Questões de Concurso
Comentadas sobre oncologia em medicina
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A estratificação de risco para câncer de próstata deve incluir todos os dados disponíveis pertinentes, os quais para a maioria dos pacientes incluirão PSA, estágio clínico, grupo de grau presente na biópsia, número de fragmentos envolvidos, envolvimento máximo em cada fragmento, densidade do PSA e imagem radiológica. Segue-se abaixo a estratificação de risco para câncer de próstata localizado de acordo com as orientações do Guideline da American Urological Association.
⋅ Muito baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a E < 34 % de fragmentos de biópsia positivos E nenhum fragmento com > 50% envolvido, e densidade de PSA < 0,15 ng/mL/cc.
⋅ Baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a.
⋅ Risco intermediário PSA 10-< 20 mL ou Grupos 2-3 ou estágio T2b-c
⋅ Favorável: Grupo de Grau 1 (com PSA 10- 20) ou Grupo de Grau 2 (com PSA < 10).
⋅ Desfavorável: Grupo de Grau 2 (com PSA 10-20 ou estágio clínico T2b-c) ou Grupo de Grau 3 (com PSA < 20).
⋅ Alto risco PSA ≥20ng/mL ou Grupo de Grau 4-5 ou estágio clínico ≥T3 (Estágio clínico T3 é considerado localmente avançado e, portanto, fora do escopo desse consenso).
Usando os critérios de estratificação enumerados com referência, recomenda-se que, na condução do câncer de próstata,
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 32 anos, é atendida no ambulatório de otorrinolaringologia por queixa de zumbido bilateral do “tipo apito”, constante, pior à noite, de início há sete dias. Nega hipoacusia ou sensação de plenitude auricular. Relata tratamento para câncer de mama há dois meses, com cirurgia, e está atualmente em quimioterapia. A otoscopia é normal.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para esse caso, pode-se iniciar o tratamento com
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 63 anos, com queixa de disfonia progressiva há oito meses, mais recentemente associada à disfagia para sólidos e perda de 2 kg desde o início do quadro, foi submetido a biopsia de lesão de laringe, cujo resultado foi carcinoma escamoso.
Considerando que a lesão acomete a prega vocal direita com a sua fixação e que há infiltração do espaço paraglótico com erosão do córtex interno da cartilagem tireoide, conclui-se que o estadiamento da lesão é:
Paciente do sexo feminino, de 67 anos, com história prévia de câncer, apresenta-se com hemiparesia direita. A RNM evidencia lesão em lobo frontal esquerdo. A biópsia revela carcinoma imunorreativo para CK7, CK20 e GATA3.
O perfil imuno-histoquímico é consistente com o seguinte sítio primário:
Leia o caso clínico a seguir.
Mulher de 30 anos com câncer de mama e histórico pessoal de intussuscepção intestinal aos cinco anos de idade. Ao exame físico, observa-se máculas hiperpigmentadas pretas e azuis na região dos lábios, mucosa oral e ponta dos dedos.
Nesse caso, o diagnóstico provável é de
Leia o caso clínico a seguir.
Uma mulher de 69 anos, portadora de câncer de mama, apresenta quadro de náuseas, desidratação e desorientação no tempo e espaço. Os exames de imagem mostram lesões osteolíticas disseminadas e ausência de lesões viscerais. Exames laboratoriais: hemoglobina 13,0 g/dL, glicemia 152 mg/dL, creatinina 3,4 mg/dL, fosfatase alcalina 580 U/L, albumina 2,8 g/dL, cálcio 14,3 mg/dL.
A paciente foi admitida no pronto-socorro, e as medidas adotadas para o atendimento dessa paciente foram as seguintes: