Questões de Concurso
Sobre oncologia em medicina
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Pregas gástricas espessadas, gigantes, de aspecto infiltrativo, muitas vezes ulceradas, tipo gastrite-like, são achados endoscópicos sugestivos de linfoma gástrico, mas não são alterações patognomônicas dessa afecção, devendo ser feito diagnóstico diferencial com outras doenças granulomatosas.
Os critérios utilizados para a classificação de Laurén têm como base a histologia e citologia dos carcinomas, secreção de muco e tipo de crescimento.
Conceitualmente, o câncer gástrico avançado é caracterizado por qualquer dos seguintes fatores diagnósticos: aspecto endoscópico característico, presença de metástases linfonodais, tamanho superior a 30 mm, invasão da camada muscular própria e(ou) surgimento de sintomas constitucionais.
Os pólipos malignizados considerados de bom prognóstico são aqueles que possuem células carcinomatosas bem diferenciadas, com margem de ressecção endoscópica livre de tumor de pelo menos 2 mm, e sem invasão de vasos linfáticos ou intravascular.
Todos os pólipos adenomatosos impossibilitados de ressecção endoscópica deverão ser retirados por cirurgia.
Pólipos adenomatosos maiores, mas em menor número, oferecem menor risco de malignização
Os pólipos tubulares são os que oferecem maior risco de malignização e os vilosos, menor risco
O adenoma serrilhado ou serrated adenoma, é um pólipo hiperplásico serrilhado em degeneração adenomatosa e à magnificação de imagem apresenta um misto de padrão de criptas II e III-S.
No tratamento com PUVA, depois da regressão da doença, em qualquer de suas formas, é necessária terapia de manutenção permanente, com sessões semanais ou quinzenais.
No caso de recidiva após o tratamento com psoraleno mais radiação UVA (PUVA), um segundo curso de tratamento, em geral, tem resultados mais lentos e menos satisfatórios.
Nas formas iniciais eczematoides e pruriginosas, a fototerapia leva a um clareamento das lesões, contudo não há retardo na evolução da doença.
A imunossupressão permite a proliferação de vírus oncogênicos, como o HPV-5, já isolado de verrugas e carcinomas de transplantados renais.
Na patogenia dos tumores cutâneos, a imunossupressão atua ao permitir a não destruição das células neoplásicas que eventualmente surjam.
A maioria dos tumores aparece após os 10 anos de transplante.
Há relação entre o tempo de imunossupressão e o aparecimento de tumores, demonstrando o efeito cumulativo da imunossupressão.
A ocorrência de tumores cutâneos não melanoma é cerca de vinte vezes maior em imunossuprimidos do que na população geral.
Com a evolução das técnicas e dos aparelhos de radioterapia, não se verificam, atualmente, casos de fibrose ou radiodermites em áreas irradiadas.
Cuidados locais, na lesão por irradiação com curativos, podem minimizar o grau de infecção local, mas raramente resultam em cicatrização espontânea. A excisão com fechamento primário ou com enxerto de pele nas áreas de úlceras de radiodermite é o tratamento mais indicado.
A extensão da injúria tecidual pela irradiação é invariavelmente maior que a observada na área de alterações cutâneas ou de necrose.
A radiação resulta em fibrose microvascular permanente e comprometimento na circulação sanguínea. A fibrose dificulta a migração de leucócitos e consequentemente atrapalha a resposta inflamatória, que é essencial para a cicatrização da ferida.