Questões de Concurso
Comentadas sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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( ) Dormência persistente nas pernas
( ) Dor aguda nos membros inferiores
( ) Claudicação intermitente
( ) Atrofia muscular nas pernas
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
I. Cirurgia de descompressão e injeção de toxina botulínica
II. Anticoagulantes, sintomáticos e trombólise com infusão contínua
III. Fisioterapia e mudanças posturais
Estão corretas as afirmativas:
I. Hipertensas apresentam maior risco de infarto agudo do miocárdio comparado a homens hipertensos.
II. O infarto do miocárdio ocorre mais cedo e existe maior mortalidade em mulheres do que em homens com diabetes melito.
III. Os sintomas isquêmicos das mulheres são mais relacionados ao estresse emocional ou mental e menos frequentemente precipitados pela atividade física em comparação aos dos homens.
Estão corretas as afirmativas:
A descrição do texto refere-se à:
Assinale a alternativa CORRETA:
A respeito das principais cardiopatias congênitas acianóticas, assinale:
1. Comunicação interatrial (CIA).
2. Comunicação interventricular (CIV).
3. Persistência do canal arterial (PCA).
4. Defeito no septo atrioventricular (DSVA).
( ) Provoca uma comunicação inadequada entre o átrio e o ventrículo, dificultando a função cardíaca.
( ) Há um defeito entre as paredes dos ventrículos, provocando uma comunicação inadequada destas câmaras e a mistura de sangue oxigenado e não oxigenado.
( ) Ocorre uma comunicação anormal entre os átrios cardíacos, que são as câmaras mais superiores.
( ) Existe naturalmente no feto para ligar o ventrículo direito do coração à aorta, para que o sangue siga em direção à placenta e receba oxigênio, mas deve se fechar logo após o nascimento. A sua persistência pode provocar dificuldades na oxigenação do sangue do recém-nascido.
A sequência CORRETA é:
Sobre as cardiopatias congênitas, é correto, afirmar que, EXCETO:
Leia o caso a seguir.
Um homem, 69 anos, em tratamento irregular para hipertensão, procura a emergência com quadro de dispneia e edema de membros inferiores (MMII) que vem progredindo na última semana. Ao ser atendido, encontra-se com FR 30 irpm, FC 90 bpm, PA 190 × 110 mmHg, está orientado, mas verbalizando com dificuldade, reflexo hepatojugular positivo a 45 graus e edema de MMII (3+/4+). Ausculta pulmonar com crepitações em 2/3 inferiores de ambos hemitoraces, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular, em 2T com desdobramento de B2. Pulsos palpáveis e simétricos. Nega dor precordial. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal e sem achados patológicos.
Exames laboratoriais séricos mostram função renal normal, enzimas cardíacas negativas. Saturação de oxigênio 89% em ar ambiente.
No controle do quadro agudo, são medidas eficazes:
Leia o caso a seguir.
Paciente gestante de 26 semanas, hipertensa prévia, realizava tratamento irregular da pressão. Encaminhada ao cardiologista, foi atendida com hipertensão arterial PA 170 x 100 mmHg.
A droga escolhida pelo cardiologista, devido ao estado
gravídico, foi:
Um paciente do sexo masculino de 76 anos de idade que fuma um maço de cigarros havia 20 anos, procurou o pronto-socorro com quadro de dispneia, dor torácica e hemoptise iniciadas havia duas horas. Ele negou ter tido febre. Informou ter sido submetido à colecistectomia por videolaparoscopia havia uma semana, sem intercorrências no período pós-operatório imediato, e ter recebido alta hospitalar no dia seguinte a cirurgia.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, normocorado, hidratado e afebril. Sua pressão arterial era igual a 120 mmHg × 80 mmHg e a frequência cardíaca igual a 110 bpm, à ausculta cardíaca não houve alterações, ao exame do aparelho respiratório não houve alterações e a aturação periférica de oxigênio estava em 95% (em repouso e ar ambiente); extremidades com edema isolado em membro inferior direito.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir.
Na presença de sinais de sobrecarga de ventrículo direito ao
ecocardiograma e de elevação da troponina, a realização de
trombólise química está indicada.
Um paciente previamente hígido de 42 anos de idade compareceu ao pronto-socorro com queixa de vertigem incapacitante associada a náuseas havia dois dias. Apresentava-se hemodinamicamente normal e observou-se um nistagmo horizontal unidirecional, com piora dos sintomas aos movimentos da cabeça. Não foram observadas ou relatadas outras anormalidades significativas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item seguinte.
O quadro clínico é indicativo de uma causa periférica.
Um paciente, de 61 anos de idade e com antecedente de hipertensão arterial havia 15 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia dois anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais; nas últimas duas semanas, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca (FC) de 108 bpm, pressão arterial (PA) de 116 mmHg × 72 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 93% e estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente. O ictus cordis era propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular em galope (presença de terceira bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular e edema de membros inferiores na região maleolar bilateralmente. Observou-se hemoglobina 11,5g/dL; hematócrito 33 %; ferritina sérica 88 mg/L, saturação da transferrina 18%, volume corpuscular médio 86 fL e creatinina de 1,6 mg/dl. Os demais exames laboratoriais não revelaram outras anormalidades significativas. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico descrito e aspectos a ele
relacionados, julgue o próximo item conforme a Diretriz
Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Um paciente, de 61 anos de idade e com antecedente de hipertensão arterial havia 15 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia dois anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais; nas últimas duas semanas, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca (FC) de 108 bpm, pressão arterial (PA) de 116 mmHg × 72 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 93% e estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente. O ictus cordis era propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular em galope (presença de terceira bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular e edema de membros inferiores na região maleolar bilateralmente. Observou-se hemoglobina 11,5g/dL; hematócrito 33 %; ferritina sérica 88 mg/L, saturação da transferrina 18%, volume corpuscular médio 86 fL e creatinina de 1,6 mg/dl. Os demais exames laboratoriais não revelaram outras anormalidades significativas. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico descrito e aspectos a ele
relacionados, julgue o próximo item conforme a Diretriz
Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.