Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Com relação à cefaleia, julgue o item subsequente.
Crises de enxaqueca com aura e sem aura podem ser
controladas com o uso de clorpromazina — medicamento com
efeito analgésico e neuromodulador, que pode reduzir dor,
náuseas, fotofobia — e o uso de outra medicação para alívio
rápido.
Com relação à cefaleia, julgue o item subsequente.
O topiramato é uma terapia preventiva eficaz para a
enxaqueca, por reduzir a frequência dos dias com dor, com
consequente melhora da qualidade de vida dos pacientes.
Um paciente encontra-se em coma e apresenta pupilas médias e fixas. Dentre as alternativas selecionadas assinale a resposta correta.
No que diz respeito à cefaleia, sintoma frequente em inúmeros pacientes que buscam atendimento emergencial, julgue o item que se segue.
Doenças que apresentam alterações como tumores ou
hemorragias manifestam-se por meio de sinais neurológicos
focais — como comprometimento de alguns pares cranianos —
e cefaleia, que indicam a necessidade de uma investigação
diagnóstica mais abrangente.
No que diz respeito à cefaleia, sintoma frequente em inúmeros pacientes que buscam atendimento emergencial, julgue o item que se segue.
As enxaquecas se diferem das cefaleias crônicas por
necessariamente provocarem aura e alterações visuais (estrela
brilhante ou escotomas) bilaterais, o que acomete campos
visuais homônimos.
Uma mulher de sessenta e dois anos de idade foi levada pelo acompanhante ao atendimento médico de um hospital, às 7 horas e 30 minutos da manhã. O acompanhante relatou que a paciente tinha sofrido uma queda no banheiro de sua residência enquanto tomava banho, às 6 horas da manhã, e que ele a havia encontrado minutos depois. A paciente não conseguia mover o braço e a perna esquerdos, falava de forma lenta e arrastada, mas com sentido lógico. No exame clínico, foram observadas pressão arterial de 160 mmHg × 95 mmHg, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco irregularmente irregular e frequência cardíaca de 98 bpm, sem sopros. A paciente estava com lentidão para responder a questionamentos, apresentava pupilas isocóricas e fotorreagentes, diminuição da sensibilidade dolorosa no lado esquerdo da face, paralisia facial central, hemiparesia flácida do hemicorpo esquerdo (mais acentuada nos membros superiores), reflexos profundos mais acentuados à esquerda e sinal de Babinski à esquerda. No eletrocardiograma realizado foram detectados ritmo de fibrilação atrial, com frequência ventricular média de 100 spm, SÂQRS = -30º, sinais de sobrecarga ventricular esquerda e alterações difusas e secundárias da repolarização ventricular. A tomografia computadorizada do crânio, sem contraste, realizada na paciente, apresentou o resultado mostrado a seguir.

Internet:<www.emedicinehealth.com> (com modificações).
Com relação a esse caso clínico, julgue o item seguinte.
Nesse caso, o uso de medicação trombolítica é contraindicado por ter ultrapassado o tempo da janela terapêutica.
Uma mulher de sessenta e dois anos de idade foi levada pelo acompanhante ao atendimento médico de um hospital, às 7 horas e 30 minutos da manhã. O acompanhante relatou que a paciente tinha sofrido uma queda no banheiro de sua residência enquanto tomava banho, às 6 horas da manhã, e que ele a havia encontrado minutos depois. A paciente não conseguia mover o braço e a perna esquerdos, falava de forma lenta e arrastada, mas com sentido lógico. No exame clínico, foram observadas pressão arterial de 160 mmHg × 95 mmHg, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco irregularmente irregular e frequência cardíaca de 98 bpm, sem sopros. A paciente estava com lentidão para responder a questionamentos, apresentava pupilas isocóricas e fotorreagentes, diminuição da sensibilidade dolorosa no lado esquerdo da face, paralisia facial central, hemiparesia flácida do hemicorpo esquerdo (mais acentuada nos membros superiores), reflexos profundos mais acentuados à esquerda e sinal de Babinski à esquerda. No eletrocardiograma realizado foram detectados ritmo de fibrilação atrial, com frequência ventricular média de 100 spm, SÂQRS = -30º, sinais de sobrecarga ventricular esquerda e alterações difusas e secundárias da repolarização ventricular. A tomografia computadorizada do crânio, sem contraste, realizada na paciente, apresentou o resultado mostrado a seguir.
Internet:<www.emedicinehealth.com> (com modificações).
Com relação a esse caso clínico, julgue o item seguinte.
O diagnóstico principal dessa paciente é de acidente vascular
cerebral do tipo isquêmico.
Uma mulher de sessenta e dois anos de idade foi levada pelo acompanhante ao atendimento médico de um hospital, às 7 horas e 30 minutos da manhã. O acompanhante relatou que a paciente tinha sofrido uma queda no banheiro de sua residência enquanto tomava banho, às 6 horas da manhã, e que ele a havia encontrado minutos depois. A paciente não conseguia mover o braço e a perna esquerdos, falava de forma lenta e arrastada, mas com sentido lógico. No exame clínico, foram observadas pressão arterial de 160 mmHg × 95 mmHg, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco irregularmente irregular e frequência cardíaca de 98 bpm, sem sopros. A paciente estava com lentidão para responder a questionamentos, apresentava pupilas isocóricas e fotorreagentes, diminuição da sensibilidade dolorosa no lado esquerdo da face, paralisia facial central, hemiparesia flácida do hemicorpo esquerdo (mais acentuada nos membros superiores), reflexos profundos mais acentuados à esquerda e sinal de Babinski à esquerda. No eletrocardiograma realizado foram detectados ritmo de fibrilação atrial, com frequência ventricular média de 100 spm, SÂQRS = -30º, sinais de sobrecarga ventricular esquerda e alterações difusas e secundárias da repolarização ventricular. A tomografia computadorizada do crânio, sem contraste, realizada na paciente, apresentou o resultado mostrado a seguir.

Internet:<www.emedicinehealth.com> (com modificações).
Com relação a esse caso clínico, julgue o item seguinte.
O caso clínico em questão permite concluir a existência de
correlação causal entre os achados eletrocardiográficos
observados nessa paciente e a situação clínica neurológica
observada.