Questões de Concurso Comentadas sobre medicina intensiva em medicina

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Q3514523 Medicina
Um paciente de 25 anos apresentou um quadro de crise convulsiva e, em consequência, aspirou uma grande quantidade de material gástrico. Encontra-se, no momento, em ventilação mecânica. Os parâmetros respiratórios são os seguintes:

• FiO2 100%; • PEEP 5; • volume corrente 6mL/kg; • pressão de plateau 29. Seus parâmetros gasométricos são: • Po2 48 mmHg; • Pco2 57 mmHg; • pH 7,20.

Considerando-se esses dados, o(s) ajuste(s) seguinte(s) na ventilação mecânica deve(m) ser: 
Alternativas
Q3513590 Medicina

Uma paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, recebeu uma transfusão de hemácias devido a hemorragia pós-operatória. 30 minutos após o início da transfusão, ela desenvolveu febre de 39,4 °C, calafrios, ansiedade, náuseas, vômitos e dor abdominal. Sua pressão arterial caiu de 110/70 mmHg (pré-transfusão) para 90/60 mmHg, e a frequência cardíaca passou a ser de 120 bpm. Ela passou a referir dispneia, com uma saturação de oxigênio de 92%.  


O quadro apresentado pela paciente é característico de: 

Alternativas
Q3513419 Medicina
Um paciente de 72 anos, com peso predito de 65 quilos, portador de DPOC agudizada por causa de infecção respiratória, está intubado e ventilado mecanicamente há 10 dias por pneumonia. Apresenta boa evolução com melhora do quadro infeccioso e no momento está sendo ventilado com PSV = 15 cmH2O, volume corrente = 350 ml, FR = 25 ipm; gasometria arterial mostra pH = 7,35, paO2 = 60 mmHg, paCO2 = 50 cmH2O. Bicarbonato = 28 com FiO2 0,40. Quando se tenta diminuir a pressão de suporte para 8 cmH2O e se mantém a PEEP em 5 cmH2O, a FR aumenta para 32 ipm e o volume corrente cai para 200 ml com o paciente bastante desconfortável.
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
Alternativas
Q3513418 Medicina
Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores, aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico, ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A temperatura axilar era 38C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória, porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular bilateralmente e um padrão de respiração com expiração prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21 mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
Alternativas
Q3511905 Medicina
Cerca de 12 horas após ajuste da ventilação mecânica, o paciente evoluiu com hipoxemia persistente e piora radiológica com infiltrado pulmonar bilateral. A PEEP foi colocada em 12 cmH2O. Nova gasometria arterial revelou: pH 7.31 | pCO2 42 | pO2 59 | HCO3 19.8 | SO2 97% com FIO2 100%. A relação PaO2/FiO2 é de 59. Nesse momento, a melhor estratégia para o suporte ventilatório é: 
Alternativas
Q3511904 Medicina

Após a otimização da terapia antimicrobiana, o paciente evoluiu com insuficiência respiratória com necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva.

Em relação à abordagem inicial da ventilação mecânica, a opção abaixo mais adequada para o paciente é:

Alternativas
Q3510334 Medicina
A ventilação monopulmonar é uma técnica anestésica amplamente utilizada em muitos procedimentos cirúrgicos visando à segurança do paciente. A indicação da técnica pode ser absoluta ou relativa.
A situação que tem indicação absoluta de ventilação monopulmonar é:
Alternativas
Q3501520 Medicina
Durante uma palestra em um simpósio de Neurologia Pediátrica no Rio de Janeiro, um caso de um adolescente que entrou em coma após um acidente de trânsito foi discutido detalhadamente. O paciente apresentava uma pontuação de 6 na Escala de Coma de Glasgow, sem resposta ocular, extensão anormal à dor e ruídos vocais ininteligíveis. Qual das seguintes abordagens é a mais apropriada para a gestão inicial deste paciente?
Alternativas
Q3495809 Medicina
Uma paciente de 49 anos, diabética, em acompanhamento no ambulatório de hepatologia, apresenta IMC (Índice de Massa Corporal) de 40 kg/m2 e um resultado de exame de elastografia hepática de 15kPa. Chega ao hospital com relato de vômitos tipo borra de café. Ao exame físico, apresenta-se hipocorada 2+/4+, com pressão arterial de 100 por 60mmHg em decúbito dorsal e frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto. Em posição ortostática, tem pressão arterial de 80 por 50 mmHg. Exames laboratoriais mostram uma hemoglobina de 9g/dl, ureia de 95 mg/dl e creatinina de 1,9 mg/dl. Durante atendimento, a paciente apresenta novo episódio de vômitos tipo borra de café e evolui com rebaixamento do nível de consciência, sinais de choque com PA inaudível e pulso periférico não palpável. É encaminhada para unidade de terapia intensiva.
A conduta inicial mais correta dainte do quadro acima é:
Alternativas
Q3495665 Medicina
Paciente admitido na emergência, com quadro de náusea, vômitos, astenia, anemia (hemoglobina 7.8 g/dL; hematócrito 24%), em exame realizado 2 dias antes, edema de membros inferiores, edema periobitário e hálito urêmico.
Pela descrição acima, o principal exame que deve ser realizado de imediato para evitar o iminente óbito do paciente é:
Alternativas
Q3495657 Medicina
Um jovem de 20 anos portador de diabetes mellitus tipo 1, com controle clínico inadequado, dá entrada em serviço de emergência com quadro de náuseas, vômitos, dor abdominal, desidratação, sede intensa e taquipneia. A equipe clínica faz o diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD) e inicia prontamente o tratamento. 
Sobre essa situação clínica, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3495653 Medicina
Um homem de 50 anos, vítima de atropelamento, é levado ao serviço de emergência pelo SAMU. Dá entrada no hospital com abertura ocular responsiva a estímulos verbais, confuso, porém com resposta motora a comandos verbais.
Na Escala de Coma de Glasgow, o paciente apresenta a pontuação de:
Alternativas
Q3495631 Medicina
Uma paciente de 25 anos, apresentando quadro de falta de ar súbita, após quadro de infecção de via aérea superior, esteve grávida e há 9 meses está amamentando. Na emergência, encontra-se com taquidispneia, evoluindo para necessidade de ventilação mecânica e instabilidade hemodinâmica, precisando de dobutamina e noradrenalina. O ECG apresenta taquicardia sinusal com supradesnivelamento do segmento ST na parede anterior. A paciente é submetida a cateterismo cardíaco, que evidencia que as artérias coronárias estavam normais e que havia grave disfunção global do ventrículo esquerdo.
O quadro clínico descrito é compatível com a síndrome clínica de:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Dor |
Q3493170 Medicina
Durante reanimação cardiorrespiratória, a pressão parcial de dióxido de carbono medida ao final da expiração pela capnografia (PEtCO2) é correlacionada com o:
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Q3493049 Medicina
Analise os objetivos a seguir.

I. Reduzir e evitar a hiperinsuflação.
II. Corrigir a hipoxemia.
III. Reduzir o trabalho da musculatura ventilatória.
IV. Permitir a broncodilatação.

São objetivos da ventilação mecânica nos pacientes com exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2024 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3491798 Medicina
Um paciente, vítima de TCE, é admitido na emergência já intubado pelo socorrista. A avaliação neurológica inicial evidencia escala de coma de Glasgow de 3, ausência dos reflexos de tronco encefálico e reflexos profundos presentes.
Para o diagnóstico de morte encefálica, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2024 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3491786 Medicina
Paciente de 68 anos, tabagista e hipertenso, é levado por familiares ao serviço de emergência. Informam que ele apresentou quadro de cefaleia e confusão mental súbitos, seguido de perda de consciência. No momento do atendimento, apresentava pressão arterial = 220 x 120 mmHg, abertura ocular e postura em decorticação e emitia sons incompreensíveis ao estímulo doloroso. Apresentava também pupilas anisocóricas e midríase paralítica à direita.
A pontuação da escala de coma de Glasgow do paciente nesse momento é:
Alternativas
Q3490872 Medicina
A ventilação com pressão positiva pode impor forças mecânicas ao tecido pulmonar, danificando células e promovendo um estado inflamatório local e sistêmico. Microscopicamente, essa inflamação induzida pela ventilação com pressão positiva pode causar trauma direto à célula, causando ruptura das paredes celulares ou estimular as células pulmonares a produzirem citocinas inflamatórias.
Essa condição é denominada:
Alternativas
Q3490850 Medicina
Paciente feminina de 83 anos, conduzida pelo resgate em prancha e colar cervical ao setor de emergência do HU com relato de queda da própria altura ocorrida há cerca de 40 minutos, apresentava dor torácica de forte intensidade, VA pérvia e dificuldade para falar pela dor. A ausculta, identificou MV diminuído nas bases, sem ruídos aéreos, RCR, BNF, boa perfusão, FC 77 bpm, respiração levemente superficial FR 25 inc/min, SPO2 94%, pulsos simétricos, PA 190 / 105 mmHg, sem lesões visíveis na cabeça, sem déficit motor, GCS 15, (estando consciente e orientada). HPP: HAS, DM2, DLP em uso de AAS, antihipertensivo e atorvastatina; nega alergias; prótese bilateral de joelho e histórico de DAC com revascularização do miocárdio. A tomografia computadorizada evidenciou fratura desalinhada de 3 arcos costais com 1 arco costal insinuando para dentro do tórax e pequeno hemotórax esquerdo. Evoluiu com dor incontrolável requerendo morfina constante (12 mg/24 h), sonolência, agitação e confusão. Foi realizada a avaliação cardiológica com ECO (boa fração de ejeção), US de carótidas (69% obstrução da carótida direita) e cintilografia miocárdica (sem isquemia). Sua creatinina estava em 2,75 e ureia em 106. Apresentou melhora temporária desses parâmetros com as medidas clínicas. Na tomografia houve piora do desalinhamento das fraturas com aumento do hemotórax. Este foi drenado, e o dreno foi retirado, após 03 dias. Voltou a apresentar piora respiratória com catéter contínuo de O2 e VNI intermitente e melhora da função renal, manteve, entretanto, quadro álgico intenso e rebaixamento do nível de consciência, sendo submetida a IOT.
Nesse quadro evolutivo, a alternativa mais eficaz é:
Alternativas
Q3490826 Medicina
Um paciente de 80 anos, internado no CTI há seis dias, apresenta indicação de uma pleuroscopia por empiema pleural direito multiloculado. Porém, como se encontra em vigência de uma trombose venosa profunda, está indicada a colocação de um filtro de veia cava pré-operatório.
A condição que NÃO se enquadraria nessa indicação seria:
Alternativas
Respostas
621: E
622: C
623: D
624: D
625: C
626: D
627: A
628: A
629: E
630: C
631: C
632: E
633: A
634: B
635: B
636: B
637: D
638: D
639: B
640: B