Questões de Concurso
Comentadas sobre neurologia em medicina
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Com base nas informações, a conduta a ser a ser adotada é
Com relação a sua manifestação na forma de paraparesia espástica tropical, uma das medicações indicadas nos protocolos terapêuticos é
1 -Deterioração motora tardia.
2 -Rapidamente destrutiva.
3 -Pseudoestacionária.
4 -Estagnação precoce.
(__)Dos 6 aos 18 meses, caracterizando-se pela estagnação do desenvolvimento, desaceleração do crescimento do perímetro cefálico e tendência ao isolamento social
(__)Entre o primeiro e o terceiro ano de vida, com regressão psicomotora, choro imotivado, irritabilidade, perda da fala adquirida, comportamento autista e movimentos estereotipados das mãos. Podem ocorrer irregularidades respiratórias e epilepsia.
(__)Entre os dois e dez anos de idade, podendo haver certa melhora de alguns dos sintomas como, por exemplo, o contato social. Presença de ataxia, apraxia, espasticidade, escoliose e bruxismo. Episódios de perda de fôlego, aerofagia, expulsão forçada de ar e saliva.
(__)Inicia-se em torno dos dez anos de idade, com desvio cognitivo grave e lenta progressão de prejuízos motores, podendo necessitar de cadeira de rodas.
A sequência CORRETA é:
Um homem de 52 anos apresentou-se ao neurologista queixando-se de um tremor. Sua esposa havia notado que o sintoma teve início há um ano, principalmente quando estava em repouso. Ele também reclamou de andar mais devagar, e sua esposa relatou que sua voz estava mais suave. Relatou que sua caligrafia havia ficado menor e que era saudável e não tinha queixas de problemas cognitivos. No exame físico, ele tinha um tremor de repouso com frequência moderada na mão direita, com leve roda dentada no braço direito. Ao exame da marcha, ele tinha uma postura ligeiramente flexionada e balançou o braço direito menos do que o esquerdo.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Uma mulher de 72 anos é levada ao ambulatório de neurologia por seus familiares apresentando deficiência de memória e declínio nas habilidades funcionais. Durante o exame, quando é convidada a simular como se escova os dentes, ela luta, usa posturas e movimentos muito incomuns, e eventualmente usa o dedo como escova de dentes, em vez de fingir segurar uma escova de dentes. Quando solicitado a mostrar como ela abriria uma carta com um abridor de cartas, ela usa o dedo como lâmina, em vez de fingir que segura um abridor de cartas e, novamente, executa isso com muitos movimentos e posturas incomuns.
Neste caso, a apraxia apresentada é do tipo:
Uma mulher de 69 anos se apresenta à emergência em duas horas e 35 minutos a partir do início súbito de hemiparesia esquerda e heminegligência. A pontuação do National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS) é 12. Uma tomografia de crânio não mostra hemorragia.
Em relação ao ativador do plasminogênio tecidual (tPA),
Uma mulher de 64 anos foi atendida no ambulatório de neurologia com relato de história de quedas iniciados há um ano que progrediram ao longo do tempo. Ela relatou que cai repentinamente, sem um gatilho. Percebeu também dificuldade em descer escadas. No exame do olhar primário, ela tinha nistagmo sutil. O pescoço dela estava hiperestendido e tinha dificuldade para flexioná-lo. Apresentou visão vertical prejudicada, predominantemente quando olhava para baixo. No entanto, na manobra óculocefálica vertical, os movimentos dos olhos para baixo eram normais. Foi vista rigidez leve bilateral nas extremidades superiores. No Pull test (o examinador puxa o paciente para trás, instruindo o paciente a dar um passo para trás e evitar cair), ela teve retropulsão significativa e teria caído se não tivesse sido amparada pelo examinador.
Qual é o diagnóstico mais provável nesta paciente?
Um paciente masculino, com 62 anos de idade, vem a consulta médica na atenção secundaria ambulatorial, encaminhado por tremor. O paciente conta que há alguns meses teve início com tremor no braço direito e que, agora, parece ter progredido para ambos os braços e ambas as pernas. O paciente diz que o tremor piora quando ele “está nervoso”, mas que parece melhorar quando faz alguma atividade, como cozinhar ou comer. Entretanto, o paciente conta que é difícil para ele levantar-se da posição sentada e começar a andar. Também refere que perde o equilíbrio quando está caminhando e “muda de rota”, e tem dificuldade para parar de caminhar, relatando duas quedas no mês anterior à consulta.
Com base no que foi apresentado, o diagnóstico desse paciente é
Paciente de 40 anos, sexo masculino, cerca de 70 Kg, levado ao serviço de Urgência e Emergência por equipe dos Bombeiros, com relato de ter sofrido queda da laje de sua casa (cerca de 3 metros de altura) há 30 minutos. Familiar que o acompanhava relata que o paciente não possui comorbidades e não faz uso de medicações. À admissão, o paciente apresentava frequência cardíaca = 90 bpm, pressão arterial = 120 x 80 mmHg, saturação de oxigênio = 100% com oxigênio suplementar sob máscara. Conversava e respondia às perguntas do médico sem dificuldades e com frases ordenadas, mobilizava os 4 membros espontaneamente e havia abertura ocular espontânea. O paciente relata que se lembra da queda e que “bateu a cabeça no chão”. Realizou avaliação primária e secundária adequadas. Havia discreta equimose retroauricular e ferida corto-contusa de 3 cm, superficial, em região parietal direita. Exame físico do tórax e abdome sem alterações.
Na avaliação secundária foi realizada tomografia computadorizada (TC) de crânio, pescoço, tórax e abdome.
TC crânio sem contraste: discreto hematoma extradural à direita.
TC pescoço, incluindo coluna cervical, com contraste venoso: sem alterações.
TC de tórax e abdome com contraste venoso: sem alterações.
Cerca de 2 horas após o exame de tomografia, o paciente apresentava-se com abertura ocular apenas ao estímulo doloroso e fala com palavras inapropriadas. Apresentou dois episódios de vômitos, FC = 62 bpm; PA = 180 x 110 mmHg. Pupila direita em midríase e hemiparesia esquerda. Foi realizada novamente a avaliação primária, sem outras alterações além das descritas.
Com os dados apresentados, assinale a alternativa que contenha o diagnóstico, raciocínio e conduta corretos.
Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir.
A demência mais prevalente é a demência vascular, em que
há declínio cognitivo em dois ou mais domínios de modo
suficiente para afetar o funcionamento prévio da vida diária.
Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir.
A diferenciação de comprometimento cognitivo leve entre
amnéstico e não amnéstico não tem valor preditivo, dado
que já foi demonstrado que alguns pacientes que apresentam
comprometimento cognitivo leve amnéstico não evoluem
para demência de Alzheimer.
Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir.
Estudos funcionais como a tomografia computadorizada por
emissão de fóton único (SPECT) e o FDG-PET scan são
fundamentais para o diagnóstico da demência de Alzheimer
pré-clínica em estágios muito iniciais.
Tendo em vista o envelhecimento da população mundial, a Organização Mundial de Saúde lançou, em 2017, um observatório global das demências. A respeito das demências, julgue o item a seguir.
Demência é um conjunto de sinais e sintomas relacionados à
deterioração progressiva de apenas um domínio cognitivo
(memória, pensamento, orientação, compreensão, cálculo,
aprendizado, linguagem ou julgamento).