Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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I - Diarreia aguda aquosa: diarreia que pode durar até 14 dias e determina perda de grande volume de fluidos e pode causar desidratação. Pode ser causada por bactérias e vírus, na maioria dos casos. A desnutrição persistente pode ocorrer se a alimentação não é fornecida de forma adequada e se episódios sucessivos acontecem.
II - Diarreia aguda com sangue (disenteria): é caracterizada pela presença de sangue nas fezes. Representa lesão na mucosa intestinal. Pode associar-se com infecção sistêmica e outras complicações, incluindo desidratação. Bactérias do gênero Shigella são as principais causadoras de disenteria.
III - Diarreia persistente: quando a diarreia aguda se estende por 14 dias ou mais. Pode provocar desnutrição e desidratação. Pacientes que evoluem para diarreia persistente constituem um grupo com alto risco de complicações e elevada letalidade.
I - Icterícia aguda e colúria.
II - Aminotransferases (transaminases) > 3 vezes o limite superior da normalidade.
III - História de exposição percutânea ou de mucosa a sangue e/ou secreções de pessoas portadoras ou com suspeita de infecção pelo HBV ou HCV.
IV - História de contato sexual ou domiciliar com indivíduo sabidamente HBsAg reator e/ou anti-HBc reator.
V - Exames sorológicos de triagem reatores para hepatites (doadores de sangue e/ou órgãos, usuários de hemodiálise e ambulatórios de DST).
I. O pH vaginal encontra-se acima de 5.
II. A positividade do exame a fresco com hidróxido de potássio a 10% dispensa a continuidade da investigação.
III. A bacterioscopia do conteúdo vaginal releva aumento excessivo de Lactobacillus, raros leucócitos, núcleos desnudos e restos celulares devido à lise das células epiteliais.
IV. Em episódios não complicados, o tratamento pode ser por via vaginal ou sistêmica.
I - O vírus A é a causa mais freqüente de hepatite viral aguda no mundo. A transmissão é mais comum quando há contato pessoal íntimo e prolongado dos doentes com indivíduos suscetíveis à infecção. Observa-se a presença do vírus A no sangue e nas fezes dos indivíduos infectados duas a três semanas antes do início dos sintomas e, nas fezes, por cerca de duas semanas após a infecção.
II - A vacinação contra o VHB é a maneira mais eficaz na prevenção de infecção aguda ou crônica, e também na eliminação da transmissão do vírus em todas as faixas etárias.
III - O vírus C (VHC) seja transmitido por contato direto, percutâneo ou através de sangue contaminado, em percentual significativo de casos não se identifica a via de infecção. Pertence ao gênero Hepacivirus da família Flaviridae, e seu genoma é constituído por uma fita simples de RNA.
I - Cefaleia, torcicolo e exantema petequial ou purpúreo sugerem meningite.
II - Taquicardia (além da elevação modesta normalmente presente com febre) e taquipneia, com ou sem hipotensão ou alteração do estado mental, sugerem sepse.
III - Deve-se suspeitar de malária em pacientes que viajaram recentemente para uma região endêmica.
Há restrições para a profilaxia antimicrobiana?
I - As cefalosporinas de 3ª e 4ª gerações devem ser utilizadas em todos os casos de infecção.
II - Os aminoglicosídeos não devem ser utilizados para profilaxia.
III - O cloranfenicol não deve ser utilizado para profilaxia porque sua mais grave complicação (aplasia medular) não é dose-dependente e o seu custo é similar ao de outras drogas de menor toxicidade (ex: metronidazol).
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_integrado_ vigilancia_colera2ed.pdf
Sobre a raiva assinale a alternativa INCORRETA:
Sobre a Leptospirose assinale a alternativa CORRETA.
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual _integrado_vigilancia_febre_tifoide.pdf
Sobre o diagnóstico da febre tifoide assinale a alternativa CORRETA: