Questões de Concurso
Comentadas sobre doenças reumatológicas e do sistema imunológico em medicina
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Considerando a Osteoporose, analise as partes que seguem:
(1ª parte): é caracterizada por uma diminuição da densidade óssea, aumentando o risco de fraturas.
(2ª parte): a suplementação de cálcio e vitamina D é irrelevante tanto para a prevenção quanto para o tratamento.
(3ª parte): a densitometria óssea é o exame padrão-ouro para o diagnóstico de Osteoporose.
Das partes, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S):
I. É uma doença autoimune caracterizada por fibrose cutânea e de órgãos internos.
II. O fenômeno de Raynaud é frequentemente a primeira manifestação clínicа.
III. O tratamento é curativo e baseia-se em terapia imunossupressora exclusivamente.
Está(ão) CORRETA(S):
Considerando as recomendações atuais para o manejo da gota, qual é a conduta terapêutica mais adequada?
Com base no diagnóstico mais provável dessa paciente, ela, provavelmente, apresenta o achado adicional:
• Exame físico: temperatura 39,6°C; FC (frequência cardíaca) 128 bpm; linfonodos cervicais dolorosos; hepatoesplenomegalia discreta; sem rigidez de nuca; sem foco infeccioso claro.
• Laboratório inicial: Leucócitos 15.800 (neutrófilos 88%); Hb (hemoglobina) 10,2 g/dL; Plaquetas 210.000/mm³; AST (aspartato aminotransferase) 82 U/L; ALT (alanina aminotransferase) 74 U/L; Ferritina 4.800 ng/mL; PCR (proteína C reativa) 180 mg/L; VHS (velocidade de hemossedimentação) 18 mm/h; FAN (fator antinuclear) negativo; FR (fator reumatoide) negativo; Triglicerídeos 180 mg/dL; Fibrinogênio 410 mg/dL; Complemento normal; Procalcitonina 0,6 ng/mL (limítrofe).
• Evolução em 48 horas (piora): Confusão leve, hipotensão relativa, febre persistente; Plaquetas 210.000 → 62.000; Leucócitos 15.800 → 3.100; AST 82 → 620 U/L; Ferritina 4.800 → > 32.000 ng/mL; Triglicerídeos 180 → 480 mg/dL; Fibrinogênio 410 → 120 mg/dL; Dímero-D muito elevado; PCR 180 → 220 mg/L; VHS 18 → 4 mm/h.
• Hemoculturas até o momento negativas; eco sem endocardite.
Assinale a opção que apresenta a hipótese mais provável e identifica a intervenção imediata que muda o prognóstico.
• Ao exame: PA 158/96 mmHg; FR (frequência respiratória) 28 irpm; SatO₂ (saturação periférica de oxigênio) 88% em ar ambiente; estertores difusos bilaterais; sem púrpura palpável.
• Imagem: tomografia computadorizada de alta resolução: opacidades em vidro fosco difusas, compatíveis com hemorragia alveolar.
• Laboratório: Hb (hemoglobina) 7,9 g/dL (queda rápida); Cr (creatinina sérica) 1,1 → 4,6 mg/dL em 6 dias; EAS (exame de urina tipo I): 3+ sangue, cilindros hemáticos; proteinúria 1,2 g/24h; C3 e C4 (frações do complemento): normais; PCR (proteína C reativa) 138 mg/L; ANCA (anticorpo anticitoplasma de neutrófilo) por ELISA (ensaio imunoenzimático); Anti-MPO (anticorpo contra mieloperoxidase) 98 U/mL (alto); Anti-PR3 (anticorpo contra proteinase 3) negativo; Anti-MBG (anticorpo anti-membrana basal glomerular) positivo (título alto); FAN (fator antinuclear) negativo; Anti-dsDNA (anticorpo anti-DNA dupla hélice) negativo.
• Biópsia renal: GN (glomerulonefrite) necrosante com crescentes em 80% dos glomérulos; IF (imunofluorescência): padrão linear intenso de IgG (imunoglobulina G) ao longo da MBG (membrana basal glomerular); poucos depósitos granulares.
A conduta inicial mais apropriada, para as próximas seis horas, é
De acordo com a referida norma, essa caracterização dependerá de
Nesse contexto, o foco principal do programa de reabilitação conduzido pelo médico fisiatra deve ser