Questões de Concurso Sobre medicina
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Assinale a opção que apresenta o diagnóstico provável e a conduta indicada para o caso.
O diagnóstico mais provável é
A deformidade descrita é a
Segundo a classificação de Paley, trata-se de uma pseudartrose do tipo
De acordo com a classificação proposta por Koshino e modificada por Aglietti e associados, essa lesão é classificada como
De acordo com a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (2024), assinale a opção que contempla os critérios para o Diagnóstico Laboratorial de Diabetes.
Paciente de 17 anos, masculino, “pessoa em situação de rua”, foi encaminhado pelo SAMU com forte dor torácica, em aperto há 4 horas. Apresenta quadro de falta de ar e na emergência observa pulso radial de 112 bpm e PA 90 x 70 mmHg. Frequência respiratória: 33 incursões respiratórias, por minuto. SAPO2: 88%, temperatura axilar: 37,8 oC. Painel respiratório viral positivo para adenovírus. Foi vacinado para Gripe e Covid-19, há 3 meses. Pressão venosa jugular elevada. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, 3 tempos bulha protodiastólica. Ausculta pulmonar: estertores bibasais. Restante do exame físico normal. ECG: ritmo sinusal. Supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm – derivações DI e aVL e V1-V6. Fragmento do QRS derivações DI e aVL. Eco/POCUS – acinesia da parede ântero-lateral. Linhas B 10 por campo, no ultrassom pulmonar. No cateterismo coronário, artérias sem obstrução. Na Ressonância cardíaca, edema miocárdico na parede ântero-lateral, acinesia na parede lateral e hipocinesia ântero-apical. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 30%.
O cardiologista chamado para avaliar o caso apresentou corretamente o diagnóstico principal de
Paciente masculino de 25 anos, natural do sertão de Pernambuco, fisiculturista, apresentou quadro de falta de ar e inchaço nas pernas e foi admitido na emergência com hipoxemia – SAPO2 de 88%. O valor observado do BNP é de 3000 pg/dL e a dosagem dos hormônios FSH e LH mostram-se diminuídos. O ECG mostra ritmo sinusal, crescimento biatrial e bloqueio completo do ramo esquerdo. Ecodopplercardiograma revela aumento das 4 câmaras e disfunção grave biventricular. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 18% e presença de volumoso trombo no interior do ventrículo esquerdo móvel, aderido ao ápice do ventrículo esquerdo. Angiotomografia das artérias coronárias tem resultado normal. A ressonância cardíaca demonstrava hipertrofia excêntrica do VE, com fração de ejeção do VE de 20% e aumento biatrial do VD. Trombo intracavitário do VE. Ausência de edema e de captação do gadolínio.
O time de insuficiência cardíaca definiu corretamente a principal etiologia como
Paciente feminina de 55 anos, obesidade grau 3 e hipertensa. Tem acordado toda manhã com cefalalgia nucal e tem verificado a sua pressão, no posto de saúde, sempre às 11 h, horário em que vai buscar os filhos na escola, sempre com valores dentro da normalidade. O médico de família pediu uma monitoração arterial ambulatorial. Verificam-se níveis controlados com enalapril e amlodipina no período da vigília e valores anormais, com pressões elevadas, à noite, durante a madrugada.
Os achados identificados no mapa, conectados ao quadro clínico da paciente, conduz à investigação de
Mulher, 72 anos, durante uma viagem ao exterior, ganhou, no cassino, o equivalente a 300 mil reais e apresenta forte dor no peito. Foi levada ao hospital de helicóptero e, ao chegar, apresentava supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, nas derivações do plano horizontal; ao fazer o cateterismo, as artérias estavam normais.
A ventriculografia mostrou grave disfunção global do ventrículo esquerdo, hipercontratilidade das porções basais e acinesia das paredes ântero-apicais do ventrículo esquerdo. A ressonância cardíaca apresentava paredes miocárdicas com igual padrão contrátil da ventriculografia contrastada e ausência de edema ou captação tardia do gadolínio.
A paciente apresentava pequena elevação da troponina I e valor de 15.000 pg/dL do BNP, evoluindo com insuficiência respiratória e choque cardiogênico, sendo instalado o ECMO. A paciente foi tratada com medidas de suporte e, após 10 dias, recuperou completamente a função ventricular esquerda e teve alta hospitalar.
O correto raciocínio clínico da equipe da cardiointensiva foi de provável quadro de
Paciente de 72 anos refere falta de ar aos médios esforços. É hipertenso, usa clortalidona, sua pressão arterial está controlada. O seu IMC é de 35 e o exame físico mostra-se normal. ECG: ritmo sinusal normal.
A avaliação prévia do pneumologista encontrou espirometria e TC tórax normais, BNP 24pg/dL. Ecocardiograma: leve aumento atrial esquerdo e demais medidas dentro da normalidade.
A relação E/e’ igual a 6. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 65%. Foi realizado o ecocardiograma de esforço e mostrou uma relação E/e’ igual a 20. Após carga de 25 mmHg, a pressão sistólica na artéria pulmonar foi de 25 para 40 mmHg. Os demais parâmetros tiveram alterações durante o exame.
O cardiologista confirmou o diagnóstico de
Paciente de 30 anos, com episódio de desmaio no esforço físico, teve temperatura aferida na sala de emergência de 36,7 ºC e o ECG apresentou QRS com inversão da onda T, nas derivações V1-V2 e V3 e uma onda anormal, de baixa amplitude, prolongada no final do QRS em V1 e V2. Possuía um holter prévio com 3.000 extrassístoles ventriculares nas 24h.
O eletrofisiologista foi acionado e identificou essa onda como sendo