Questões de Concurso
Comentadas sobre clínica médica humana em medicina
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01. Há fatores de risco genéticos (encurtamento de telômeros) e ambientais (tabagismo, infecções respiratórias) para o seu desenvolvimento.
04. Ainda não há um marcador estabelecido para definir quais pacientes terão maior risco de exacerbações.
08. Nintendanib e pirfenidona são medicações que tem como objetivo a redução da taxa de declínio da capacidade vital forçada ao longo do tempo.
10. Tomografia de tórax é o exame mais importante para diagnóstico. Espirometria com medida de difusão de monóxido de carbono e teste de caminhada de 6 minutos são importantes para o acompanhamento clínico.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
I. Beta-agonistas, anti-muscarínicos, corticoides inalatórios e sistêmicos, antagonistas dos receptores de endotelina, antibióticos fazem parte do arsenal terapêutico farmacológico para o tratamento de DPOC.
II. A contagem de eosinófilos no sangue periférico abaixo de 500 µL não indica o uso de corticoide inalatório.
III. Um paciente com PaO2 ≤50 mmHg e Sat O2 ≤88% tem indicação de O2 suplementar.
IV. Nos pacientes que se mostram permanentemente hipoxêmicos, tem-se a indicação de uso de O2 suplementar por, pelo menos, 12 horas consecutivas, incluindo o período do sono.
V. O uso de ventilação não invasiva está indicado para pacientes com hipercapnia significativa.
I. São dilatações permanentes da via aérea e há várias condições adquiridas e congênitas relacionadas ao seu surgimento.
II. A tomografia de tórax é o exame de escolha para o diagnóstico anatômico das bronquiectasias. As causas e condições associadas devem então ser pesquisadas para avaliação de tratamentos específicos e melhores cuidados.
III. Os escores FACED e E-FACED estão validados para a população brasileira e são indicados para avaliação de gravidade e resposta terapêutica.
IV. O uso de dornase alfa está indicado como mucolítico nos pacientes com bronquiectasias em geral.
( ) O gasto energético é geralmente elevado na esteatohepatite e cirrose, estando geralmente normal na doença hepática gordurosa não alcoólica.
( ) Síndrome do intestino curto pode ser anatomicamente definida com uma extensão de intestino delgado funcional menor que 200 cm, embora muitos prefiram atrelar a definição a pacientes com menos de 150 cm de intestino funcional.
( ) A recomendação de oferta proteica a pacientes com insuficiência renal aguda hipercatabólicos e sem terapia de substituição de função renal é 0,8-1,2 g/kg/dia e de 1,3-1,5 g/kg/dia para os que recebem diálise.
( ) Pacientes com suspeita de PNALD (doença hepática associada a nutrição parenteral) devem receber emulsão lipídica com uma relação n9/n3 (relação entre ácidos graxos omega-9 e omega3) aumentada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Hematúria pode ser presente em aproximadamente 30% dos casos. II. No contexto adequado, DHL elevado (de 2 a 4 x acima do valor de referência) com transaminases normais, é altamente sugestiva de infarto renal. III. Tanto pielonefrite quanto nefrolitíase não apresentam elevação do DHL. IV. Devido ao quadro clínico característico, mais da metade dos casos apresenta diagnóstico no início da apresentação.
Quais estão corretas?
I. Hipertensão arterial com início abaixo dos 30 anos em pacientes sem obesidade ou história familiar aumenta a probabilidade de hipertensão secundária. II. Hipotireoidismo, feocromocitoma e hipoparatireoidismo são etiologias endocrinológicas que causam comumente hipertensão secundária. III. Síndrome da apneia do sono não é uma causa comum de hipertensão secundária. IV. Venlafaxina, quando utilizada em doses elevadas, é associada à hipertensão arterial.
Quais estão corretas?