativa depende do banco de
sementes no solo na hora do distúrbio, das sementes que
entram após o distúrbio e da brotação de tronco e raízes.
Microrganismos endofíticos podem atuar como agentes de biocontrole de fitopatógenos, pela competição por espaço e nutrientes na planta hospedeira, produção de compostos antimicrobianos e indução de resistência sistêmica.
Os principais modelos de pontas de pulverização para bicos hidráulicos são as pontas de jato plano e as pontas de jato cônico, sendo estas últimas as mais indicadas para a aplicação de herbicidas.
Na regeneração natural, quando a matriz da paisagem é florestal, determinadas plantas espalham suas sementes sem a intervenção de agentes externos, é a autocória. O processo realizado pelo homem, artificial, no plantio das sementes florestais cultivadas recebe a denominação de:
No manejo florestal sustentável da vegetação de reserva legal, é permitida, independentemente de autorização do órgão competente, a adoção de práticas de exploração tanto para consumo na propriedade quanto para propósito comercial.
Os chamados distúrbios intermediários afetam a dinâmica de sucessão, fazendo estágios finais (clímax) serem atingidos de forma mais acelerada.
Espécies vegetais que apresentam crescimento lento, frutos e sementes grandes e maior longevidade são classificadas como r estrategistas e são típicas de ambientes clímax.
Animais como aves e morcegos exercem papel relevante na sucessão ecológica, atuando como polinizadores e(ou) dispersores de sementes.
Ambientes em estágios sucessionais mais próximos ao clímax tendem a ser menos estáveis que aqueles em estágios mais iniciais, devido à sua fragilidade ao fogo.
Clareiras naturais causadas, por exemplo, pela queda de uma árvore morta são relevantes para a dinâmica dos ecossistemas florestais maduros, visto que, ao abrirem espaço para a entrada da luz solar, permitem o estabelecimento de espécies pioneiras que irão ampliar a diversidade da flora regional.
Espécies pioneiras tendem a ser boas colonizadoras, mas são competidoras inferiores quando comparadas às espécies clímax.
I - Fornecimento de sombra para o gado (conforto térmico), porém não protege as nascentes. II - Fixação biológica de nitrogênio e menor ciclagem de nutrientes. III - Redução da erosão do solo. IV - Produção de madeira, frutos, resinas, entre outros.
I - Conhecer o solo utilizado, principalmente suas condições de infiltração e drenagem de água. II - Fazer um planejamento adequado das estradas e ramais, considerando o escoamento das águas de chuva de fora da gleba. III - Evitar a manutenção periódica dos terraços, principalmente em solos arenosos. IV - O tipo de solo é de pouca importância para a construção e conservação dos terraços.
I - O isolamento a fim de evitar que a enxurrada continue erodindo o seu leito e desestabilizando os seus taludes. II - Cercar o local para evitar o trânsito de animais, o que pode prejudicar o controle. III - Utilização de cobertura morta na estabilização, como palha, restos culturais, capim, folhas, entre outros. IV - Destinara área para reserva florestal ou produção de madeira, adaptando-se espécies regionais e de rápido crescimento.
I - Proteção e recuperação de solos degradados. II - Aumento da taxa de infiltração de água no solo e ciclagem de nutrientes. III - Aumento no teor de matéria orgânica do solo e aporte de nitrogênio através da fixação biológica. IV - Menores oscilações de temperatura e evaporação, redução da população de plantas invasoras e aumento no controle da disseminação de pragas e doenças.