Questões de Concurso Sobre medicina
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Um trabalhador rural de 60 anos, natural de Sobral (CE), procura atendimento por disfagia progressiva há 4 meses. Iniciou sintomas com disfagia para sólidos e, há 4 semanas, também para líquidos. Relata odinofagia e perda ponderal de 12 kg nesse período. É etilista crônico e tabagista de 40 maços-ano. Desconhece histórico familiar de doenças do trato digestivo. A endoscopia digestiva mostrou uma área de estreitamento do terço médio do esôfago com mucosa ulcerada e friável ao toque do aparelho. Não foi possível o acesso à câmara gástrica.
Assinale a alternativa mais adequada sobre o provável diagnóstico.
Uma jovem é trazida à sala de emergência após ingestão voluntária de produto para limpeza industrial (hidróxido de sódio) em tentativa de autoextermínio. Estima-se que ela tenha ingerido 200 ml há cerca de 45 minutos. Ao exame, encontra-se agitada, com importante sialorreia, estridor e rouquidão. Relata dor retroesternal intensa. Está consciente; apresenta PA: 130 × 80 mmHg; FC: 105 bpm e saturação de oxigênio de 91% em ar ambiente.
A conduta imediata mais apropriada é
Um agricultor de 60 anos, proveniente do sul da Bahia, procura atendimento por queixa de disfagia há 1 ano. Refere início de dificuldade para ingerir sólidos, mas que atualmente tem regurgitação inclusive para líquidos. Refere perda ponderal de 15 kg no período. A endoscopia digestiva alta revelou grande quantidade de resíduos alimentares no esôfago (mesmo o paciente tendo recebido apenas dieta líquida no dia anterior). A manometria revelou achado de pressão de relaxa mento integrada (IRP) de 20 mmHg com peristaltismo ausente em todas as deglutições e ausência de pressurização panesofágica ou contrações espásticas.
Qual é a classificação do distúrbio de motilidade apresentado pelo paciente segundo a classificação de Chicago?
Um homem de 45 anos é admitido no pronto-socorro com queixa de diarreia aquosa importante, com início há aproximadamente 3 semanas. Neste período, apresentou importante perda de peso (cerca de 10 kg). Associam-se queixas de fadiga, câimbras frequentes inexplicáveis e tontura. A diarreia persiste mesmo durante o jejum e tem alto volume diário (superior a 4 litros). Nega febre, dor abdominal severa ou sangramento intestinal. Os exames laboratoriais realizados na emergência mostram hipocalemia severa (potássio séri co de 2,2 mEq/L), acidose metabólica hiperclorêmica com pH de 7,28, HCO3 de 16 mEq/L e cloro de 118 mEq/L. Há ainda redução dos níveis de magnésio e fósforo séricos. A gastrina sérica se encontra normal e não há alteração nos níveis de ácido 5-hidroxi-indolacético na urina. A tomografia de abdome revela uma lesão sólida hipervascular localizada no corpo do pâncreas com 4,2 cm de diâmetro e com associação de implantes hepáticos secundários.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Um paciente de 82 anos apresenta disfagia de transmissão e episódios frequentes de internação hospitalar devido a pneumonia aspirativa. Encontra-se acamado devido a sequela de acidente vascular cerebral, após o qual teve implantado uma derivação ventriculoperitoneal (DVP), confeccionada há seis meses. Apresenta histórico prévio de duodenorrafia por laparotomia devido a úlcera perfurada há cerca de 20 anos. A equipe cirúrgica discute a possibilidade de realização de uma gastrostomia endoscópica percutânea (GEP).
Assinale a alternativa correta quanto à indicação desse procedimento.
Homem de 54 anos, tabagista de longa data, é admitido no pronto atendimento com dor abdominal intensa e sinais de irritação peritoneal. Tem antecedente de infarto agudo do miocárdio há 4 meses, hipertensão arterial mal controlada e insuficiência cardíaca congestiva com fração de ejeção de 25%, relatando dispneia aos esforços. O paciente é diagnosticado com apendicite aguda complicada com perfuração.
De acordo com a classificação ASA (American Society of Anesthesiologists), qual é a categoria apropriada para este paciente?
Um paciente de 85 anos, com antecedentes de hipertensão arterial e osteoporose, foi hospitalizado para realização de colecistectomia videolaparoscópica por colecistite aguda. Previamente à internação, fazia uso de bengala para deambulação, apresentando marcha de pequenos passos e discreta limitação funcional para subir escadas (necessitava fazer uso do corrimão). A cirurgia transcorreu sem intercorrências, mas necessitou permanecer interna do devido à antibioticoterapia que se fez necessária por alguns dias. O paciente apresentou, ao longo da semana, piora do status funcional e queixas de fraqueza. Mostra-se, agora, incapaz de deambular de forma independente, necessitando de auxílio até mesmo para levantar-se do leito. Não apresenta febre, dor ou sinais infecciosos.
Com base no quadro clínico, assinale a alternativa correta.
Considerando o conceito de prevenção quaternária, qual a conduta inicial correta que o pediatra deve adotar nesse caso?
Perante esse quadro, qual a conduta terapêutica correta?
Diante desse achado, a correta suspeita diagnóstica é
Após a estabilização inicial dessa criança, é correto afirmar que a conduta apropriada a seguir é
Considerando os achados clínicos e laboratoriais, qual a conduta adequada e imperativa para a investigação desse caso?
Com base nas informações apresentadas, qual a hipótese diagnóstica provável e a conduta inicial para esse caso?
Considerando as recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a orientação adequada que o pediatra deve fornecer à mãe?