Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q3724703 Medicina
Gestante de 27 anos, G2P1 (parto vaginal pré-termo anterior), com 30 semanas e 4 dias de gestação, procura a maternidade com queixas de contrações uterinas regulares há cerca de 4 horas. No cartão pré-natal há a informação de que ela tem miastenia gravis. Ao exame obstétrico: colo apagado 60%, com 2 cm de dilatação, bolsa íntegra e apresentação cefálica. Não há sinais clínicos de infecção urinária ou corioamnionite. BCF 145 bpm, feto único, bem desenvolvido e com líquido amniótico normal. A gestante está hemodinamicamente estável.

A conduta mais adequada, nesse momento, para o caso apresentado, é
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Q3724701 Medicina
Gestante de 33 anos, G3P2, com 28 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência obstétrica com febre alta (38,7 °C), tosse seca, mialgia intensa e cefaleia há 36 horas. Refere também dispneia leve em repouso. Nega vacinas recentes. Está em uso de paracetamol, sem melhora. Ao exame: PA 100 × 60 mmHg, FC 100 bpm, FR 22 irpm, SpO₂ 97% em ar ambiente. Pulmões limpos à ausculta, sem sinais de desconforto respiratório. Diante da suspeita de síndrome gripal durante uma epidemia sazonal confirmada de Influenza A, a equipe médica opta por tratamento empírico.

Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, a conduta terapêutica mais adequada nesse caso é
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Q3724700 Medicina
Gestante G2P1, 28 anos, com tipo sanguíneo O Rh negativo, comparece ao pré-natal com 26 semanas de gestação. Relata primeiro parto há 2 anos, com recém-nascido internado por icterícia intensa, mas sem investigação detalhada na época.
Não houve uso documentado de imunoglobulina anti-D no puerpério anterior. Na avaliação atual, observa-se tipo sanguíneo do parceiro: A Rh positivo, Coombs indireto: 1:128. Ultrassonografia obstétrica: feto único, bem desenvolvido, batimentos cardíacos presentes, sem hidropisia. Avaliação morfológica normal. Doppler de artéria cerebral média (ACM): 1,6 MoM.

Com base nesse cenário, a conduta mais apropriada para esse caso é
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Q3724698 Medicina
Paciente de 26 anos, G1P0, com história de ciclos regulares e sem uso de contraceptivo, procura atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento com dor pélvica leve e discreto sangramento transvaginal há 4 dias. Relata atraso menstrual de 6 semanas.
Ao exame físico: encontra-se hemodinamicamente estável, sem dor à palpação profunda e sem sinais de irritação peritoneal. O toque vaginal evidencia útero de tamanho normal e ausência de dor em sua mobilização. A ultrassonografia pélvica-transvaginal mostra endométrio fino, ausência de saco gestacional intrauterino e imagem anexial à direita de 18 mm, sem líquido livre em fundo de saco.
Exames laboratoriais: gonadotrofina coriônica humana (hCG) inicial: 870 UI/L, hemograma: normal, tipagem sanguínea: O Rh positivo, função hepática e renal: normais. A paciente foi internada para observação e repetiu o hCG em 48 h, cujo resultado foi 690 UI/L.
Diante desse cenário, a melhor conduta para essa paciente é
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Q3724696 Medicina
Gestante de 35 anos, G4P2A1, com 38 semanas de gestação, dá entrada em fase ativa de trabalho de parto com 6 cm de dilatação, bolsa íntegra, e feto único em apresentação pélvica. Durante o exame vaginal, ocorre ruptura acidental da bolsa amniótica com saída de líquido claro.
Imediatamente após o exame, a paciente refere sensação súbita de pressão perineal intensa. Ao toque, o obstetra identifica uma estrutura pulsátil no canal vaginal, e a cardiotocografia mostra bradicardia fetal sustentada (FCF 80 bpm) por mais de 5 minutos.

A conduta adequada nesse momento é
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Q3724694 Medicina
Gestante de 31 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação, procura atendimento com história de febre alta há 3 dias, cefaleia, dor retro-orbital, mialgia intensa e náuseas. Relata diminuição da movimentação fetal nas últimas 12 horas.
Ao exame, apresenta-se febril (38,5 oC), com pressão arterial de 80 × 50 mmHg, pulso 108 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, presença de petéquias em membros inferiores e dor à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: hematócrito: 42% (aumento em relação ao basal de 35%), plaquetas: 85.000/mm³, TGO: 145 U/L, TGP: 130 U/L, teste rápido NS1 positivo, proteinúria ausente. Doppler obstétrico: mostrou centralização da circulação fetal e a cardiotocografia mostrou reatividade ausente, variabilidade mínima.

Considerando a condição apresentada pela gestante, a sua classificação da dengue segundo o Ministério da Saúde e a melhor conduta obstétrica neste momento são
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Q3724693 Medicina
Nutriz de 28 anos, G2P2, comparece ao pronto-socorro no 4º dia do puerpério após cesariana por desproporção cefalopélvica. Queixa-se de febre diária (até 39,2 C), com calafrios, dor abdominal difusa e loquiação fétida. Ao exame, encontra-se febril (38,9 C), taquicárdica (112 bpm), com dor à palpação do hipogástrio. A ferida operatória está com bom aspecto. O útero encontrava-se aumentado e subinvoluído à palpação abdominal. Exames laboratoriais: leucograma: 18.500/mm³ com desvio à esquerda, PCR: 185 mg/L. Ultrassonografia abdominal pélvica mostrou útero aumentado com conteúdo heterogêneo intracavitário, sem gás, com espessamento endometrial, sem coleções abdominais. Foram colhidas urocultura e hemocultura e iniciada antibioticoterapia venosa com clindamicina e gentamicina. Após 72 h do antibiótico, a paciente mantinha febre, apesar de boa resposta hemodinâmica. Ambas as culturas vieram negativas.

A principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta para esta paciente neste momento são, respectivamente,
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Q3724692 Medicina
Parturiente de 18 anos, G1P0A0, apresentou quadro de préeclampsia durante a gestação, sem sinais de gravidade. No transcurso da 40ª semana de gestação, procurou a maternidade com forte dor pélvica que já durava 12 h e sangramento transvaginal de pequena monta, vermelho escuro. Foi imediatamente submetida à cesariana, estando a placenta inteiramente descolada na cavidade uterina e o feto morto.
Após 1 h da cesariana, ainda na recuperação pós-anestésica, ela evoluiu com sangramento transvaginal abundante e sinais de instabilidade hemodinâmica (PA 80 × 40 mmHg, FC 120 bpm, extremidades frias). Ao exame físico, o útero encontrava-se normotônico e localizado na altura esperada. A paciente recebeu 1.500 mL de cristaloide, duas unidades de concentrado de hemácias e ocitocina em bomba de infusão, com pouca resposta e persistência do sangramento.

Assinale a opção que indica o quadro dessa paciente e a melhor conduta para o caso.
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Q3724691 Medicina

Parturiente sem comorbidades pré-gestacional ou durante o prénatal, encontra-se exausta após 12 horas de trabalho de parto. A última ultrassonografia mostrava um peso estimado fetal de 4.100 g. Para abreviar o período expulsivo, seu obstetra pretende aplicar um fórcipe de Simpson para alívio.


Para tal, a condição de praticabilidade do fórcipe deverá ser

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Q3724690 Medicina
Durante o parto vaginal de uma paciente que optou por parir semissentada, após a saída da cabeça fetal, observou-se retração da cabeça contra o períneo (sinal da tartaruga) e falha na progressão do polo cefálico. Foi orientado o aumento do agachamento materno e realizada uma pressão suprapúbica, sem sucesso.

A manobra externa mais adequada para essa situação é realizar
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Q3724689 Medicina
Gestante a termo dá entrada em maternidade com queixas de contrações uterinas. Ao exame obstétrico, diagnosticou-se fase ativa do trabalho de parto.

Ao ser encaminhada para o centro de parto, recebeu a orientação correta do médico plantonista de que
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Q3724688 Medicina
Gestante procurou a Clínica da Família para iniciar seu pré-natal. Trata-se de primigesta, 22 anos de idade, sem comorbidades. Entre os exames de rotina pré-natal que foram solicitados para ela está a sorologia para
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Q3724687 Medicina
Gestante de 27 anos, G2P1A0, com 9 semanas de gestação, comparece à consulta de primeira vez de pré-natal, quando recebe orientações sobre vacinação na gravidez. Ela está em boas condições clínicas, não tem comorbidades e refere já ter sido vacinada uma vez contra a covid-19, há 9 meses, ainda na gestação anterior.

Com relação à vacina contra a covid-19 na gestação atual, assinale a afirmativa correta.
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Q3724632 Medicina
Mulher de 26 anos, previamente hígida, chega ao pronto-socorro com dor abdominal súbita e intensa no quadrante inferior direito, associada a tontura e síncope ao se levantar. Relata atraso menstrual de 6 semanas e sangramento vaginal discreto há 2 dias. Ao exame, encontra-se pálida, sudorética, com PA 80/50 mmHg, FC 122 bpm. O teste de gravidez urinário é positivo. Ultrassonografia transvaginal mostra ausência de saco gestacional intrauterino, líquido livre em fundo de saco e imagem sugestiva de massa anexial direita.

Nesse caso, a conduta mais apropriada é
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Q3724589 Medicina
Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.
Ao exame físico, apresenta abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam: CA-125: 640 U/m; Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/d; Creatinina: 1,1 mg/dL Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm), espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.

O diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente, 
Alternativas
Q3724495 Medicina
Paciente gestante de 40 anos, multípara, na 22ª semana de gravidez, com rigoroso controle pré-natal, mantendo-se normotensa desde então, apresenta, em duas consultas consecutivas, pressão arterial acima de 140/90 mmHg. No exame de urina de rotina, observa-se proteinúria de 350 mg em 24 horas.
Nesse caso, é correto considerar que
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Q3723363 Medicina
Vírus herpes simples dos tipos 1 e 2 (HSV-1 e HSV-2) são importantes causas de lesões cutâneas em humanos, classicamente em regiões orofaciais e genitais, caracterizadas por períodos de remissão e recorrência.
Apesar de cursar comumente com manifestações não complicadas em adultos, a infecção herpética no período neonatal pode promover manifestações graves como acometimento ocular e cutâneo mucoso, de sistema nervoso central ou sistêmico, particularmente hepatopulmonar.
Quanto aos mecanismos de transmissão do herpes simples no período neonatal, e as medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde do Brasil, é correto afirmar que
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Q3722224 Medicina
Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.
Ao exame físico: abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.

Exames laboratoriais revelam:
CA-125: 640 U/mL (normal <35 U/mL); Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/Dl; Creatinina: 1,1 mg/dL.
Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: Massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm) e espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.

Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,
Alternativas
Q3721779 Medicina
Em relação à embolização de miomas uterinos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3720191 Medicina
Mulher de 33 anos, na decima quinta semana de gravidez, primeiro filho e não quer usar nenhum remédio. O seu obstetra recomendou o uso de aspirina para diminuir o risco de desenvolver pré-eclâmpsia.

A paciente deve ser portadora de 
Alternativas
Respostas
2041: D
2042: C
2043: D
2044: A
2045: B
2046: B
2047: D
2048: C
2049: B
2050: A
2051: E
2052: C
2053: D
2054: D
2055: E
2056: A
2057: D
2058: C
2059: C
2060: A