Questões de Concurso Sobre médico da família em medicina

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Q1609179 Medicina
O Programa "Saúde na Hora" no âmbito da Estratégia Saúde da Família, implementa no Sistema Único de Saúde o horário estendido de funcionamento das Unidades de Saúde da Família (USF). Sobre esse programa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1378623 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Nesse caso, considerando a Avaliação Multidimensional do Idoso e a importância da avaliação do humor como fator que pode agravar esse quadro no idoso, pode-se avaliar o humor, inicialmente, questionando o paciente se no último mês
Alternativas
Q1378622 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sobre os rastreamentos adequados para esse paciente, a conduta requer:
Alternativas
Q1378612 Medicina
Em uma visão relacional dos campos de atividade médica, podem ser descritos quatro tipos de percepção de usuários e médicos e seus respectivos níveis de prevenção a serem realizados. Nesse sentido, no nível da prevenção
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Q1378610 Medicina
Paciente, 18 anos de idade, nulípara, busca consulta de planejamento familiar no intuito de usar algum método contraceptivo. Refere ser portadora de adenoma hepático e nega outras comorbidades. Nesse caso, o método mais indicado para a paciente é
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Q1378605 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao final da consulta, Ana Maria lembra-se de que João Pedro apresenta apenas um testículo na bolsa escrotal e que sempre achou isso estranho, mas os profissionais da UBS onde era atendida orientaram que ela aguardasse o testículo “descer”. Ao examinar a genitália da criança, o médico percebe esvaziamento da bolsa escrotal à esquerda e consegue palpar massa em região inguinal esquerda, sem sinais sugestivos de testículo retrátil. A conduta adequada para o momento é:
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Q1378604 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ana Maria retorna à UBS uma semana após a ida à UPA, com João Pedro bem melhor em relação ao quadro clínico anterior, desejando vacinar o filho, em especial , anti-influenza e contra o sarampo, pois ouviu falar no jornal que essas doenças eram muito graves em crianças pequenas e que a vacinação era uma forma segura de protegê-las. Ela apresenta a caderneta da criança, com calendário vacinal atualizado. Nesse caso, considerando as indicações para vacinação contra esses patógenos, o médico deve
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Q1378603 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Na UPA, João Pedro foi atendido e Ana Maria aproveitou para pedir ao médico que solicitasse os exames de rotina do filho. O médico plantonista informou que os exames não eram necessários naquele momento, pois
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Q1378602 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Considerando os princípios da medicina de família e comunidade (MFC), Ana Maria não precisaria buscar a UPA, nesse caso, visto que o profissional médico dessa especialidade
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Q1378601 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao buscar atendimento na unidade básica mais próxima de sua residência, Ana Maria está orientada pelo princípio organizativo do SUS identificado como princípio da
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Q1324066 Medicina
De acordo com FREITAS, o procedimento ambulatorial envolvendo baixo risco de complicações e que permite a visualização da cavidade uterina, a avaliação endometrial e a anatomia da cérvice é denominado:
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Q1324065 Medicina
De acordo com FREITAS, infertilidade é a incapacidade de conceber após pelo menos 1 ano de relações sexuais regulares sem uso de nenhum método anticoncepcional. Sobre infertilidade, assinalar a alternativa CORRETA:
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Q1324064 Medicina
Segundo a publicação do Ministério da Saúde - Caderno de Atenção Básica nº 36 - Estratégias para o Cuidado da Pessoa com Doença Crônica Diabete Mellitus, em relação ao diabetes mellitus, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1318342 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a Atenção Básica.
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Q1312905 Medicina
São ações de promoção e prevenção da saúde infantil para recém-nascidos a termo, abordadas na consulta ambulatorial do quinto dia de vida, exceto:
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Q1296036 Medicina
Analise as seguintes assertivas para o acompanhamento de saúde da mulher na Atenção Primária:
I. A citologia convencional, colhida da ectocérvice e da endocérvice com a espátula de Ayre e o cytobrush, é a estratégia de rastreamento recomendada pelo Ministério da Saúde do Brasil. II. Em mulheres com idade igual ou maior que 35 anos, deve-se rastrear os fatores de risco associados ao uso de contraceptivos orais: hipertensão arterial, tabagismo, diabetes melito, nefropatias e enxaqueca. III. As mulheres sob investigação de infertilidade e portadoras da síndrome dos ovários policísticos não devem ser tratadas com metformina para a indução da ovulação.
Quais estão corretas?
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Q1296028 Medicina
Analise as seguintes assertivas a respeito da infraestrutura e da ambiência da Atenção Básica e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As Unidades Básicas de Saúde (UBS) devem ter identificação segundo os padrões visuais da Atenção Básica e do SUS. ( ) As UBS devem ser cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. ( ) A ambiência de uma UBS refere-se ao espaço físico, arquitetônico, entendido como lugar social, profissional e de relações interpessoais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q1259080 Medicina
Segundo a Portaria nº 2.436/2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, uma das competências do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), na Unidade Básica de Saúde, é realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal. A organização da demanda espontânea para os serviços assistenciais de saúde bucal deve considerar, principalmente,
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Q1258944 Medicina
Durante a territorialização, a equipe de saúde da família necessita identificar os idosos do seu território com vistas à garantir-lhes a atenção necessária. Uma das ações gerenciais imprescindíveis à gestão do cuidado da população idosa é a avaliação funcional individual e coletiva. A partir da avaliação funcional coletiva, determina-se a pirâmide de risco funcional dos idosos assistidos pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de cada município. Com essa ação NÃO é possível identificar, no território, a proporção de idosos
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Q1258943 Medicina
Considerando a necessidade de ampliação do escopo de ações e suporte aos profissionais da estratégia de saúde da família, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) foram criados em 2008. Dentre suas modalidades, um NASF que conta com 1 Assistente Social, 1 Fonoaudiólogo, 1 Nutricionista, 1 Terapeuta Ocupacional e 1 Médico Acupunturista, é um NASF do tipo
Alternativas
Respostas
2301: C
2302: B
2303: C
2304: D
2305: D
2306: D
2307: B
2308: A
2309: C
2310: A
2311: A
2312: C
2313: A
2314: E
2315: B
2316: C
2317: A
2318: B
2319: C
2320: E