Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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O rastreamento de varizes de esôfago deve ser realizado em todos os pacientes cirróticos no momento do diagnóstico, através da realização da endoscopia digestiva alta. Sobre esse rastreamento, analise as afirmativas.
I. Na avaliação endoscópica, deve-se classificar o tamanho das varizes esofágicas em fino, médio e grosso, com calibre, respectivamente, inferior a 3 mm, entre 3-5 mm e superior a 5 mm, devendo-se também descrever presença de sinais vermelhos.
II. Pacientes Child-Pugh A que não tenham varizes na primeira endoscopia deverão realizar rastreamento a cada 2 anos.
III. Pacientes Child-Pugh B ou C que não tenham varizes na primeira endoscopia devem ter seguimento endoscópico semestral.
IV. Pacientes com varizes finas, que não realizaram tratamento profilático, deverão realizar o rastreamento a cada 6 meses.
Estão corretas apenas as afirmativas
De acordo com o último Consenso de Tóquio sobre colecistite, analise as afirmativas sobre a gravidade de um episódio de colecistite aguda.
I. A colecistite aguda grave pode cursar com disfunção cardiovascular, neurológica, respiratória, renal, hepática e hematológica.
II. A presença de massa palpável no quadrante superior do abdômen é critério para definição de um quadro de colecistite aguda grave.
III. A colecistite aguda leve é definida como aquela que não apresenta nenhum dos critérios de colecistite aguda grave ou até 2 critérios de colecistite aguda moderada.
IV. A duração dos sintomas superior a 72 horas é um critério para definição de colecistite aguda moderada.
V. A contagem de plaquetas abaixo de 50.000/mm3 caracteriza disfunção hematológica e constitui critério de classificação de colecistite aguda grave.
Estão corretas apenas as afirmativas
Sobre as patologias pacreáticas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na morfogênese da pancreatite aguda encontram-se extravasamentos microvasculares que causam edemas, necrose do tecido adiposo por ação da enzima lipolítica e destruição proteolítica do parênquima pancreático.
( ) Na pancreatite autoimune há um infiltrado inflamatório misto nos ductos.
( ) A pancreatite crônica caracteriza-se por fibrose parenquimatosa, aumento no tamanho dos ácinos, por poupar as ilhotas de Langerhans e pela dilatação dos ductos pancreáticos.
( ) O interior do pseudocisto pancreático é, geralmente, composto por material necrótico-hemorrágico, pobre em enzimas pancreáticas e revestido por tecido epitelial.
A sequência está correta em