Questões de Concurso
Sobre sequências lógicas de números, letras, palavras e figuras em raciocínio lógico
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A figura acima representa um conjunto de 9 pontos e 14 ligações distribuídas entre esses pontos (6 horizontais, 4 verticais e 4 diagonais). Dados dois pontos X e Y distintos, chama-se caminho a uma seqüência contínua de ligações que começa em X e termina em Y, sem nunca passar duas vezes por um mesmo ponto. O tamanho do caminho é dado pela quantidade de ligações.
Abaixo, está ilustrado um caminho de A a I, cujo tamanho é 3. Note que, de um ponto a outro, pode haver mais de um caminho.

Sejam D(X,Y) o maior caminho e d(X,Y), o menor caminho de X a Y.
A diferença entre D(A,I) - d(A,I) é

Se, de acordo com o padrão estabelecido, y⁄x é o décimo primeiro termo dessa seqüência, então x + y é um número compreendido entre

Mantendo-se o padrão indicado, o resultado da conta correspondente à linha 437 será

Nesse jogo, a única jogada possível consiste em: dadas três casas consecutivas em linha, na horizontal ou na vertical, se uma das casas, que não a central, estiver vazia e as outras duas, ocupadas, uma das peças salta a outra, adjacente, retirando-se do jogo a que foi pulada. Se não for possível realizar a jogada, o jogo acaba.
Na Figura 2, vê-se a casa A vazia e as casas B e C ocupadas. A peça que está em C pula a que está em B e passa a ocupar a casa A. A peça da casa B, que foi pulada, é retirada do jogo (Figura 3).
Abaixo, está representada uma situação de jogo no Resta Um.

Na situação apresentada, o jogo acaba com, no mínimo, um número de peças igual a
(NOT A AND B) OR ((B AND NOT A) OR B)
equivale a
Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência
A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.
Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.
Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.
Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.
Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.
(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Assinale a alternativa que substitue corretamente a interrogação na seguinte seqüência numérica: 8 12 24 60 ?
Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência
A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.
Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.
Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.
Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.
Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.
(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Considere a seqüência de figuras abaixo.

A figura que substitue corretamente a interrogação é:
Marque a alternativa correspondente à figura que deve ser colocada no lugar de “?” :
Qual dos objetos abaixo NÃO pertence ao grupo?
A inserção dos números nos espaços abaixo observa determinada lógica.
O número que substitui corretamente a interrogação é:
Considere a seqüência de figuras abaixo
Qual desenho abaixo é inadequado?
Augusto está em uma fila de pessoas. Quando as pessoas na fila são contadas de trás para frente, Augusto é o 8o. No entanto, se contadas da frente para trás, ele ocupa a 10a posição. Quantas pessoas há nessa fila?

Se a primeira linha da tabela for

então a segunda linha pode ser

