Questões de Concurso
Comentadas sobre gastroenterologia em medicina
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A dor epigástrica em queimação normalmente recorrente ou persistente, podendo estar associada a sintomas de refluxo gastroesofágico, é uma queixa frequente na Atenção Primária à Saúde (APS).
Ela está relacionada a:
Paciente masculino, 64 anos, previamente hígido, com aumento do volume abdominal de início recente (1 mês), associado a discreto edema de membros inferiores e com relato de vômitos em borra de café há 12 horas. História de cirurgia de úlcera duodenal perfurada em 1981, com transfusão sanguínea naquela ocasião. Ao exame apresenta icterícia +/4+, edema peri-maleolar, rarefação de pelos em pernas, ginecomastia, spiders no tórax.
Aparelho respiratório sem alterações.
Aparelho cardiovascular: FC 110 bpm. PA 85x55 mmHg. Perfusão periférica lentificada.
Abdome globoso, depressível e indolor a palpação, timpânico em mesogástrio, maciço nos flancos e com sinal do piparote presente.
Considere as afirmativas e assinale V para as verdadeiras e F para as Falsas:
( ) A mortalidade média do paciente com cirrose após o surgimento de ascite é de 50% em um ano.
( ) Hipertensão portal é definida quando o gradiente de pressão venosa portal é maior que 12 mmHg.
( ) Todo paciente diagnosticado com cirrose tem indicação de transplante hepático.
( ) Sempre deve ser realizada paracentese de alívio com retirada de todo líquido ascítico, independente do tamanho da ascite.
( ) Na vigência de hemorragia digestiva alta varicosa deve-se instituir antibióticos para profilaxia de peritonite bacteriana espontânea.
A sequência correta é:
Como etiologia para a ascite, os dados indicam
Paciente masculino de 78 anos deu entrada no prontosocorro com quadro de HDA. Referia ingestão recente de anti-inflamatório não esteroidal devido à dores articulares. Sabidamente portador de doença ulcerosa péptica que estava sob controle com o uso de omeprazol (sic). A endoscopia digestiva alta mostrou uma úlcera duodenal na parede posterior caracterizada como Forrest IIb, que foi tratada. Seis horas depois, apresentou novo episódio hemorrágico com hipotensão arterial, mesmo recebendo 6U de concentrado de glóbulos.
Neste caso, a conduta terapêutica deve ser:
Paciente do sexo masculino, veio encaminhado do ambulatório de Infectologia após atingir resposta virológica sustentada no tratamento de Hepatite C. Na revisão do prontuário, observa-se elastografia transitória revelando F4, plaqueta 102.000 / µL e histórico de doença arterial periférica obstrutiva grave. Nega etilismo, diabetes mellitus ou dislipidemia. Ao calcular Child constata-se ser Child A; e ter IMC de 21 kg/m². Relata nunca ter feito endoscopia.
De acordo com as recomendações do Consenso de Baveno VI, qual deve ser a conduta adotada?