Questões de Concurso
Comentadas sobre pneumologia em medicina
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Um paciente de 80 anos queixa-se de dispneia aos médios esforços e edema de membros inferiores, e apresenta insuficiência cardíaca diagnosticada pelo médico do posto de saúde. Na ausculta pulmonar, há diminuição do murmúrio vesicular, FTV diminuído e expansibilidade também diminuída na base pulmonar direita.
Assinale a alternativa que indica corretamente o diagnóstico mais provável para esse paciente.
( ) Os nódulos pulmonares podem ser subdivididos em micronódulos (medem até 5 mm), pequenos nódulos (medem entre 5 e 15 mm) e nódulos (medem entre 15 e 30 mm). ( ) O vidro fosco é definido como um aumento na atenuação pulmonar, obscurecendo os vasos subjacentes ou as margens brônquicas. ( ) A presença de nódulos centrolobulares pode indicar anormalidades alveolares, arteriolares ou intersticiais. ( ) As bandas parenquimatosas refletem a presença de fibrose pleuroparenquimatosa e costumam estar associadas a atelectasias ou doenças pulmonares fibrosantes.
Assinale a sequência correta.
( ) A presença de nível líquido no seio paranasal é patognomônica de rinossinusite aguda. ( ) A presença de bolhas de ar em cavidade paranasal pode ser observada na rinossinusite aguda. ( ) É possível a distinção de pólipo e cisto de retenção pela TC. ( ) Calcificações centrais e pequenas podem ser observadas na colonização fúngica do seio paranasal, diferenciando-se das calcificações periféricas e grosseiras da rinossinusite crônica.
Assinale a sequência correta.
I – Os patógenos mais comuns são as bactérias anaeróbias, mas cerca de metade dos casos envolve organismos aeróbios e anorganismos aeróbios. II – Cultura de escarro jamais servem como diagnóstico. III – Lesões pulmonares cavitárias sempre são causadas por infecção.
I – Geralmente, os eosinófilos constituem menos de 7% dos glóbulos brancos. II – Um número reduzido de eosinófilos no sangue (eosinopenia) pode ocorrer na Síndrome de Cushing. III – Distúrbios alérgicos são causas comuns de número alto de eosinófilos.
I – São um grupo heterogêneos de desordens caracterizado pela inflamação e necrose da parede do vaso sanguíneo. II – Podem ser divididas pelo tamanho do vaso acometido predominantemente (vaso obliquo, vaso simétrico e vaso assimétrico). III – É a doença pulmonar mais comum na população indígena.
I – púrpura palpável. II – hemorragia alveolar; III – síndrome de Gelshof
I – O pneumotórax hipertensivo eleva a pressão artéria, mas é incapaz de levar à parada cardiorrespiratória. II – Se o pneumotórax for pequeno e o paciente estiver clinicamente estável, o tratamento pode ser apenas expectante. III – O grupo de maior risco para pneumotórax espontâneo é a população idosa.
I – Um quadro comum de tromboembolismo é a embolia cerebral. II – Pessoas com aterosclerose grave podem sofrer embolias de colesterol. III – A embolia gasosa é o tipo de embolia mais comum no Brasil.
I – Na broncofibroscopia pode-se avaliar a laringe, mas não os brônquios. II – Na mediastinoscopia podem ser realizadas biópsias dos linfonodos. III – A ecoendoscopia não pode ajudar na biópsia de pulmões.
I – Aspirina pode provocar crise de asma em pacientes sensíveis. II – Otite pode agir como gatilho para uma crise de asma. III – Não há casos envolvendo gravidez e crises de asma.
I – É um distúrbio caracterizado por interrupções muito longas e repetidas da respiração durante o sono. II – Ocorre quando os músculos da via respiratória alta relaxam durante o sono. III – Os episódios de obstrução respiratória costumam durar de 30 minutos a 1 hora.
I – O líquido pleural transudativo é escuro e tem alta concentração de proteínas. II – O derrame pleural que se manifesta com líquido tipo transudato pode ser causado por insuficiência cardíaca. III – Em geral, qualquer doença que evolua com ascite pode também cursar com derrame pleural.
I – É um método de avaliar fluxos e volumes pulmonares por meio de manobras forçadas e lentas. II – Possibilita o diagnóstico e a classificação de distúrbios ventilatórios. III – Os valores obtidos devem ser comparados a valores previstos para a população avaliada.
I – Nunca utiliza o metabolismo celular de glicose. II – Falsos negativos podem ocorrer nos tumores de baixo metabolismo, como o tumor carcinoide, por exemplo. III – Tuberculose e histoplamose estão entre as possibilidades de falsos positivos.
I – Na radiografia torácica, as incidências mais utilizadas são a frontal ou posteroanterior (PA) e a lateral. II – Na análise de qualidade da radiografia torácica devem ser verificados o grau de inspiração, de penetração do Raio-X e a simetria torácica. III – Na radiografia torácica, o grau de penetração é considerado bom quando o observador consegue identificar até o 4° ou 5° espaço discal.
I – O esqueleto ósseo do nariz é formado pelo osso frontal, ossos nasais e anulares. II – A cavidade nasal contém apenas uma abertura de drenagem. III – Os seios paranasais compreendem os seios maxilar, frontal, etmoidal e o esfenoidal.
I – As coanas fazem a comunicação da cavidade nasal com a faringe. II – Na parede lateral da cavidade nasal encontram-se as conchas nasais. III – Nas conchas nasais podem ser encontradas as protuberâncias de Hender.