Questões de Concurso Comentadas sobre saúde da criança na atenção básica em medicina

Foram encontradas 217 questões

Q1617055 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. Ser empático é um comportamento favorável ao atendimento em serviços de saúde.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores de partes moles (rabdomiossarcomas, sarcomas sinoviais, fibrossarcomas).


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1617054 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. A educação em saúde visa a diminuir a autonomia das pessoas no seu cuidado.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os do sistema nervoso central/cérebro.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1617052 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores abdominais (neuroblastomas, hepatoblastomas, nefroblastomas).

II. A Estratégia Saúde da Família busca criar fatores que colocam a saúde em risco.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1617042 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. A sobrevida de pacientes com câncer depende principalmente da localização do tumor, da histologia, da sua biologia e do estadiamento da doença ao diagnóstico.

II. Para o diagnóstico precoce do câncer, o pediatra e/ou médico da ESF devem estar também atentos às crianças portadoras de malformações e síndromes clínicas que estão associadas a um maior risco de desenvolvimento de neoplasias.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1617037 Medicina

Leia as afirmativas a seguir:


I. O profissional de saúde deve atender ao usuário dos serviços com educação e respeito.

II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores ósseos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1385468 Medicina

A puericultura é uma importante ferramenta da atenção primária à saúde, no acompanhamento de crianças, para diagnosticar agravos de maneira precoce e proteger a criança de intervenções desnecessárias realizadas por avaliações pontuais.

Sobre essa temática, analise as afirmativas que seguem:


I Diante de mamas ingurgitadas com secreção leitosa em lactente de 15 dias de vida, este deve ser encaminhado para atenção secundária.

II Diante da ausência de um testículo palpável em lactente de 6 meses, este pode ser acompanhado pelo menos até 1 ano de vida.

III Diante de um quadro de estrabismo em lactente de 1 mês, este pode ser acompanhado pelo menos até os 4 meses.

IV Diante de uma hérnia inguinal em lactente de 1 mês, este deve ser encaminhado para atenção secundária.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1385467 Medicina
Uma criança com 1 ano e 3 meses de idade chega à unidade de saúde para vacinação. A mãe refere que perdeu seu cartão de vacina e não sabe dizer que vacinas já foram aplicadas na criança até o presente. Diante da impossibilidade de resgatar as informações sobre vacinação prévia e tendo que reiniciar todo o esquema vacinal, considere as seguintes orientações:
I Deve-se realizar a vacina Meningocócica em duas doses. II Deve-se realizar a vacina Pneumocócica dose única. III Deve-se realizar a vacina VIP em três doses. IV Deve-se realizar a vacina Rotavirus em duas doses.
Com base no Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde 2017, estão corretas as recomendações presentes nos itens
Alternativas
Q1382942 Medicina

Douglas, 7 anos, chega bem cedo à UBS para atendimento na demanda espontânea, acompanhado de sua mãe. Faz tratamento na unidade para asma persistente, utilizando corticoide inalatório e, há 6 meses, não apresenta nenhuma crise. Nunca foi internado e a maioria das crises foram controladas em casa ou na UBS, tendo de ir somente uma vez ao pronto-socorro do bairro. Há 3 dias, começou a apresentar coriza e febre baixa, mas estava bem. Ao amanhecer, apresentou “chiado” e sua mãe resolveu levá-lo à UBS.

Exame Físico

T: 36,3° C; peso: 15 Kg; saturação: 98%; bom estado geral, brincando na sala de espera.

Exame pulmonar: sem tiragem, frequência respiratória: 25 incursões por minuto; ausculta pulmonar: sibilos esparsos em ápice pulmonar sem nenhuma outra alteração.


De acordo com os dados apresentados, assinale a alternativa que indica a melhor conduta para Douglas no momento do atendimento.

Alternativas
Q1378605 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao final da consulta, Ana Maria lembra-se de que João Pedro apresenta apenas um testículo na bolsa escrotal e que sempre achou isso estranho, mas os profissionais da UBS onde era atendida orientaram que ela aguardasse o testículo “descer”. Ao examinar a genitália da criança, o médico percebe esvaziamento da bolsa escrotal à esquerda e consegue palpar massa em região inguinal esquerda, sem sinais sugestivos de testículo retrátil. A conduta adequada para o momento é:
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Q1378604 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ana Maria retorna à UBS uma semana após a ida à UPA, com João Pedro bem melhor em relação ao quadro clínico anterior, desejando vacinar o filho, em especial , anti-influenza e contra o sarampo, pois ouviu falar no jornal que essas doenças eram muito graves em crianças pequenas e que a vacinação era uma forma segura de protegê-las. Ela apresenta a caderneta da criança, com calendário vacinal atualizado. Nesse caso, considerando as indicações para vacinação contra esses patógenos, o médico deve
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Q1378603 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Na UPA, João Pedro foi atendido e Ana Maria aproveitou para pedir ao médico que solicitasse os exames de rotina do filho. O médico plantonista informou que os exames não eram necessários naquele momento, pois
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Q1378602 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Considerando os princípios da medicina de família e comunidade (MFC), Ana Maria não precisaria buscar a UPA, nesse caso, visto que o profissional médico dessa especialidade
Alternativas
Q1378601 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao buscar atendimento na unidade básica mais próxima de sua residência, Ana Maria está orientada pelo princípio organizativo do SUS identificado como princípio da
Alternativas
Q1312905 Medicina
São ações de promoção e prevenção da saúde infantil para recém-nascidos a termo, abordadas na consulta ambulatorial do quinto dia de vida, exceto:
Alternativas
Q1276111 Medicina
H.M.G, 3 anos, é levada pela mãe ao centro de saúde para avaliação de quadro de febre e manchas na pele. Antes mesmo de realizar a anamnese, o médico observa que a criança apresenta um exantema.
São doenças exantemáticas, EXCETO:
Alternativas
Q1243694 Medicina
M.S.A, 3 anos, é conduzida até a Unidade Básica de Saúde da Família com história recente de prurido vaginal intenso, vermelhidão em grandes e pequenos lábios, corrimento branco leitoso. A causa provável é:
Alternativas
Q1088773 Medicina
Paciente de 3 meses, encaminhado ao serviço de pediatria de referência, por lesão extensa em face. A mãe refere que, no nascimento, a criança não apresentava qualquer lesão na face. Após alguns dias, surgiram manchas avermelhadas no lado esquerdo da face, que evoluíram e aumentaram de tamanho, ocupando toda a lateral do rosto, desde a fronte até o mento. A lesão apresenta relevo e algumas crostas hemáticas que a mãe refere ter sido locais que apresentaram sangramento. A criança apresenta dificuldade para realizar a abertura da pálpebra à esquerda, e a lesão no nariz também faz alguma obstrução nasal.
A conduta mais adequada, neste caso, é:
Alternativas
Q1088770 Medicina
As doenças exantemáticas são frequentes. A maioria dos casos apresenta dificuldade diagnóstica. Em mais de 70% dos casos, a etiologia é infecciosa.
Assinale a alternativa INCORRETA, segundo as características das doenças exantemáticas:
Alternativas
Q1088768 Medicina
Criança de um ano e três meses apresenta-se à consulta numa Unidade Básica de Saúde com quadro de diarreia há 3 dias, fezes não sanguinolentas, de consistência semilíquida e sem odor muito forte, aproximadamente 8 vezes ao dia. Apresentou febre e vômitos ocasionais nos dois primeiros dias. Como estava mais apática, mãe a trouxe para consultar. Não tem aleitamento materno desde os 6 meses e o seu grau de desidratação, nesta atual consulta, foi considerado leve, apesar de ainda não ter recebido terapia de reidratação oral de modo eficaz em casa.
A hipótese etiológica mais provável para esta situação é:
Alternativas
Q1088767 Medicina
Nos últimos anos vem havendo queda na incidência de diarreia aguda em crianças, com queda expressiva da sua letalidade. Várias ações terapêuticas têm contribuído para reduzir esses impactos negativos causados pela diarreia. O reconhecimento da desidratação e as ações adequadas na sua prevenção primária ou secundária são essenciais para melhorar o prognóstico.
Das alternativas seguintes relativas à desidratação ou à sua terapia, qual a que encontra-se CORRETA?
Alternativas
Respostas
181: A
182: C
183: B
184: A
185: A
186: A
187: D
188: D
189: D
190: B
191: A
192: C
193: A
194: B
195: A
196: A
197: C
198: D
199: A
200: A