Questões de Concurso Comentadas sobre otorrinolaringologia em medicina

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Q275937 Medicina
Sinusite aguda é definida como inflamação e(ou) infecção dos seios da face. Estima-se a sua incidência na população brasileira em torno de dez milhões de casos por ano. A respeito da etiologia das sinusites, assinale a opção correspondente ao agente causal mais frequente em pacientes imunocompetentes.
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Q275927 Medicina
Vertigem é causa frequente de ida do paciente ao pronto-socorro e um fator limitante para as atividades diárias de pessoas em qualquer idade. O primeiro passo para se obter o diagnóstico etiológico é estabelecer se a sua origem é central ou periférica. Com relação a esse assunto, assinale a opção correta.
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Q262371 Medicina
A vertigem paroxística posicional benigna

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Q242005 Medicina
Acerca das abordagens às queixas comuns em atendimento
ambulatorial, julgue os itens subsecutivos.

O controle da crise vertiginosa é geralmente obtido mediante o uso de dimenidrato e meclizina. Nos pacientes com doença de Meniere, por sua vez, usa-se a betaistina para a prevenção de novos episódios.
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: BR Distribuidora
Q1236972 Medicina
A respeito das perdas auditivas induzidas pelo ruído, é INCORRETO afirmar que a(o) 
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Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Araucária - PR
Q1207447 Medicina
A maior causa de morbidade e mortalidade devido à disfagia orofaríngea se deve à:
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Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Araucária - PR
Q1207372 Medicina
Uma mastoidite aguda pode, como complicação, gerar uma mastoidite coalescente, que, pela destruição do trabeculado da mastoide e coalescência de suas células, forma o abscesso mastoideo. Sua ruptura na cortical da ponta da mastoide, ao nível da ranhura digástrica, drenando em direção ao músculo esternoclideomastóideo recebe o nome de:
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Ano: 2011 Banca: FUNJAB-SC Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1194449 Medicina
Frente a um paciente com perda auditiva unilateral e tontura de grau leve que apresenta perda auditiva do tipo condutiva à audiometria tonal, emissões otoacústicas evocadas presentes e preservação do reflexo do estapédio à imitanciometria, identifique como verdadeira (V) ou falsa (F) as possíveis causas de suas alterações. 
(  ) Doença de Paget.
(  ) Fixação da cadeia ossicular por timpanosclerose.
(  ) Deiscência de canal semicircular superior.
(  ) Otosclerose. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. 
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Q183561 Medicina
Em uma aula proferida numa escola de Medicina, o Professor Doutor ensinou corretamente, quanto à faringite estreptocócica, que o(a)
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Q179917 Medicina
Considerando-se a microbiologia das rinossinusites bacterianas, as formas crônicas são causadas, principalmente, por
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Ano: 2010 Banca: IPAD Órgão: SESC-PE
Q1233664 Medicina
O ruído acima dos limites de tolerância, causa perda auditiva inicialmente nas faixas de frequência de:
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPU
Q1232866 Medicina
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
Estridor inspiratório é sinal clínico do acometimento da laringe pelo processo infeccioso.
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPU
Q1232725 Medicina
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
O resultado normal na radiografia dos seios da face permite afirmar a inexistência de infecção secundária dos seios da face.
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPU
Q1232668 Medicina
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
Secreção purulenta pelo conduto auditivo evidencia infecção secundária do ouvido médio, sendo o Streptococcus pneumoniae a bactéria mais frequente.
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1226241 Medicina
Com relação à tosse, julgue o item que se segue.
A patogênese da tosse pós-infecciosa é provavelmente multifatorial. Acredita-se que a ruptura da integridade epitelial e a inflamação das vias aéreas superiores e(ou) inferiores, com ou sem hiper-responsividade transitória das vias aéreas, possam estar implicadas. 
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1226127 Medicina
Com relação à tosse, julgue o item que se segue.
Considerando que os agentes Mycoplasma pneumoniae e Bordetella pertussis são responsáveis pela maioria dos casos de tosse pós-infecciosa, nessa situação, justifica-se o emprego rotineiro de macrolídeos para seu tratamento. 
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: SESAP-RN
Q1225578 Medicina
Mulher com sinusite crônica, 41 anos de idade, mostra no RX de seio maxilar lesão cística bem delimitada, porém com destruição da parede óssea do seio. Microscopicamente, o produto da curetagem mostra grande quantidade de mucina, exsudato inflamatório e fragmentos de epitélio do tipo respiratório ou epitélio aplanado. A maior probabilidade diagnóstica é:
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Q442039 Medicina
A utilização do laser, principalmente o laser de CO2, acoplado ao microscópio cirúrgico, apresenta diversas vantagens nas cirurgias endoscópicas da laringe quando bem indicada. Julgue os itens a seguir, relacionados a esse tema.

Quando indicado o uso do laser de CO2 na microcirurgia laríngea, é indicado o uso do microspot, que reduz o diâmetro do raio laser na área de impacto, associado ao superpulso, que garante que a energia seja aplicada em um tempo mais curto.
Alternativas
Q442038 Medicina
A utilização do laser, principalmente o laser de CO2, acoplado ao microscópio cirúrgico, apresenta diversas vantagens nas cirurgias endoscópicas da laringe quando bem indicada. Julgue os itens a seguir, relacionados a esse tema.

O laser de CO2 apresenta a vantagem de possuir efeito hemostático, mas há a desvantagem de ocasionar edema tecidual local.
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Q442037 Medicina
A utilização do laser, principalmente o laser de CO2, acoplado ao microscópio cirúrgico, apresenta diversas vantagens nas cirurgias endoscópicas da laringe quando bem indicada. Julgue os itens a seguir, relacionados a esse tema.

A microcirurgia com laser de CO2 pode ser indicada tanto no tratamento de lesões benignas da laringe quanto no tratamento de lesões malignas, como carcinomas espinocelulares glóticos in situ e T1N0M0.
Alternativas
Respostas
2561: E
2562: C
2563: E
2564: C
2565: D
2566: A
2567: A
2568: C
2569: D
2570: A
2571: C
2572: C
2573: E
2574: C
2575: C
2576: E
2577: E
2578: C
2579: E
2580: C