Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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A conduta mais adequada, nesse momento, para o caso apresentado, é
Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, a conduta terapêutica mais adequada nesse caso é
Não houve uso documentado de imunoglobulina anti-D no puerpério anterior. Na avaliação atual, observa-se tipo sanguíneo do parceiro: A Rh positivo, Coombs indireto: 1:128. Ultrassonografia obstétrica: feto único, bem desenvolvido, batimentos cardíacos presentes, sem hidropisia. Avaliação morfológica normal. Doppler de artéria cerebral média (ACM): 1,6 MoM.
Com base nesse cenário, a conduta mais apropriada para esse caso é
Ao exame físico: encontra-se hemodinamicamente estável, sem dor à palpação profunda e sem sinais de irritação peritoneal. O toque vaginal evidencia útero de tamanho normal e ausência de dor em sua mobilização. A ultrassonografia pélvica-transvaginal mostra endométrio fino, ausência de saco gestacional intrauterino e imagem anexial à direita de 18 mm, sem líquido livre em fundo de saco.
Exames laboratoriais: gonadotrofina coriônica humana (hCG) inicial: 870 UI/L, hemograma: normal, tipagem sanguínea: O Rh positivo, função hepática e renal: normais. A paciente foi internada para observação e repetiu o hCG em 48 h, cujo resultado foi 690 UI/L.
Diante desse cenário, a melhor conduta para essa paciente é
Imediatamente após o exame, a paciente refere sensação súbita de pressão perineal intensa. Ao toque, o obstetra identifica uma estrutura pulsátil no canal vaginal, e a cardiotocografia mostra bradicardia fetal sustentada (FCF 80 bpm) por mais de 5 minutos.
A conduta adequada nesse momento é
Ao exame, apresenta-se febril (38,5 oC), com pressão arterial de 80 × 50 mmHg, pulso 108 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, presença de petéquias em membros inferiores e dor à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: hematócrito: 42% (aumento em relação ao basal de 35%), plaquetas: 85.000/mm³, TGO: 145 U/L, TGP: 130 U/L, teste rápido NS1 positivo, proteinúria ausente. Doppler obstétrico: mostrou centralização da circulação fetal e a cardiotocografia mostrou reatividade ausente, variabilidade mínima.
Considerando a condição apresentada pela gestante, a sua classificação da dengue segundo o Ministério da Saúde e a melhor conduta obstétrica neste momento são
A principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta para esta paciente neste momento são, respectivamente,
Após 1 h da cesariana, ainda na recuperação pós-anestésica, ela evoluiu com sangramento transvaginal abundante e sinais de instabilidade hemodinâmica (PA 80 × 40 mmHg, FC 120 bpm, extremidades frias). Ao exame físico, o útero encontrava-se normotônico e localizado na altura esperada. A paciente recebeu 1.500 mL de cristaloide, duas unidades de concentrado de hemácias e ocitocina em bomba de infusão, com pouca resposta e persistência do sangramento.
Assinale a opção que indica o quadro dessa paciente e a melhor conduta para o caso.
Parturiente sem comorbidades pré-gestacional ou durante o prénatal, encontra-se exausta após 12 horas de trabalho de parto. A última ultrassonografia mostrava um peso estimado fetal de 4.100 g. Para abreviar o período expulsivo, seu obstetra pretende aplicar um fórcipe de Simpson para alívio.
Para tal, a condição de praticabilidade do fórcipe deverá ser
A manobra externa mais adequada para essa situação é realizar
Ao ser encaminhada para o centro de parto, recebeu a orientação correta do médico plantonista de que
Com relação à vacina contra a covid-19 na gestação atual, assinale a afirmativa correta.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é
Ao exame físico, apresenta abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam: CA-125: 640 U/m; Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/d; Creatinina: 1,1 mg/dL Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm), espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.
O diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,
Nesse caso, é correto considerar que
Apesar de cursar comumente com manifestações não complicadas em adultos, a infecção herpética no período neonatal pode promover manifestações graves como acometimento ocular e cutâneo mucoso, de sistema nervoso central ou sistêmico, particularmente hepatopulmonar.
Quanto aos mecanismos de transmissão do herpes simples no período neonatal, e as medidas de prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde do Brasil, é correto afirmar que
Ao exame físico: abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam:
CA-125: 640 U/mL (normal <35 U/mL); Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/Dl; Creatinina: 1,1 mg/dL.
Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: Massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm) e espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,
A paciente deve ser portadora de