Questões de Concurso
Comentadas sobre urologia em medicina
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Paciente de 40 anos de idade, com insuficiência renal crônica, está sendo tratado com hemodiálise. Apresenta um quadro de hipocalcemia e hiperfosfatemia.
Essas alterações estão associadas
Mulher de 39 anos de idade apresenta edema de membros inferiores há 5 semanas, evoluindo, nos últimos dias, para anasarca. Exame físico: PA: 125 x 80 mmHg e FC: 80 bpm; face: edema periorbitário simétrico; cardiopulmonar: normal; edema em abdome e membros inferiores, simétrico, com sinal do cacifo. Exames séricos: hipoalbuminemia; hemograma, ureia e creatinina: todos normais. Exame de urina: proteinúria 4+/4+; não há hematúria ou leucocitúria.
O diagnóstico mais provável da glomerulonefrite é
1. Cancro Mole. 2. Donovanose. 3. Sífilis. 4. Linfogranuloma venéreo.
( ) Chlamydia trachomatis. ( ) Treponema pallidum. ( ) Calymmatobacterium granulomatis. ( ) Haemophilus ducrey.
1. Anti-TNF. 2. Anti-integrina. 3. Anti-interleucina
( ) Infliximabe. ( ) Vedolizumabe. ( ) Ustequinumabe. ( ) Adalimumabe.
O seguinte enunciado refere-se à questão.
Paciente masculino, 53 anos e recepcionista, queixou-se para sua esposa de dor em região perianal no final de semana. Medicou-se por conta própria, fazendo uso de analgésicos, anti-inflamatórios e repouso. Percebeu melhora parcial dos sintomas. No primeiro dia útil seguinte, relatou piora importante da dor e queixou-se de calafrios. Sua esposa aferiu sua temperatura: 37,8°C, e insistiu para que o marido fosse ao médico.
Chegando ao hospital terciário de sua cidade, foi atendido por um médico clínico, generalista, responsável pela triagem dos pacientes admitidos via Pronto-Socorro. Ao exame físico proctológico descreveu discretos sinais flogísticos em região perianal, com leve hiperemia. À manipulação, paciente referia dor maior em região para-anal direita, sem massas ou flutuações. Tentativa de toque retal sem sucesso, pois paciente mostrou-se pouco colaborativo. Nega parada de eliminação de gases e fezes. Evacua diariamente, fezes consistentes, sem muco, pus ou sangue. Nega dor ao evacuar.
Foram solicitados exames laboratoriais gerais e exame de imagem para ratificar a principal hipótese diagnóstica.
O seguinte enunciado refere-se à questão.
Paciente masculino, 53 anos e recepcionista, queixou-se para sua esposa de dor em região perianal no final de semana. Medicou-se por conta própria, fazendo uso de analgésicos, anti-inflamatórios e repouso. Percebeu melhora parcial dos sintomas. No primeiro dia útil seguinte, relatou piora importante da dor e queixou-se de calafrios. Sua esposa aferiu sua temperatura: 37,8°C, e insistiu para que o marido fosse ao médico.
Chegando ao hospital terciário de sua cidade, foi atendido por um médico clínico, generalista, responsável pela triagem dos pacientes admitidos via Pronto-Socorro. Ao exame físico proctológico descreveu discretos sinais flogísticos em região perianal, com leve hiperemia. À manipulação, paciente referia dor maior em região para-anal direita, sem massas ou flutuações. Tentativa de toque retal sem sucesso, pois paciente mostrou-se pouco colaborativo. Nega parada de eliminação de gases e fezes. Evacua diariamente, fezes consistentes, sem muco, pus ou sangue. Nega dor ao evacuar.
Foram solicitados exames laboratoriais gerais e exame de imagem para ratificar a principal hipótese diagnóstica.