Questões de Concurso
Comentadas sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
Em criança de 6 anos de idade, em parada cardiorespiratória (PCR), atendida fora do ambiente hospitalar, ao se constatar que o ritmo é de taquicardia ventricular (sem pulso), deve-se usar o desfibrilador externo automático para análise de ritmo e choque, utilizando-se pás e sistemas pediátricos.
Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.
Quanto ao seu efeito farmacológico, assinale a opção correta.
A morte por choque ocorre principalmente em indivíduos jovens com coração estruturalmente normal, sendo o choque causado pela vasodilatação com redistribuição do volume e queda do retorno venoso; a postura ereta favorece a evolução fatal.
Vasopressina conseguiu demonstrar diminuição de mortalidade nos pacientes com choque séptico de menor gravidade.
Dobutamina, ao contrário da Dopamina, diminui as pressões de enchimento cardíaco, o que a torna a droga de eleição no tratamento da insuficiência cardíaca aguda.
Isoproterenol aumenta o débito cardíaco e a frequência cardíaca, enquanto diminui a pressão arterial média.
Pacientes em choque ressuscitados para níveis mais elevados de pré-carga demonstraram melhor perfusão visceral quando comparados àqueles ressuscitados para níveis normais de pré-carga associados a inotrópicos, porém demonstraram piora na função pulmonar em decorrência de edema.